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Uma lição dolorosa: Ceilândia 0 x 6 Gama

Ceilândia é um time confuso com a bola e perdido sem ela.

É difícil não notar a sensação é de terra arrasada. A maior goleada em 40 anos da história de confrontos entre Ceilândia e Gama, A maior goleada do Candangão 2020.  Três derrotas em três jogos, dez gols sofridos e nenhum marcado.  Último colocado. O Gama fez hoje mais gols do que fizera nos últimos 6 jogos somados contra o Ceilândia . O fundo do poço. 

Ceilândia pouco incomodou a defesa do Gama

Vai ser uma noite difícil. O Ceilândia de hoje repetiu os mesmos erros do Ceilândia dos jogos anteriores.  Dessa vez nem a defesa foi capaz de segurar a goleada. O Gato Preto tem sérios problemas do meio de campo para a frente, tanto ofensiva quanto defensivamente. Muito já se disse aqui. 

Jogadores do ataque tem muitas funções. É preciso simplificar.

O caldo de cultura estava criado para a goleada de hoje. O Ceilândia até começou equilibrando as ações de intermediária a intermediária. Bastou um cochilo e a porteira foi aberta. Platini fez 1 x 0 aos 18. Aos 27, de penalti, Platini fez 2 x 0. Dois minutos depois, Esquerdinha fez 3 x 0.

Veio o segundo tempo e aos 8  Wallace fez 4×0. Um minuto depois, Julio fez 5 x 0. O Gama continuou soberano. Aos 22, Alba, de penalti, fez 6 x 0. 

Penalti claro: Gama está noutro nível

Não se pode dizer que o Ceilândia não foi valente. Pode-se até questionar que o time (salvo raras exceções) é excessivamente meigo nas disputas de bola, mas não se questiona a disposição.

O problema é que valentia não ganha jogo, é preciso jogar futebol. O Ceilândia precisa urgentemente funcionar coletivamente(isso é um trabalho do treinador),  voltar a jogar futebol. Mais que perder jogos, está perdendo o respeito dos adversários.

Cena comum no jogo de hoje: gol do Gama

Gauchinho precisa agir rápido. Apesar da valentia e da entrega e de 4 ou 5 bons valores, o Ceilândia ainda não funciona coletivamente. Quando um time não consegue jogar coletivamente depende das individualidades. O problema é que  3 ou 4 jogadores individualmente não estão rendendo como esperado. 

Está na hora de calçar as sandálias da humildade. Gauchinho chegou agora, mas a responsabilidade de fazer o time funcionar coletivamente é dele. Terá muito trabalho. 

Um grande escritor americano, Henry David Thoreau dizia: simplifique, simplifique. Nós podemos ter qualquer coisa que quisermos em nossa vida, mas nós não podemos ter tudo que queremos. Está bem.. hoje não podemos ser campeões, mas podemos ao menos recuperar a nossa dignidade.

Ceilândia versus Real: Outro Ceilândia, outro Real.

Formiga fez uma partida impecável: premiado com o gol da vitória
Historicamente o Ceilândia vai bem diante do Real: Em 2018, vitória fora de casa. Em 2019, empate em casa.

O Ceilândia  enfrenta o Real daqui a pouco, 15h30, no Regional, com portões fechados. O técnico Marcelo Conte terá a sua disposição o atacante Vinicius e o meia Evandro cujos contratos foram registrados no dia de ontem.

Rodolfo treinou muito bem, mas não vai enfrentar o Real: documentação. Jordã, está garantido.

O time está preparado. A evolução física do bom elenco do Ceilândia será posta a prova em teste importante. O Real venceu o seu primeiro jogo por 4 x 0 diante do Formosa. O jogo foi definido nos 17 primeiros minutos, quando o Real fez 3×0. Os dois primeiros gols, que definiram o jogo,  vieram de bolas paradas. 

Lucas tem sido muito exigido: o time depende muito dele. Se Lucas joga bem, o time joga bem.

O Real não é apenas bola parada, o Ceilândia sabe disso. O time alvinegro está ciente da importância de manter o foco e a concentração o tempo todo. O Real também sabe que o Ceilândia tem time para brigar pelo Top4 e que a semana de trabalho foi suficiente para que o time ganhasse ainda mais corpo. Será outro Ceilândia. Será outro Real. 

Marcone, Vinicius e Evandro disputam a bola: missão de levar o Ceilândia à primeira vitória

O Ceilândia evoluiu bem fisicamente. Contra o Unaí o time manteve-se organizado defensivamente o tempo todo. Em termos ofensivos deixou a desejar, talvez porque treinara com Sandro e Alex e os dois não puderam jogar. O primeiro teve problemas com a documentação. O segundo lesionou-se. Foi um contratempo importante.

Este é o primeiro jogo do Ceilândia em casa. A partida será disputada com portões fechados ao público.

Apronto para enfrentar o Real: Ceilândia tem muito que evoluir.

Evandro na disputa com Wallace. Time titular, de vermelho, venceu, mas não foi bem.

O Ceilândia fez nesta quinta, no Abadião, o treino apronto para a partida deste sábado, 15h30, com portões fechados ao público, contra o Real.

A se tirar pelo treino, o técnico Marcelo Conte tem motivos para estar preocupado. Apesar da vitória por 1×0, gol marcado por Michael, o time principal foi envolvido na maior parte do tempo pelos suplentes. O time pouco funcionou como equipe, dependeu muito dos esforços individuais.

Vinicius começou entre os suplentes, mas ainda não está regularizado

A verdade é que não foi o melhor treino do time principal. Havia dificuldade na saída de bola e principalmente na transição. Na transição o time avançava muito rápido,  abria espaços entre as linhas e esses espaços eram bem aproveitados pelo time suplente. 

O time suplente também tem os seus pecados porque foi incapaz de aproveitar as seguidas chances criadas, além de ter errado gravemente na saída de bola por diversas vezes.

Michael fez o gol dos titulares em jogada individual. Rodolfo, ao fundo, fez bom treino

O saldo do treino mostra que Marcelo Conte tem muito com que se preocupar para o jogo de amanhã. Os erros cometidos ontem, não podem em hipótese alguma se repetir amanhã. O time ainda procura um jogo mais estruturado e menos improvisado.

As noticias positivas estão em termos individuais. Alguns jogadores novos mostraram talento suficiente para acreditar que podem ajudar no DF2020. O problema é que nem todos estão registrados. 

O momento exige muita calma, concentração e, acima de tudo, trabalho… muito trabalho. 

 

 

Ceilândia surpreendeu fisicamente. Agora, o mais difícil.

Roni mal chegou e foi para o jogo: Sem ritmo de jogo, mas aguentou os 90 minutos

O Ceilândia está entrando na sua terceira semana de treinamento. No jogo do último domingo, no campo pesado e gramado alto de Unaí, a aplicação dos jogadores nos treinamentos levou a que o Ceilândia surpreendesse fisicamente.

Ceilândia surpreendeu fisicamente: comprometimento dos jogadores

Com esta semana inteira pela frente é natural que o Ceilândia chegue próximo da curva de treinamento dos demais times. Enquanto os adversários estão focados na manutenção da atual forma física, o alvinegro ainda trabalha para chegar em alto nível.

Lucas sofreu em Unaí: Problema para Marcelo Conte é fazer o time evoluir técnico e taticamente agora.

A distância no aspecto físico deve diminuir bastante nesta semana. Isso é uma boa notícia porque no sábado terá pela frente o Real, que goleou o Formosa por 4×0 no último sábado. Intensidade, volume e repouso são palavras da moda no CT do Gato Preto.

Marcelo Conte: foco nos aspectos técnicos e táticos.

Para esse jogo o técnico Marcelo Conte aparentemente não tem nenhum problema novo. Marcelo ainda procura o time ideal e não contou com alguns jogadores na partida de estreia, seja por problemas físicos ou administrativos.

Ceilândia é goleado pelo Real e enfrenta Minas nas semis

 

Real faz o quinto gol: goleada para esquecer.

Há dias em que todo o planejamento sai errado. Um desses dias foi ontem. Jogando no Serejão contra o Real o Ceilândia viveu um daqueles dias em que nada dá certo. O sistema de jogo não encaixou, o campo não ajudava e tudo que tinha para dar errado deu errado. 

Eliane foi um dos poucos destaques alvinegros na partida.

O jogo nem bem começou e já se sabia que havia algo errado. Todo o planejamento da semana caiu por terra nos primeiros toques de bola. O  Ceilândia optara por esperar a iniciativa do Real e, para piorar, o esquema tático do Ceilândia não se encaixava no jogo proposto pelo Real. 

Fernanda entrou, mas não era dia de Ceilândia

O jogo evoluía como a queda de peças de dominós. Primeiro as atacantes Katyelle, Sâmila e Thamyris assoberbadas de tarefas na marcação da zaga central, das laterais e na ajuda à sacrificada Bruninha, isolada no enganche… depois Thamires… depois Melissa … até explodir na defesa composta por Rafa, Eliane, Tatiane e Lauren que bravamente continham os ataques do Real.

Melissa pouco apareceu num dia em que o time não funcionou defensivamente do meio para o ataque.

O castigo não demorou. Dani Silva fez Real 1×0 nos primeiros movimentos do jogo. Ela mesma ampliou aos 22.  O Ceilândia tentou reagir, mas parecia não ter força. 

Thamyris assim como  Katyelle e Sâmila: sobrecarregadas de tarefas ofensiva e defensivas num esquema que não funcionou.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia voltou mais na base da força que do futebol. Era o mínimo que se esperava. O problema é que é preciso muito mais que força para vencer um jogo de futebol. O Gato Preto até diminuiu com Katyelle cobrando pênalti, mas logo em seguida perdeu a estrutura de jogo e o Real construiu facilmente o marcador de 5 x 1 com Amanda (2) e Maiara.

Lauren mostrou disposição, mas precisa de ritmo de Jogo. Tatiane mostrou o padrão de sempre.

O jogo deixou um gosto amargo na boca do torcedor alvinegro. Nunca faltou disposição, o problema é que ontem o sistema de jogo não encaixou. Parecia demasiado complexo entregando múltiplas e variadas tarefas a diversos jogadores. 

Sâmila a exemplo de Katyelle e Thamyris sofreu com as variadas funções.

Com a derrota o Ceilândia termina a fase de classificação em terceiro lugar. Nada está perdido. O time mostrou que tem coração. Talento todos sabem que tem.

Katyelle correu muito. O time tinha um problema no meio que repercutia no ataque ou o inverso?

Ontem foi um daqueles dias de esquecer. Um dia daqueles em que a gente complica algo que deve ser simples e direto e, por vezes, paga o preço. 

Uma imagem vale por palavras: 5 do Real contra 1 do Ceilândia

No próximo final de semana começam as semifinais. O Ceilândia tem o desafio de passar pelo atual campeão candango. Não pode dar ao resultado de ontem senão o valor que tem: o Ceilândia é bom, pode ser campeão, mas precisa vencer dentro e fora de campo. Só precisa jogar o que sabe.

Feminino: Ceilândia esta na semifinal após vencer Santa Maria

Karen pouco trabalhou e, nas vezes que foi exigida, foi bem.

Um problema no transporte fez com que o bom time do Santa Maria chegasse atrasado para partida deste sábado. Quando o jogo começou, o Ceilândia percebeu que os recentes resultados alcançados comprovavam a evolução de seu adversário. Foi um excelente teste para o alvinegro antes da sequência de jogos decisivos.

Thamirys fez a sua estreia. Mostrou que pode ser útil

O Ceilândia mostrou um futebol melhor. Melissa e Bruna ditavam o rítmo do meio campo. O time evoluia pelos lados com a bola no chão. O time evitava as bolas longas que tanto prejuízo causaram no jogo contra o Minas. 

Joice também fez sua estreia: time se reforça

Apesar do domínio territorial, o Ceilândia não conseguia entrar na área defendida pelo Santa Maria. Sâmila deslocada para a esquerda, dava trabalho à defensiva adversária. Katyelle movimentava-se livremente, mas o Ceilândia não conseguia entrar na área defendida pelo Santa Maria. Thamyris, que fazia a sua estreia, sentiu a dificuldade do time e tentava buscar a bola nas laterais. 

Rafa talvez tenha feito a sua atuação mais equilibrada

Thamyris e Joyce faziam as suas estreias. Obviamente ainda não estão em ritmo de competição. Thamyris foi muito útil no pivô e Bruninha, Melissa e Katyelle tiveram seguidas oportunidades de bater de fora da área. 

Foi assim, em chutes de fora da área que o Ceilândia fez os gols no primeiro tempo. Bruna fez o primeiro, aos 14, e Katyelle fez o segundo, aos 25.

Bruninha fez um excelente primeiro tempo. Muito disto se deve à aproximação de Melissa

Veio o segundo empo e o Ceilândia mudou. Silvania e Priscila entraram nos lugares de Joyce e Rafa (que tinha cartão amarelo). O Ceilândia fez 3×0 aos 10 do segundo tempo em belo cabeceio de Katyelle, após cruzamento de Tálita. 

Depois do terceiro gol o Ceilândia caiu de produção. Karen pouco trabalhou e nas vezes que foi exigida mostrou que porque um grande time começa com um grande goleiro.

Melissa tem o desafio de manter o nível de atuação na reta final

Ao apagar das luzes, Silvania e Fernanda trabalharam pela direita e a primeira fez Ceilândia 4 x 0.

Com o resultado, o Ceilândia garante a classificação nas semifinais. Agora pensar no Real.

 

Base: Sub17 está na semifinal. Sub15 para no Real

Sub15 ficou em dois empates contra o Real. Sonho fica para 2020

Os Candanguinhos Sub15 e Sub17 chegam na sua reta final. Nesse final de semana, o Ceilândia enfrentou o Real na fase de oitavas nas duas categorias.

No Sub17, o Ceilândia vencera o primeiro jogo por 1 x 0 no campo adversário. Precisava de um empate. E foi isso que ocorreu. O 2 x2 leva o Gato Preto à semifinal. O adversário será o Legião.

Sub17 segue para a semifinal

Já o Sub15 empatara no jogo de ida por 0x0. Precisava vencer no campo adversário, mas não passou de outro empate. Com esse resultado, o sonho do título fica para 2020.

4as de Final – Jogos complicados: Sub17 vence e Sub15 não passa do empate

Ceilândia Sub15 lutou muito, mas o gol não veio.

Neste final de semana, o  Ceilândia fez o jogo de ida pelas quartas-de-final do Candanguinho Sub15 e Sub17 contra o Real. 

O Real sub15 mostrou que é um bom time. Ceilândia vai ter que lutar muito.

No sábado, no campo do adversário, o Sub17  venceu por 1 x 0. Jogo difícil e   resultado  muito importante para o jogo de volta, a ser realizado na Metropolitana.

Cada time foi melhor em um tempo no sub15

No domingo, o Sub15 enfrentou o mesmo Real na Metropolitana. Foi um jogo muito igual, com as defesas contendo os ataques adversários.  O Ceilândia fez um bom segundo tempo  e vai ter que fazer mais que isso se quiser passar para a próxima fase. 

Ceilândia não teve chance clara de gol. O Real teve

No próximo final de semana os times sub15 e sub17 de Ceilândia e Real voltam a se enfrentar. O Sub17 tem uma pequena vantagem pelo regulamento, mas não pode confiar. O Sub15 tem a missão de vencer no campo do adversário. 

Registro de Ricardo Botelho do jogo Real 0 x 1 Ceilândia.

A Federação ainda vai divulgar data e horário dos jogos.

Fora do G4, Ceilândia tem semana de muitos jogos

Jairo tem armado o time conforme o adversário: banco tem sido importante

O Ceilândia retomou os trabalhos na tarde de ontem, agora com foco na importante partida de meio de semana diante do Capital. Com um jogo a menos, mas ocupando a sexta colocação da competição, o Gato Preto não tem gordura para queimar.

Tatuí foi o motor do time contra o Bolamense: função diferente

A vitória contra o Bolamense foi de certo modo um alívio. Para a torcida, o Bolamense tem sido o saco de pancadas da competição, mas isso não tira o mérito do time. O importante foi ter vencido.

ùltima vez que Ceilândia e Capital se enfrentaram foi em 2014: jogos sempre complicados

Contra o Capital, o time do técnico Jairo Araujo terá um adversário mais organizado em campo, tal como o Capital mostrou contra o Gama. O Ceilândia sabe que, mesmo tendo mostrado um jogo melhor, tendo um elenco melhor, vai ter que construir o resultado.  O Gama soube fazer isso, o Ceilândia também terá de fazê-lo, a exemplo do que fez nos últimos dois confrontos.

Classificação Candangão 2019

PosClubeJVEDGPGCSPts
11714303492545
217113331112036
3156451512322
4155731810822

O técnico Jairo Araújo tem armado o time conforme o adversário. Foi assim contra o Real e foi assim também diante do Bolamense. Por essas razões é possível crer que teremos um Ceilândia diferente diante do Capital. O jogo será amanhã, quarta, 20h, no Mané Garrincha.

 

Ceilândia tenta vitória contra o desesperado Bolamense

Vavá deu muito trabalho para a defesa do Bolamense, cansado, foi substituído no final
O Ceilândia é um time completamente mudado em relação a 2018 quando venceu por 2 x 1

O Ceilândia enfrenta daqui a pouco, 16h, no Abadião, o Bolamense. O Gato Preto estreou com um empate diante do Real. A equipe esteve relativamente bem em sua estreia.

O mais importante, naquele momento, foi avistar os conceitos adotados pelo time alvinegro de 2019.  E nisso o time foi bem. Soube sofrer quando precisou sofrer, recuperou-se, controlou o jogo e só não venceu porque, como era de se esperar, ainda tem muito que evoluir.

Comemoração dura pouco: Ceilândia já pensa no Capital.

Para a partida de logo mais a esperança é que Jairo Araujo já possa contar com os jogadores contudidos como Caio, Romario e Formiga. Exceção para Dudu Lopes que não deve jogar tão cedo. Outras peças foram colocadas à disposição de Jairo, casos de Tatuí, Luan, David Oliveira e Raphael.

O jogo é importante para ambas as equipes:  O adversário vem de duas derrotas e precisa desesperadamente de um bom resultado. Para o experiente Gato Preto o jogo é importante porque o time joga em busca de sua primeira vitória.

Tatuí regularizado. Wilker ganhou elogios

Ceilândia teve muita dificuldade contra o Real.

Depois dos problemas burocráticos que o impediram de jogar contra o Real, Tatuí enfim está regularizado. O atacante está à disposição de Jairo Araujo e pode jogar domingo, 16h,  no  Abadião, diante do Bolamense.

Nome
Tatuí
Posição
Atacante
Altura
1,70m
Peso
69kg
Ligas
Campeonato Candango
Temporadas
2019
Nascimento
14 de outubro de 1991
Idade
29

Na partida contra o Real jogou Wilker, e o jovem atacante não decepcionou. Wilker começou pela direita e ajudou defensivamente no pior momento do Ceilândia no jogo. Quando  o Ceilândia equilibrou o jogo,  Wilker fez o simples, dando ritmo ao jogo, fazendo a bola rolar.

Wilker jogou em ambos os lados do campo: peça importante

Na segunda etapa, Wilker já estava mais confiante e deu muito trabalho para a defensiva do Real. Como todos os jogadores, Wilker ainda não está no auge de suas condições, mas mostrou que pode ser útil.

Nome
Wilker
Posição
Atacante
Ligas
Campeonato Candango
Temporadas
2019
Nascimento
30 de junho de 1998
Idade
22

Nesta quarta o Ceilândia treina em apenas um período. Na quinta faz o apronto para a partida contra o Bolamense.

 

Lateral é problema. Romário e Formiga podem voltar.

Ronaldo deixou o campo lesionado na perna direita: Ceilândia teve que improvisar

O treinador Jairo Araujo tem uma série de problemas para administrar nesta semana. O maior problema está na lateral-direita: Dudu lesionou-se gravemente na semana passada e está fora dos planos. Com uma lesão no joelho, o jogador do elenco atual que mais vezes atuou pelo Ceilândia revive o drama de 2015.

Tatuí teve problemas na regularização. Formiga está machucado.

O outro problema é Ronaldinho. O jogador que fez a sua estreia no final de semana, saiu de campo lesionado e também é dúvida. De qualquer sorte, o Ceilândia já foi ao mercado em busca  de um lateral-direito.

Dudu fez talvez sua melhor apresentação com a camisa alvinegra. Adelson costuma alternar os laterais
Dudu volta a sofrer com lesão.

Romario e Formiga também estão lesionados e  por isso não enfrentaram o Real A expectativa é de que ambos estejam em condições de enfrentar o Bolamense no final de semana.

Erisson foi improvisado na lateral

O outro problema e extracampo. Problemas administrativos impediram o correto registro de Tatuí. Os documentos foram novamente encaminhados à CBF para que o nome seja publicado no BID.

Jairo observa: Ceilândia precisa de contratar

O Gato Preto retomou os trabalhos nesta segunda. Hoje,  treino leve no CT pela manhã e academia no período da tarde.

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Ceilândia empata: atuação foi melhor que o resultado

Ceilândia sofreu com a forte marcação exercida pelo Real no começo da partida

O Ceilândia empatou na estreia do Candangão. Jogando na manhã deste domingo, com a presença de um bom público no Abadião, o Gato Preto não passou de um empate contra o Real em um jogo no qual, excetuando-se os 25 primeiros minutos iniciais, foi sempre melhor que seu adversário. O Ceilândia não encheu os olhos, mas em início de temporada é sempre bom ver que o time tem potencial para mais.

Luciano Mandi ganha pelo alto. Ceilândia demorou a equilibrar o jogo

O Real começou melhor. O time azul começou com uma marcação alta e enquanto teve forças para manter esse tipo de marcação esteve melhor que o Ceilândia. O Ceilândia sentiu a marcação forte do adversário e tinha enormes dificuldades para sair jogando. Felipe e Cocada, na defesa, Gago e Helinho, no meio, não tinham espaço nem tempo para pensar.

Wallace esteve bem e quase abriu o marcador.

O adversário tinha a iniciativa do jogo e passou a rondar a área alvinegra, mas sem criar oportunidades de gol. A principal chance na primeira metade da etapa inicial, como não poderia deixar de ser, esteve com o Real. Erro do Ceilândia na saída de bola que Daniel mandou para fora.

Ronaldo deixou o campo lesionado: Ceilândia teve que improvisar

Após os minutos iniciais, o Ceilândia foi aos poucos foi se assentando no jogo. Embora não criasse situações claras de gol, o alvinegro foi empurrando o Real para o seu campo de defesa. Melhor na segunda parte da etapa inicial, o Ceilândia já conseguia fazer a transição defesa-ataque sem a pressão do Real. O Gato Preto poderia ter aberto o marcador, mas a defesa salvou gol certo de Walllace.

Erisson foi improvisado na lateral.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia continuou melhor. Com um jogo de posse de bola, o Gato Preto tinha o domínio das ações, mas na primeira subida do Real ao ataque o placar foi aberto. Falta na intermediária direita de defesa lançada na área e Eduardo cabeceou para fazer Real 1 x 0.

David Dener teve a difícil missão de ser “boi de piranha”: Muita luta

O Ceilândia manteve o padrão. Continuou com a posse de bola. O Real pouco chegava e nas vezes que o fez dependia da bola parada ou do chute de longa distância. O Ceilândia era melhor, mas o gol não saía.

Felipe começou errando alguns passes. Depois, comandou a defesa e assustou a todos ao cair.

De tanto insistir, o gol de empate veio como consequência de uma série de escanteios. A bola passou por todos na área e Gabriel, que entrara no lugar de Luciano Mandi, empatou.

Gabriel (18) empata: Ceilândia melhor na maior parte do jogo

 

Depois do gol, o Ceilândia continuou com o domínio. Poderia ter vencido, mas as conclusões eram sempre contestadas pela defesa do Real. Não houve oportunidades claras.

Comemoração dura pouco: Ceilândia já pensa no Bolamensel.

No final, o resultado não expressou o domínio que o Ceilândia exerceu na maior parte do jogo. A atuação do Gato Preto foi melhor do que aquilo que ele colheu em campo. O campeonato está apenas começando.

Guerra psicológica: Ceilândia é para os fortes

Gilmar Erê brigou o tempo todo de costas para a defesa adversária
Ceilândia enfrenta o bom time e o poder econômico do Real; Jogo vai ser difícil

Jairo Araujo e elenco já sabiam ou deveriam saber: O Ceilândia é para os fortes. O time tem uma incrível capacidade de superar dificuldades de toda ordem: política, econômica, administrativa, climática e outras tantas. Terá que fazê-lo novamente. Isso não é novidade para um elenco tão experimentado.

O mundo futebolístico desconfia do Ceilândia. Aliás sempre desconfiou. Para o renovado elenco 2019 é importante saber que tudo isso faz parte de uma guerra psicológica na qual o importante é focar no trabalho.

Segundo se apurou, o Ceilândia sequer é cogitado como um dos favoritos ao título. Não que ser favorito seja importante. É tão ruim quanto. O Ceilândia está no limbo, num contexto em que Brasiliense (por sua camisa e elenco) e o Real (por seu elenco) parecem sair na frente.

O Ceilândia não é considerado nem mesmo por sua camisa e isso para um torcedor parece uma afronta. Sempre se deve fazer referência à camisa do Ceilândia, do Gama ou do Sobradinho, apenas para ficar com os três mais antigos times da primeira divisão. A camisa do Ceilândia foi forjada no campo de batalha, no campo de jogo!

Rodriguinho e Jairo começam a montar o time

As análises feitas em relação ao elenco não ressaltam que Jairo Araujo é um técnico de indiscutível qualidade,  que temos alguns dos melhores laterais, uma dupla de zaga que parece jogar junto há muito tempo, um dos melhores meias criados na cidade e jogadores rodados e vitoriosos.

A análise que coloca o Ceilândia no limbo é perigosa porque tende a pressionar o time em busca de um resultado a qualquer custo. É como se fora uma guerra psicológica em um campeonato que ainda vai começar.  Um desafio a mais. O resultado deve vir como produto da evolução de um trabalho.

Trabalho é o que não falta. O campeonato está apenas começando.

 

 

 

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Ceilândia termina preparação para a estreia contra o Real

Victor Brasil chegou esta semana. Responsabilidade será de Vinicius

O Ceilândia encerrou as suas atividades com vistas ao jogo contra o Real com um treino leve no Abadião na manhã desta sexta.

O técnico Jairo Araújo deve manter a base do time dos jogos de pré-temporada com Vinicius no gol. De todos os setores o que parece ter dado menos trabalho é o da defesa: Cocada e Felipe parece terem se dado muito bem com a proteção oferecida pelo restante do time, incluindo aqui os jogadores de ataque.

Há muita expectativa em relação ao que Luciano Mandi consegue produzir

O time ainda tem dificuldades no último passe, mas o Ceilândia não deve ser o único time com esse problema. A qualidade individual dos atletas deve fazer a diferença se os times se equilibrarem físico, tática e mentalmente.

Defesa pareceu o ponto mais ajustado: Time começa a defender no ataque

Fora de campo há muita expectativa. O Estádio passará por nova vistoria nesta sexta. A Diretoria crê em portões abertos. Alguns problemas estruturais não possuem solução de curto prazo. O Ceilândia precisará e convive com isso há algum tempo.

Ataque ainda chega desequilibrado: Jairo ainda tem muito trabalho

Outro problema está na publicação dos nomes dos jogadores no BID. Alguns atletas importantes ainda não tiveram o registro publicado e, conquanto se saiba que a CBF traga uma extensa lista na véspera, há sempre algum temor.

Glauber comemora o único gol da partida
Em 2017, único jogo no Abadião e vitória do Real por 1 x 0. Glauber comemora o gol da partida

Ceilândia e Real enfrentam-se domingo, 10h30, no Abadião. Os ingressos, se permitida a entrada de torcedores, serão vendidos na bilheteria a partir das 9h30 com preços a princípio variando entre R$ 10 e R$ 20.