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Ceilândia cai na semifinal. Venceu trabalho mais maduro: 1×2

Venceu o trabalho mais maduro numa tarde em que também houve agressões fora do estádio. O Ceilândia chegou nas semifinais na bacia das almas e ninguém é capaz de negar essa condição.

O time demorou muito a achar mostrar um futebol minimamente aceitável. E esse futebol começou a aparecer apenas a partir da oitava rodada. Se antes faltava futebol e sorte, isso começou a aparecer a partir dali.

O Ceilândia classificou-se para a semifinal diante do Gama. O Gama tem o melhor futebol do Distrito Federal no momento. Sabia-se que seria difícil, mas sabia-se que teria luta.

No primeiro jogo, o Ceilândia foi melhor no primeiro tempo. O time ainda não está maduro. Faz força para jogar, mas foi melhor.

No segundo tempo, o Gama foi melhor. Saiu na frente e o Ceilândia empatou. O Gato Preto mostrou futebol no primeiro tempo e contou com a sorte no segundo.

Chegamos ao jogo deste sábado. Foi um jogo diferente. O Gama postou-se diferente.

O Ceilândia de Adelson não é um time de posse de bola.Então é de se esperar que o adversário tenha a posse e que o Ceilândia tente contra-ataques rápidos. Compreendam: a estratégia do Gama não é muito diferente. Possui temperamentos e é mais madura.

Então, o Gama tinha a bola, mas Sucuri não trabalhava. Aliás: Sucuri não fez qualquer defesa importante no jogo inteiro, diferente do que fizera no jogo de ida.

O fato é que o Ceilândia rondava a meta alviverde e aos 23 saiu na frente, com Sandy, numa jogada que envolveu todo o ataque do Gato Preto.

O gol do Ceilândia não mudou o jogo. Quis o destino que o Gama tivesse a fortuna de empatar ainda no primeiro tempo. Um cruzamento que não deu certo passa por toda extensão da defesa alvinegra. Clemente, no segundo pau, volta para buscar a bola e arremessa inapelavelmente: 1 x1 (35minutos).

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou empurrar o Gama para o campo de defesa. Não deu certo. Aos 7, num contra-ataque, Clemente foi lançado nas costas da defesa. Chutou mal, mas a bola sobrou para Ramon fazer Gama 2 a 1.

Daí para a frente, o Gama tratou de controlar o jogo. Jamais se expôs completamente e o Ceilândia jamais demonstrou que seria capaz de virar.

O resultado premiou o time com trabalho mais maduro. O Gama está na final.

O Ceilândia passa agora por um momento de definição: segue com o modelo e grupo atuais ou muda. Não dá para mudar tudo, mas obviamente algo precisa ser feito para mobilizar o grupo rumo a Série D.

Por fim uma nota sobre as agressões sofridas por torcedores do Ceilândia nas imediações do Bezerrão, tanto a organizada quanto torcedores comuns.

Temos uma ótima relação com torcedores do Gama. Espírito de porco existe em qualquer lugar, inclusive no meio da torcida alvinegra. Agora, uma coisa é certa: pessoas normais vão ao jogo para torcer para o seu time e desanimam com eventos dessa natureza.

Por vezes dá vontade de desistir de ir ao estádio por causa desses animais, mas incomoda mais ainda a total incompetência da Polícia Militar.

Presenciamos a atuação da PM antes dos eventos e vimos falta de comprometimento, organização e comando desde o momento em que no Estádio misturaram torcedores comuns à organizada.

A falta de organização e comando seguiu fora do estádio. Não havia um procedimento operacional a ser seguido para a segurança aproximada e menos ainda para a detecção antecipada de riscos ou controle de perímetro.

A atuação da PM parecia improvisada e sem comando: deu no que deu: torcedores comuns agredidos e ônibus da organizada apedrejado.

Ceilândia confirma evolução, mas decisão fica para o Bezerrão: 1×1

Ceilândia entra para mais uma decisão.

O Ceilândia não conseguiu vencer o Gama no jogo de ida da semifinal. O resultado de 1 a 1 deixa a decisão em aberto, mas este time mostrou que a torcida alvinegra pode sonhar.

Patrickão não consegue chegar na bola

O empate pode não ser o resultado dos sonhos alvinegros, mas foi o resultado possível. O Ceilândia não foi perfeito, mas fez a sua melhor apresentação no Candangão 2026.

Marquinhos deu trabalho, mas jogou isolado e abusou da jogada individual

O Gato Preto ainda é um time em construção, mas nos últimos 5 jogos tem dado mostras do que está por vir. Desde o jogo da fase de classificação o Gato Preto está em evolução e isto muda qualquer cenário.

Ceilândia teve a iniciativa no primeiro tempo, mas o Gama reagiu no segundo

O jogo de hoje comprovou essa evolução. Não se exige que o Ceilândia domine o adversário por 90 minutos. O que se exige é luta até o último minuto. Mais que isso: exige-se que o Ceilândia jamais seja uma presa fácil. Este Ceilândia não é uma presa fácil.

Robert fez boa partida e o Ceilândia sua melhor partida no campeonato.

No primeiro tempo, a iniciativa foi alvinegra. O Gama, salvo por um chute perigoso de fora da área, não incomodou a defesa de Sucuri. Apesar da iniciativa, o Ceilândia não criou situações claras de gol, mas ao menos mostrou que estava vivo no ataque.

A jogada com Marquinhos não é apoiada.

Veio o segundo tempo e o cenário do jogo mudou. O Ceilândia confundia velocidade com pressa, não segurava a bola no ataque. O Gama fazia o que faz de melhor: contra-atacava aproveitando os espaços.

Cardoso fez o gol do empate

O Gama era melhor. Foi aí que Sucuri fez o que sempre faz. Tentou ganhar tempo. Já dissemos aqui. Está errado.O adversário vê isso como uma prova que você está com medo. Era melhor ter dado um pití e chamado a atenção do time para o fato de que estava rifando a bola. Não fez.

Maranhão correu muito: substituído no final.

Tal qual vem acontecendo desde o ano passado, o Ceilândia toma gol logo após a cêra de Sucuri. A cêra pode te levar a acreditar que você pode mudar o rumo do jogo sem jogar. Você não muda o rumo do jogo sem jogar, sem mudar de atitude. O Adversário vê a cêra como sinal de fraqueza.

Sávio foi uma boa surpresa nestes últimos jogos

A cêra nada mudou porque o problema era estrutural. Sucuri não percebeu isso. Em seguida, lemente colocou os verdes em vantagem. O Ceilândia era valente, mas não conseguia jogar. Simples assim. A cêra não iria mudar. O que mudaria era postura. Cêra é para ganhar tempo, mas havia muito jogo por jogar.

Ceilândia reclamou pênalti: mas árbitro não dá a favor ou contra.

E, verdade seja dita: a cêra de Sucuri prejudicou, mas ele depois do gol sofrido salvou ao menos dois gols feitos. Isso não o isenta do erro anterior.

Ceilândia mostra grande evolução, mas não está pronto.

O tempo passou e Adelson esperou os 15 minutos finais para mexer. Tirou Patrickão e avançou Sandy. Idêntica solução funcionou ano passado. Esta solução funcionou no jogo de hoje.

Sandy foi para o ataque. Assistência no empate.

Patrickão pode ser um jogador útil, mas não é um jogador de transição pelo chão, nem pelo alto. É um jogador de área, de conclusão pelo chão ou pelo alto.

Fabio teve muito trabalho.

Com Sandy e com Vigia, o Ceilândia melhorou. Num desses lances, Cardoso pegou a bola no meio. A bola foi até Marquinhos, hoje execessivamente individualista. Marquinhos lançou na área. Sandy serviu Cardoso que empatou.

Cardoso e Robert comemoram o empate:

Após o empate, o Gama tratou de cozinhar o jogo. O Ceilândia parecia não saber o que fazer ou achava que era melhor decidir no Bezerrão. Em outras palavras: o Gama não queria, o Ceilândia não sabia o que fazer.

Decisão vai para o Bezerrão

A decisão vai para o Bezerrão. Um empate classifica o Gama. O Ceilândia somente se classifica se vencer o Gama. Em sã consciência ninguém duvida deste time. O Ceilândia está vivo.

Sucuri: para o bem e para o mal foi personagem do jogo.

O Clássico das Quebradas não é fácil. Nunca foi. Passamos anos sem perder para o Gama. Agora, já são 2 jogos sem vencer. Uma vitória significa vaga na final.

Torcida compareceu em massa, mas público anunciado foi inferior a 2.000 (?)

 

Uma última nota: o Abadião estava lotado. A torcida do Gama todos sabemos do que é capaz, mas pela primeira vez foi minoria num jogo com público. Ah! Diriam, com razão, que os ingressos não foram igualmente comercializados entre alviverdes e alvinegros. A questão é que, nos outros estádios eles sempre são merecidamente maioria, mas não no Abadião.

Virada mais fantástica da história do Ceilândia e classificação improvável: 3 a 2 nos amarelos

Cabralzinho dribla: Ceilândia tentava, mas não chegava.

Envergonhado, eu confesso que duvidei. Quando o Brasiliense fez 2 a 0 e o Ceilândia se esforçava, sempre teve luta, mas não conseguia jogar, eu duvidei. A dúvida cedeu à esperança no intervalo. Lembrei que quem tem Bosco tem um tesouro  e digitei uma mensagem para um amigo: Vamos virar… está tão ruim que vai dar bom.

Patrickão tenta, mas não chegava

Inacreditável é a palavra que pode expressar a façanha do Ceilândia. O Gato Preto está classificado para as semifinais do Candangão 2026 num jogo que teve o brilho de todos e, em particular, de Bosco, Vinicius Tanque e Cardoso. 

Cardoso não sabia, mas iria fazer história

O jogo de hoje foi uma representação do que foi o campeonato. O Ceilândia jamais encheu os olhos na competição, mas sempre teve luta e o Gato Preto mostrou algumas coisas apenas nos minutos finais.

Cardoso fez os 3 gols da virada

Hoje, o Gato Preto precisava vencer e torcer para que Capital ou Sobradinho não vencessem. O mais difícil era vencer.

Marquinhos correu, driblou, mas só não produziu.

Tudo tornou-se ainda mais difícil quando no primeiro minuto de jogo, Jean Pierre colocou o Brasiliense na frente. O Ceilândia sequer tivera chance de sentir o jogo.

Dizer o quê de Cardoso e seus 3 gols

Após o gol, o Ceilândia mostrou as mesmas dificuldades de sempre na transição. O Gato Preto jamais ameaçou perigosamente a meta amarela.

Cabralzinho tem a bola, mas o Ceilândia jogava distante e o Brasiliense não dava espaço

O que incomodava é que o Ceilândia era um time lutador, mas perdia para um time indolente. O Brasiliense parecia satisfeito com a pequena vantagem.

Barão não teve trabalho e no que teve deu conta do recado

Para piorar, o Brasiliense conseguiu fazer 2 a 0 numa falta cobrada por Tarta. A torcida sentia o mau momento e torcia para o primeiro tempo terminar.

Cardoso seria decisivo

Veio o segundo tempo e o Brasiliense deu campo para o Ceilãndia. O Gato Preto parecia lutava e lutava, mas faltava o último passe. O fato é que o Ceilândia era melhor.

Ceilândia não tinha espaços

O jogo parecia destinado a sacramentar a eliminação do Ceilândia. Tudo mudou quando a arbitragem anulou o gol do Brasiliense que mataria o jogo.

Sem espaços, Ceilândia sequer concluía ao gol amarelo

Adelson fez sua última substituição, tirando o cansado Marquinhos colocando Cebolinha.

Bosco: um monstro!

Foi com Cebolinha que o jogo começou a mudar. Aos 39, ele sozinho enfrentou 5 defensores do Brasiliense e, por sorte, a bola foi a escanteio. 

Ceilândia antes do jogo: sequer imaginava que faria história

Robert cobrou o  escanteio, a bola passou por todo mundo mas não passou por Cardoso que diminuiu. Foi  a segunda vez que  o Ceilândia chegou ao gol amarelo no segundo tempo. A primeira tinha sido com Cardoso aos 10.  

CArdoso comemora o primeiro gol.

Faltavam 5 minutos e esperança renascia. O Brasiliense sentiu o gol alvinegro e os espaços surgiram  e 2 minutos Vinicius Tanque deu um passe de cinema para Cardoso que bateu na saída  de Matheus Kayser para empatar o  jogo. 

Adelson desce para o intervalo com cara de poucos amigos

Naquele momento, o Ceilândia ainda precisava da improvável virada, já que o resultado de Gama e Capital permitia sonhar com a classificação.

Ceilândia fez história

O jogo ficou maluco. O Brasiliense sabia que se o Ceilândia virasse ele seria desclassificado.

Agora o ceilândia enfrenta o Gama

O clima no estádio ficou elétrico. O Brasiliense não foi criado na resistência e não sabia o que fazer. O Gato Preto, acostumado a sofrer sabia o que fazer.  Aos 48,  Vinicius Tanque, novamente ele, lançou Cardoso em profundidade. Cardoso driblou Matheus Kayser e fez  gol da  virada do Ceilândia. Incrível e para a história.

Sucuri sequer foi para o banco. Badhuga machucou e Sávio estreou.

O jogo terminou. O Ceilândia venceu por 3 a 2 mas o jogo entre Gama e Capital não terminara. Todos no Youtube para acompanhar.

4 longos minutos depois, termina no JK: o Ceilândia está classificado para as semifinais.

Ceilândia está classificado

Ao final, a classificação não deixa de ser merecida, afinal nunca faltou luta.

A vitória e a classificação não podem esconder as dificuldades do time, mas ninguém pode negar as suas virtudes.

Agora é mata-mata e mata-mata é outra história. Estamos felizes com a classificação, mas sabemos que podemos e precisamos jogar mais. Se alguém disser o contrário estará se enganando.

Futebol veio tarde demais: Gama elimina (praticamente) o Ceilândia

Dois gols no final do primeiro tempo, mas o placar poderia ter sido mais elástico.

A esperança veio tarde demais no Bezerrão. Na derrota por 2 a 1 para o Gama, o torcedor viu o Ceilândia perder uma invencibilidade de 10 jogos diante do Gama. Uma invencibilidade construída em 5 anos sem derrota para seu rival. Viu também o Ceilândia ficar potencialmente eliminado do Candangão 2026.

Ceilândia escapou de um desastre no primeiro tempo e ficou por pouco da redenção no segundo.

Na noite desta quarta, o torcedor alvinegro, que compareceu em bom número no Bezerrão, viu  um time que acordou apenas quando o abismo já era visível. Não se sabe se por acomodação do adversário ou por méritos próprios, mas o fato é que o Ceilândia do segundo tempo esteve muito mais próximo do time que a torcida deseja.

Ceilândia insistiu em bolas longas e jogadas individuais

Foi um Ceilândia que finalmente trocou ataques com o adversário. A equipe, que havia sido inofensiva, passou a ter controle do jogo por alguns instantes, revezando-se no domínio da partida com o Gama e criando chances reais com Fabinho e Cardoso.

Vigia é um bom nome

Isso, no entanto, veio tarde. O jogo já estava 2 a 0 para o Gama, construído sobre um primeiro tempo desastroso onde a defesa se fechava em um 5-4-1 que não impedia a superioridade rival.

Ceilândia pouco chegou no primeiro tempo

Tudo isso pode parecer ilusório, como tudo parece ilusório nesta campanha de 2026. A reação na etapa final, culminando no gol de Cleyton, serviu mais para lamentar o tempo perdido do que para celebrar uma quase virada.

Cleyton comemora. Ceilândia está virtualmente eliminado

Se quisermos argumentar com o pior cenário, é só lembrar que no primeiro tempo, apesar de toda demonstração de vontade alvinegra, o Gama poderia ter feito não apenas 2, mas 3 ou 4 gols, tal era a facilidade com que penetravam nossa defesa e desperdiçavam chances cara a cara com Edmar Sucuri.

5 jogadores do Gama num curto espaço de campo: pressão.

O time visitante sequer logrou uma finalização na primeira etapa, assistindo passivamente ao rival abrir o placar e ampliar, com direito a provocação do ex-atacante Felipe Clemente à nossa torcida.

Tanque e Robert: atuações melhores que a do time anterior

Deve-se destacar que não falta vontade aos jogadores do Ceilândia, mas falta disposição para o sacrifício. A “cera”  no início do jogo evidenciou a falta de futebol, que só apareceu quando a corda já estava no pescoço.

Ceilândia teve oportunidades, como nesta com Cardoso.

Ontem, notamos que Vinicius Tanque, Vigia e Bosco não levam desaforo para casa e essa é uma mercadoria escassa no time. É preciso mais desse espírito, aliado à organização tática que faltou durante metade do confronto.

Esta também não entrou

A derrota deixa o Gato Preto em uma situação preocupante, na sexta colocação e secando rivais como Capital e Samambaia para não se complicar na briga pelo mata-mata.

Gol de Cleyton deu esperanças, mas o Ceilândia está fora

Agora, resta juntar pareparar-se  para o jogo contra o Paranoá no Abadião. A reação tardia provou que o time pode render mais, mas no Candangão, jogar apenas 45 minutos não é suficiente para quem veste essa camisa.

Tragédia no Abadião: Ceilândia foi goleado em casa

Organizada fez homenagem a Rodrigo Firmeza que morreu em acidente de trânsito

Incomoda que vem ano passa ano e o Ceilândia não sabe como enfrentar o Capital. Nesse contexto, o placar de 3×0 para o Capital estampou uma verdadeira tragédia no Abadião neste sábado. O que se viu em campo foi um Ceilândia irreconhecível, muito distante daquele time que não vinha jogando bem, jamais jogou neste campeonato, mas vinha embalado por três vitórias consecutivas.

Ceilândia com desfalques e improvisações

É verdade que o Gato Preto entrou em campo repleto de jogadores lesionados, o que forçou um time muito desfalcado e com algumas improvisações. Uma coisa é reconhecer os problemas. Outra coisa é ver que que o Ceilândia é um time sem alma. Ninguém se importa com desfalques: o que importa é o resultado. Você é tão bom quanto seu último resultado.

Não  se enganem: os jogadores correm, disputam as bolas e tudo o mais, mas fazem isso burocraticamente.  Ficam até chateados com a derrota, mas não ficam envergonhados. Parecem não se importar porque não precisam disto, amanhã estarão em outros times. Isso começa no gol alvinegro e sabe-se lá onde termina.

Capital partiu para intimidação e Ceilândia aceitou

Taticamente, o problema parece crônico e preocupante. O Ceilândia já vinha demonstrando enorme dificuldade para marcar adversários que se sentem confortáveis em fazer a transição de jogadas pelo chão, e o rival soube explorar essa deficiência. Foi assim contra o Brasília, foi pior contra o Real, foi ainda pior contra o Capital.

Até a intimidação, Ceilândia estava melhor

Para piorar a sensação de repetição, nos últimos quatro anos o time tomou várias goleadas do Capital. Parece que a equipe simplesmente não aprendeu como marcar os avanços, especialmente os de Eder Lima, que teve liberdade mais uma vez.

Patrickão não conseguiu jogar

Foi justamente Eder Lima quem começou a jogada do primeiro gol do Capital. A falha na marcação permitiu a construção do lance que terminou com Moisés Tobinha estufando a rede após o rebote da zaga.

Entusiasmo do Ceilândia acabou cedo.

Mas a derrota não foi apenas tática; foi também de postura. O Capital veio para o jogo como se fosse mais uma decisão e, logo nos primeiros minutos, partiu para cima para intimidar o Ceilândia fisicamente.

Sucuri foi mal mais uma vez. Defesa não foi bem, mas não foi a maior culpada

A partir daquele momento de imposição física, tudo mudou no confronto. O Ceilândia se deixou intimidar pela agressividade do adversário e, aos poucos, o Capital impôs o seu melhor futebol, dominando as ações com facilidade.

Eder Lima passeia na avenida Ceilândia

O segundo tempo confirmou o desastre com o Capital ampliando rapidamente. Deysinho marcou de cabeça após escanteio, e pouco depois, Alisson Mira fez o terceiro aproveitando um erro na saída de bola.

Taticamente o Ceilândia foi muito mal.

Para consolidar o vexame, nem o “gol de honra” o time conseguiu marcar. Cleyton desperdiçou um pênalti no final da partida, defendido pelo goleiro Luan, simbolizando a tarde desastrosa.

Este foi um jogo que envergonha o torcedor alvinegro, tanto pelo resultado elástico quanto pela forma apática como foi construído. A torcida sentiu o golpe e começou a deixar o estádio antes mesmo do apito final.

Cleyton entrou mostrou qualidade, mas perdeu pênalti

A partida demonstra claramente que o time se recusa a evoluir tática e mentalmente. Fica a impressão de que, enquanto alguns jogadores correm e lutam, outros obviamente não estão à altura do desafio e da responsabilidade de jogar no Ceilândia.

Agora, o time precisa juntar os cacos para tentar a recuperação fora de casa contra o Gama. Mas a lição que fica é que improvisação e falta de atitude cobram um preço alto, transformando a tarde de sábado em um pesadelo.

Não desiste nunca! Vitória na Raça: Gato Preto entra no G4!

 

Com contusão de Cleyton e Cabralzinho, Matheuzinho ganhou oportunidade. Cansou.

O Ceilândia venceu o Real Brasília na tarde deste sábado, no Abadião, conquistando um resultado fundamental para as pretensões do clube. Com essa vitória importantíssima, o time entra pela primeira vez no G4 do Candangão 2025.

Vigia foi peça importante: premiado com gol

Sabia-se desde o início que não seria um jogo fácil, pois o elenco sofre com muitas contusões. Sem Cabralzinho, Cleyton e Romário, o time entrou em campo precisando se superar na base da disposição.

Patrickão caiu no gosto da galera: 4 gols em 5 jogos.

Apesar da forte chuva que caiu sobre o estádio, o público presente foi muito bom. A torcida teve um papel crucial, apoiando um time que demonstrou, mais uma vez, que não desiste nunca diante das adversidades.

Bom público, mas poderia ser ainda melhor se não fosse a chuva.

Dentro de campo, o jogo teve muita transpiração e pouca inspiração, com o time dependendo das bolas longas. Mesmo assim, Patrickão mostrou oportunismo e abriu o placar aos 20 minutos de jogo.

Pedrinho saiu lesionado: mais um problema para Adelson

O gol fez o time recuar e dar a bola para o Real Brasília, o que deixou a torcida nervosa nas arquibancadas. Felizmente, a defesa alvinegra fez a sua parte e o goleiro Sucuri foi eficaz quando exigido.

Fabinho teve pouco apoio no ataque

As dificuldades aumentaram quando Pedrinho e Magdiel também se machucaram, juntando-se à lista de lesionados. O técnico Adelson precisou mexer, promovendo a estreia de Vermuth e adiantando Vigia para tentar segurar o resultado.

Pará entrou bem: problema tem sido a saída de bola do adversário.

O sofrimento durou até os minutos finais, com o time dependendo um pouco da sorte e da incompetência do adversário no último terço do campo. O jogo ficou arrastado, mas a luta dos jogadores manteve o placar favorável.

Ceilândia criou poucas chances e não poderia ter desperdiçado esta.

O alívio definitivo só veio nos acréscimos do segundo tempo. Em um contra-ataque puxado por Marquinhos, a bola chegou a Vigia, que marcou o segundo gol e garantiu a festa da torcida alvinegra.

Marquinhos recebeu de Edson e serviu Vigia: 2 a 0.

Agora, o foco se volta para uma sequência pesada contra Capital e Gama, adversários diretos na tabela. Enquanto nossos rivais diretos, como Brasiliense e Samambaia, terão jogos contra times que pontuaram pouco, nós teremos pedreiras pela frente.

Vigia comemora: resultado justo, mas o sofrimento foi desnecessário.

O Gato Preto nunca teve vida fácil e ninguém disse que teria agora. O torcedor pode ter a certeza de que, apesar das dificuldades que virão, vai ter muita luta dentro de campo.

Tenso, como há de ser: Ceilândia 2 x 0 Gama

Havia mais do que as 2200 pessoas anunciadas.

Uma grande vitória. Na noite desta segunda-feira, no Abadião, o Ceilândia venceu o Gama por 2 x 1 e está a um ponto de garantir a classificação para as semifinais.

Gama teve a posse de bola, mas defesa alvinegra fez sua parte.

Não foi um jogo fácil. O Gama, aproveitando as características do Ceilândia, começou melhor e poderia ter saído na frente do marcador se não fossem as participações decisivas de Sucuri e Júlio César, este sobre a linha do gol.

Paulinho teve muito trabalho, mas resistiu bravamente.

O Ceilândia demorou a controlar as ações ofensivas do Gama, normalmente na bola invertida para contra o lado direito da defesa do Ceilândia ou na dobra com o camisa 10 Daniel Costa.

Kennedy pouco apareceu, mas foi importante como sempre.

Paulinho teve muito trabalho, mas suportou o assédio alviverde. No centro, Badhuga e Wallace fizeram uma partida segura.

Wallace crescendo de produção na hora certa

Aos poucos o Ceilândia equilibrou o jogo. Por momentos o Gama chegou a ter 70% da posse de bola, muito alto até para o padrão dos jogos do Ceilândia.

No escanteio de Danillo, gol do Ceilândia

A melhora do Ceilândia rendeu resultados inesperados. Aos 25, Danillo Ribeiro cobrou escanteio fechado e ele, Daniel Costa, que infernizava a vida de Paulinho, marcou contra a própria meta.

Danillo comemora o primeiro gol

O gol não mudou o ritmo do jogo. O Gama tinha mais volume, mas não como no início do jogo e a defesa alvinegra dava conta do recado.

Clemente faz o segundo. Vitória importante.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou tendo a iniciativa do jogo. Aos 10, Clemente recebeu belo passe em profundidade e fez Ceilândia 2 x 0.

Sucuri: seguro quando exigido.

Com a vantagem de 2 gols, o Ceilândia deixou o jogo de lado e se concentrou em deixar o tempo passar. Com isso, o Gama teve a bola por 43 minutos (35 e 8 de acréscimos) mas limitou-se a jogadas de bola aérea e chutes sem direção fora da área. 

Torcida do Gama empurrou o time até o final

No final, uma vitória tipicamente alvinegra.  

Júlio César: um leão. Cansou no final.

A classificação não está assegurada. Matematicamente falta um ponto.

Clemente comemora

Todos sabem que a classificação é o objetivo principal, mas o objetivo secundário é tão ou mais importante: garantir o mando de campo nas semis. Para isso é preciso terminar em primeiro ou segundo.

Ceilândia sofre, mas bate o lanterna: 2 x 1

Arbitragem confusa interferiu no resultado

Muita calma nessas horas, mas nem tanto. É sempre difícil jogar contras times que lutam desesperadamente contra o rebaixamento.  Não espere jogo fácil. E não foi.

Milla entra no lugar de Wisman para mudar o jogo

Ofensivamente, o Ceilândia pouco produziu no primeiro tempo. De certo modo, contudo,  tinha o jogo controlado defensivamente até que o árbitro inventou um pênalti de Paulinho.  Não foi pênalti e ponto. O Legião aproveitou e fez o seu primeiro gol no campeonato aos 41 do primeiro tempo.

Ceilândia melhorou no segundo tempo, mas o empate veio em bola parada

Adelson viu que o time parecia sem força. Fez duas mudanças no intervalo. Tirou Vitinho e Felipe Camargo para as entradas de Kennedy e Danillo Ribeiro. Não é que o Ceilândia tenha melhorado. O Gato Preto manteve o padrão sonolento de antes. O Legião é que não estava interessado no jogo.

Danillo Ribeiro comemora gol do empate

O confronto começou a mudar aos 26 do segundo tempo. O Legião teve a oportunidade de matar o jogo e Cacá desperdiçou um gol fácil de fazer. Na sequência, o árbitro marcou falta em MIlla. Danillo Ribeiro bateu, a bola desviou na barreira e enganou o goleiro Batista: Ceilândia 1 x 1 Legião.

Muito espaço entre as linhas alvinegras

O empate não mudou a dinâmica do jogo. O Ceilândia era melhor, mas parecia com a rotação atrasada. Havia muito espaço entre as linhas e o time chegava quebrado à área do Legião. 

Nessa jogada, veio a falta e da falta o empate

De qualquer sorte, aos 40 veio a virada. Badhuga fez lançamento para Kennedy. Kennedy dominou com categoria e se jogou para fazer a assistência para Milla. Milla bateu de primeira e fez o gol da vitória.

Milla, com assistência de Kennedy, vira: 2×1

Com o resultado, o Ceilândia chegou a 15 pontos. Cumpriu a obrigação de vencer todos os times que não lutam pela classificação. Agora, na sequência, enfrentará Gama, Capital e Samambaia. 

Milla comemora seu segundo gol com a camisa alvinegra

Teoricamente, Ceilândia precisa de 4 pontos para garantir a classificação. Com tantos confrontos diretos, contudo, tudo pode mudar rodada a rodada.

As imagens utilizadas são reproduções do Canal FFTV no Youtube.

Para ficar na história!!!! Ceilândia é tri-cam-peão!!!

Adelson foi homenageado pela torcida: 3 vezes campeão.

O Ceilândia venceu o Capital na cobrança de pênaltis e se sagrou campeão do Distrito Federal de 2024.

Bambu conduz o Ceilândia para o jogo final

 

Como se esperava, foi sofrido. O Capital fez valer a certeza de que formou um grande time e foi um enorme adversário.

Um jogo para coroar a carreira de Adelson

Como na primeira partida, cada time foi melhor em um tempo.  Neste jogo, contudo, a situação inverteu: o Ceilândia foi melhor no primeiro e o Capital no segundo.

Clemente criou as melhores oportunidades de gol do Ceilândia

A melhor chance do jogo foi  do Ceilandia. Logo no início da partida, Kennedy e Clemente envolveram a defesa do Capital  e Clemente serviu Cabralzinho. Cabralzinho bateu de esquerda e mandou para fora.

Thiago foi pouco exigido no jogo, mas foi um gigante nos penaltis

O Ceilândia ainda rondou a área adversária diversas veze, mas não conseguiu marcar.

Romarinho foi o grande nome do Ceilândia na competição: artilheiro

Veio o segundo tempo e o  Capital voltou melhor. Como no primeiro tempo, contudo, o fato de estar melhor não significa que o outro time não jogou.

Bosco fez um grande campeonato

Até os 20 minutos do segundo tempo, o jogo era essencialmente equilibrado. O Ceilândia ate teve uma situação clara de gol: novamente Clemente viu Cabralzinho dentro da grande área, mas desta vez o passe foi um pouquinho longo e Cabralzinho não conseguiu dominar. Essa foi a última vez que o Ceilândia ofereceu real perigo ao Capital.

Bambu foi o pulmão alvinegro: jogou todos os jogos

Os últimos 32 minutos, incluídos os 7 de acréscimos, foram inteiramente do Capital. O adversário mostrou o de sempre: uma enorme variação de jogadas para envolver o Ceilândia. Para isso contou com o fato de que o Ceilândia sentiu as saídas de Romarinho e Clemente. Cabralzinho, já cansado, também não conseguia jogar.  Já não havia mais transição.

Euller teve menos trabalho desta vez: importante

Apesar do domínio, o Capital não levou perigo à meta de Thiago. A defesa alvinegra sempre evitou o perigo. A situação de maior perigo veio num cruzamento despretensioso que colidiu contra o travessão alvinegro (algo que já acontecera no primeiro jogo).

Badhuga é tricampeão pelo Ceilândia: 2010, 2012 e 2024.

Nos minutos finais, o Ceilândia foi valente como precisa ser nessas situações. As entradas de Nolasco e Elbinho ao menos deram mais fôlego ao time, permitindo que o time ao menos aqui e acolá fosse ao ataque. No geral, contudo, os minutos finais foram jogados no campo de defesa alvinegro.

Cabralzinho foi eleito para a seleção do campeonato

Aos 52, o árbitro encerrou o jogo. Vieram as cobranças de pênaltis. Tal como no jogo, os times  cuidaram em quase matar seus torcedores do coração.

Thiago defendeu 4 penaltis… é Campeão!!! (origem: GE.com)

Penaltis: Ceilândia 4×3 Capital – O primeiro a cobrar foi o pulmão alvinegro. Bambu cobrou mal e Luan defendeu. Romarinho do Capital bateu para a defesa de Thiago: 0x0.

Bambu levanta o troféu de campeão 2024

Agora foi a vez de Euller cobrar para o Ceilandia. Na cabeça de todos veio o filme da cobrança contra o Caxias. Desta vez não teve erro e ele marcou. Na sequencia, Leozinho bateu para nova defesa de Thiago: Ceilândia 1 x 0.

Romarinho foi o grande nome do Ceilândia, ao lado de Clemente e Euller

Veio a vez de Julio Cesar cobrar. Cobrou com maestria, mas Matheus Silva também fez: Ceilândia 2 x 1. Foi a vez de Elbinho que fez Ceilândia 3 x 1.

China fez um campeonato impecável: celebrou sozinho, de joelhos.

Com isso, o Capital precisava converter os 2 penaltis que lhe restavam e ainda torcer para que o Ceilândia desperdiçasse o penalti que lhe restava. Foi o que aconteceu: Maycon Lucas, Kennedy poderia ter feito o gol do título, mas Luan defendeu… e  Eder Lima mandou a disputa para os pênaltis alternados.

Thiago foi celebrado por todos

Nos penaltis alternados, o sofrimento mudou de lado. Nolasco perdeu, o Capital poderia ter sido campeão, mas Thiago defendeu a cobrança do título adversário, feita por Deivão. Continuava 3 x 3. 

Ceilândia tricampeão candango: 2010, 2012 e 2024

Na sequência, veio o título. Railson cobrou, a bola bateu no poste direito e correu toda a meta adversária até morrer na bochecha da rede oposta. Ceilândia 4 x 3. Faltava defender o pênalti adversário. Thiago não decepcionou e defendeu o penalti de Lucas Oliveira. Ceilândia campeão candango de 2024.

 

  

 

Ceilândia vai da euforia ao sofrimento, mas está na final: 4 x 3

Foi estranho ver a arbitragem entrar à frente apenas do Gama

O Ceilândia está na final do DF2024. Como se esperava, foi sofrido… mas nem sempre foi assim.

Cabralzinho oscilou entre a genialidade e a completa displicência.

Ao final do primeiro tempo o Ceilândia vencia por 4 x 0. É de se esperar que o torcedor espere que não terá sofrimento. O que não se pode esperar é que o time pense assim.

Kennedy abriu o marcador logo aos 2

Longa história curta: O Gama optou por um jogo ofensivo dobrando as opções de ataque nas costas dos laterais do Ceilândia na inversão de bola longa ou na bola longa simples.

Ceilândia era mortal no contra-ataque

O fato é que o Ceilândia teve espaços para avançar pelo meio e abriu o marcador logo aos 2 minutos com Kennedy.

Clemente também fez o dele.

Não demorou e Romarinho, em novo contra-ataque, fez 2 x 0. Um pouco mais depois, Clemente fez 3 x 0. No finalzinho do primeiro tempo, Badhuga fez 4×0.
Jogo decidido? Não! Veio o Segundo tempo. Julio Cesar no lugar de Bosco.

Romarinho faz o segundo go.

Dificil dizer se a alteração foi responsável pelo que vimos. O fato é que o Gama empurrou o Ceilândia contra as paredes: fez 1 com Nunes logo no primeiro minuto do 2t, fez 2  Emerson aos 9 e fez 3 com Ramon aos 39  e poderia ter feito 4 e empatado o jogo.

Nunes fez o que diz, com a complacência da arbitragem

Nunes somente não fez chover. Primeiro, intimidou o árbitro (Rudá é o melhor árbitro do DF, mas ainda não é um árbitro maduro: deixar-se intimidar é prova disto). Depois intimidou a defesa do Ceilândia e nem mesmo um amarelo tomou.  No final, contudo, o Ceilândia venceu por 4 x 3 e está na final.

No final, sofrimento…

Há toda a alegria pela conquista de vaga na final. Serão outros 2 jogos dificílimos. Se for contra o Capital, obviamente o favoritismo é todo do adversário. Se for contra o Brasiliense, pouco provável, será um jogo mais igual.
Que venha a final.

Ceilândia e Gama empatam e semifinal continua aberta

Jogo muito disputado e muitos cartões

Ceilândia e Gama empataram  em 0x0 no jogo deste sábado, no Bezerrão e a semifinal será decidida no Abadião.

Ceilândia levou mais perigo, mas jogo essencialmente equilibrado

Da mesma forma como o Gama jamais pôde se enganar no jogo de ontem, quando tinha mais iniciativa e posse de bola, o Ceilândia não pode se enganar no jogo de volta. A decisão está aberta.

Ceilândia foi um time solidário: isto faz muita diferença

Ontem, o Ceilândia foi dominado pelo adversário no primeiro tempo. Era um domínio enganoso. O Ceilândia teve as melhores oportunidades do jogo. 

China sofreu com as bolas longas

O Ceilândia não pode se enganar em relação ao jogo de volta: o Gama não está morto.

Paulinho e Kennedy sofreram pelo lado direito: sempre 3 contra 2

Claro, jogar em casa dá uma pequena vantagem ao alvinegro. A verdadeira vantagem do  Gato Preto, contudo, deve ser o melhor futebol de seus jogadores.

Cabralzinho subiu de produção quando teve mais espaço

Ontem, o primeiro tempo foi quase que inteiramente do Gama. Não que o Ceilândia tenha jogado recuado. Ao menos essa foi a nossa leitura. Mérito total do adversário que marcou bem pelos lados , Cabralzinho e Kennedy, e anulou Cabralzinho.

Kennedy foi muito marcado

Veio o segundo tempo e os espaços foram surgindo. Com mais espaço, Cabralzinho teve oportunidade de dar dinamismo à transição do Ceilândia. De quebra, os espaços pelos lados foram surgindo.

Romarinho deu muito trabalho para a defesa do Gama

O Ceilândia soube sofrer, contou com uma atuação segura do miolo de defesa, sofreu pelos lados, mas Thiago não foi muito exigido. 

Clemente fez a diferença: segurou a defesa do Gama e ainda levou perigo

O Gama, ao contrário, viu o Ceilândia ter dois gols corretamente anulados e o seu goleiro salvar o time alviverde da derrota num belo chute de Edson Reis.

Bosco tomou um cartão muito cedo. Equilíbrio no meio.

Agora os times se voltam para a partida decisiva no Abadião.  Como dito antes, a vantagem de jogar em casa ajuda, mas não faz diferença em campo. 

Comemoração de Luiz Felipe: estava impedido

O Ceilândia terá 90 minutos para vencer um adversário que demonstrou inegáveis qualidades. Claro, o Gato Preto tem também suas qualidades, mas terá que demonstra-las em campo.

 

Gato Preto vence Ceilandense e está nas semifinais do Candangão 2024

Festa da criançada na abertura do jogo

O Ceilândia sabia das contas: precisava vencer para classificar; precisava vencer e de um tropeço do Gama para ter o mando nas semifinais.

Pedro Carvalho substituiu Euller

O jogo contra o Ceilandense começou com o adversário surpreendentemente melhor que o Ceilândia.

Thiago Santos: defesa importante no início do jogo

O Gato Preto poderia ter ficado atrás do marcador, mas Thiago Santos impediu o gol certo de Gabriel Pedra.

Nolasco correu muito, mas foi substituido no intervalo

Aos poucos o Ceilândia equilibrou o jogo, mas o primeiro gol veio quando o Ceilandense ainda era melhor.

Luis Felipe começou no lugar de Romarinho: tímido e útil na defesa

Pedro Bambu cobrou escanteio na cabeça de Bosco que desviou para fazer Ceilândia 1 x 0.

Bosco e Pedro Carvalho comemoram: Ceilãndia classificado

Após o gol, o Ceilândia tomou as ações do jogo até o final da partida. 

Veio o segundo tempo e o Gama vencia o Real por 2×0  e teria vantagem contra o Ceilândia nas semis.

Clemente foi bem marcado. Bambu regular como sempre

Não demorou muito e Pedro Carvalho deu uma bela assistência para Elbinho fazer Ceilândia 2 x 0.

Elbinho comemora o seu gol

Enquanto isso, no Defelê, o Real diminuiu e depois empatou o jogo contra o Gama: 2×2

Com os resultados, o Ceilândia passara a ter a vantagem do mando nas semis contra o Gama.

Bosco fez o primeiro gol

Foi o que aconteceu. O Gato Preto enfrentará o Gama nas semis, primeiro jogo no sábado, 16, às 19h30, no Bezerrão.

Na outra semifinal os dois times de empresários se enfrentarão: Capital, que goleou o Santa Maria e Brasiliense que venceu a sua filial numero 2.

Kennedy foi deslocado para a meia e foi bem

No jogo de ontem o Ceilândia não contou com Euller , Cabralzinho e Romarinho. Seria importante tê-los contra o Gama.

 

Ceilândia e Gama empatam e classificação fica para última rodada

Kennedy deu assistência no empate

Como se esperava, foi uma partida disputada do primeiro ao último segundo. 

O Gama mostrou mais do mesmo: um time  de bastante intensidade e que é forte nas bolas longas. 

Clemente deu muito trabalho e mais uma vez importante

O Ceilândia teve um desfalque de última hora: Cabralzinho ainda não está recuperado e deu lugar a Nolasco. Isso mudou a maneira do time jogar.

Ceilândia fez boa partida, mas insuficiente para vitória

O primeiro tempo foi essencialmente equilibrado. O Gama teve mais iniciativa. O Ceilândia levou mais perigo, mas foi o Gama quem abriu o marcador.

Adelson sabe dos desafios para a classificação

Aos 41 do primeiro tempo, Euler desviou a bola para entrada da área. Gui Mendes acertou um belo chute e abriu o marcador.

Gol de Nolasco anulado: impedimento

Veio o segundo tempo e o Ceilândia empatou logo aos 8.   Euler subiu ao ataque  com Paulinho e Kennedy. Após bate e rebate, Kennedy ganhou do lateral e serviu Romarinho. O artilheiro não perdoou: Ceilândia 1 x 1 Gama.

Bambu: regularidade de sempre, cansou no 2o tempo.

Depois do empate, o jogo seguiu com o Gama tendo mais iniciativa, mas sem incomodar a meta de Thiago Santos.  A saída de bola do Gama com Wellington, Pedro e o volante Willian já não incomodava tanto.  A bola longa, que tanto incomodou no primeiro tempo, também não.

Torcida do Gama fez bela festa, mas um bom número de torcedores do Ceilândia se fez presente.

O jogo foi se arrastando sem que os goleiros fossem exigidos. Após os 38 do segundo tempo, o Ceilândia não deixou o jogo andar. 

No final, o empate em 1 a 1 não serviu nem ao Ceilândia, nem ao Gama. Para nós, a classificação ficou para o domingo, para eles a esperança do primeiro lugar ficou mais distante.

Valeu a pena! Gato Preto avança na Copa Verde

Railson mostrou que pode mais do que vinha mostrando

Se o jogo de hoje serviu para resgatar Henrique e outros jogadores, então esse jogo valeu a pena.

Foguinho retornou ao time: pode ser útil

Ceilândia e Real se enfrentaram na tarde desta quarta-feira no Bezerrão pela primeira fase da Copa Verde 2024.

Edson deu muito trabalho, mas o gol não veio

Os dois times estavam recheados de suplentes. Responsabilidade maior dos alvinegros. Os suplentes do Ceilândia vivem sob o ar de desconfiança na medida em que parecem estar muito longe da qualidade dos titulares.

Wisley é uma perda importante para a reta final

Em campo, o Ceilândia começou melhor. O Real equilibrou o jogo e teve mais posse de bola durante boa parte. 

Arbitragem confusa quase estraga o jogo

No geral, contudo, Henrique não trabalhou durante a partida. Em contrapartida, o Ceilândia errou muitos gols. Num único lance chegou a meter duas bolas na trave, uma no poste direito e outra no poste esquerdo.

Henrique defende o primeiro penalti

No final, 0x0. Jogo foi para a cobrança de penalidades e Henrique brilhou. Defendeu o primeiro e o quinto penaltis cobrados pelo Real. Kennedy, que entrara no segundo tempo, deu a vitória para o Ceilândia.

Kennedy deu números finais

Nota positiva do jogo foi ver que  alguns suplentes mostraram que podem jogar mais do que estavam jogando. 

Festa da vitória

Nota ruim do jogo foi a arbitragem e justiça seja feita, o árbitro é de Goiás. Impossível entender a seletividade das faltas apitadas num jogo fácil de ser apitado. Ao menos o árbitro não intimidou os jogadores do Ceilândia, como ocorreu por aqui. Para piorar, Wisley machucou seriamente e desfalca  o Ceilândia no restante do Candangão.

Henrique merecia um dia como este

No sábado, 19h30, o Ceilândia volta ao Bezerrão. Desta vez faz um jogo decisivo para as suas pretensões contra o time da casa. 

Ceilândia mostra força: 3×0 no Samambaia

Thiago fez defesa que mudou totalmente o rumo do jogo

Thiago, Cabralzinho, Romarinho e Clemente garantiram importante vitória do Ceilãndia sobre o Samambaia. 

Cabralzinho comemora com Clemente o primeiro gol

Jogando no Serejão, na tarde deste sábado, o Ceilândia foi eficiente e venceu o Samambaia por 3 x 0.

Bambu correu muito e pareceu sobrecarregado

O Ceilândia começou melhor, mas foi o Samambaia quem teve a primeira chance clara de gol, mas parou nas mãos de Thiago.

China teve muito trabalho, mas respondeu à altura

Não demorou muito e o Ceilândia abriu o marcador aos 19. Bela troca de passes pela direita com Paulinho, Kennedy e Clemente. Clemente serviu Cabralzinho na área. O meia driblou o zagueiro e marcou com categoria. 

Clemente: uma assistência, um gol e melhor jogador da partida

Foi muito legal ver Cabralzinho marcando, principalmente porque tem sido vítima de injusta perseguição por parte de um grupo pequeno de torcedores.

Romarinho: novamente boa partida e gol

Apesar do gol, a posse de bola era do Samambaia. Dos 49 minutos do primeiro tempo, 32 minutos foram jogados no campo do Ceilândia. 

Romarinho é o artilheiro do Candangão 2024

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou melhor ou o Samambaia voltou pior. O fato é que Thiago não fez qualquer defesa importante no segundo tempo. 

Para melhorar, Clemente, em jogada individual, fez um belo gol aos 21 do 2o tempo. Já no apagar das luzes, Elbinho deu bela assistência para Romarinho fazer 3 x 0.

Vitória para ser comemorada, mas sábado tem Gama

Na próxima rodada o Ceilândia vai ao Bezerrão enfrentar o Gama.  O campeonato agora ficou sério. 1 time dos 5 primeiros ficará de fora. A nota de corte atualmente é de 19 pontos. Quanto antes chegar nos 19 pontos, melhor.

Agradecimentos: todas as imagens acima são de Ceilandia EC Oficial (Alan Rones).