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Um jogão em 2012 com muito sofrimento alvinegro

Decisão em Ceilândia: O Regional vai tremer!

20130415cec3x0brazlandia_115A evolução do Ceilândia vai ser colocada à prova a partir das 15h30 de hoje no Estádio Regional de Ceilândia. Depois de fazer duas boas partidas contra o Ceará pela Copa do Brasil e vir de vitórias por 3 x 1 sobre o Brasília e 3 x 0 sobre o Brazlândia pelo campeonato do Distrito Federal, o alvinegro de Ceilândia tem a sua frente o desafio de vencer o Ceilandense para assegurar uma vaga nas finais da Taça Mané Garrincha.

Não vai ser fácil, mas o time parece preparado para isso. A preocupação é sempre com os primeiros minutos de jogo porque vem sempre à lembrança o início contra o Botafogo-DF e o desastre daquela partida.

Um jogão em 2012 com muito sofrimento alvinegro
Um jogão em 2012 com muito sofrimento alvinegro

O sempre exigente Adelson de Almeida diz que essa não deve ser a única preocupação. O time tem que ser consistente o jogo inteiro. Numa partida decisiva como a de hoje o time não pode oscilar.

Adelson tem quebrado a cabeça para montar o time. Com Marcelo Costa, Adelson aparentemente encontrou a formação ideal para a sua defesa.

A saída de Marcelo da cabeça de área deu a titularidade para Cleber e Klécio foi deslocado para a meia, brigando com Elvis. O time muda muito conforme um ou outro jogue.

O Ceilandense entra em campo classificado, mas tem o objetivo de garantir o primeiro lugar do grupo. Um empate serve ao Ceilandense. O problema para o CEC é que um empate praticamente elimina o Gato da competição.

Uma vitória simples garante ao Ceilândia o primeiro lugar do grupo. Qualquer outro resultado leva o Ceilândia a ter que esperar uma combinação improvável de resultados.

Léo Gabiru passa por Daniel: CEC foi mal no primeiro tempo

Sem tempo para mais nada: Amanha, derby da cidade.

Léo Gabiru passa por Daniel: CEC foi mal no primeiro tempo
Em 2012: Léo Gabiru passa por Daniel

O CEC encerra a sua preparacao para o jogo deste sabado, 15h30, no Estadio Regional de Ceilandia na manha desta sexta-feira.

O Ceilandia precisa vencer a partida contra um já classificado Ceilandense. Qualquer outro resultado e o Ceilandia pode ser ultrapassado por Brasilia ou Capital ou ainda pelo Gama.

A diferenca de investimento entre as equipes torna a responsabilidade alvinegra ainda maior.

A comissao tecnica afirma que a delegacao esta enfrentando o desafio com serenidade, sabendo que, pelo futebol demonstrado nas últimas partidas, o Ceilandia tem total condicoes de vencer e consolidar a sua posicao de um dos favoritos ao titulo da competicao.

Adelson pode fazer alteracoes na equipe. Diante da maratona de jogos, Adelson tem revezado alguns atletas. Didao, Alisson e Rodriguinho foram poupados contra o Brazlandia e podem retornar a equipe neste sabado.

Ceilandia se prepara para a decisao!

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2012: Cassius entrou ainda no primeiro tempo: Na base da garra, CEC empatou o jogo

O Ceilandia faz hoje o seu último preparativo para a decisao do grupo B do Metropolitano 2013. A partida contra o Ceilandense esta marcada para as 15:30 do sabado.

Adelson de Almeida acredita que o time enfim entrou em ritmo de competicao, após haver alternado um resultado ruim com outro bom nos últimos jogos (derrota para o Gama, empate com o Ceará, vitória contra o Brasília, derrota para o Ceará e, enfim, vitória contra o Brazlandia).

O time sabe das dificuldades. O clima no time é de tranquilidade, dentro do possível.

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Dimba faz o gol do empate em 2012. CEC perdia por 2 x 0

O Ceilandia nao tem problemas sérios para a partida do sábado, a nao ser o adversário. Todos os jogadores estao a disposicao do treinador.

Os últimos confrontos entre Ceilandia e Ceilandense tem marcado o ressurgimento do CEC. Foi assim em 2010, naquela vitória sofrida e com dois jogadores a menos. Foi assim no ano passado, quando o CEC sofreu para empatar com o até entao apenas esforcado time do Ceilandense.

No sábado, o Ceilandia enfrenta um Ceilandense que faz boa campanha na competicao. É um time desconhecido, mas que resultou num bom conjunto e por méritos alcancou a lideranca do grupo.

Ceilandia – o desafio de manter o ritmo para se classificar

Cassius: experiencia pode contar nessas horas
Cassius: experiencia pode contar nessas horas

O Ceilandia retomou os trabalhos com vistas a partida decisiva desse sábado, diante do Ceilandense. O técnico Adelson de Almeida tem pela frente o desafio de vencer um adversário de campanha consistente.

Daqui por diante, cada jogo é uma eliminatória. Segue adiante apenas o vencedor. O CEC viveu isso o ano passado.

O CEC vem ganhando corpo nos últimos jogos. A prova disto é que Adelson tem feito modificacoes de partida a partida, mas o time do Ceilandia tem mantido um padrao de  jogo. O time tem crescido na reta decisiva.

Isso sera importante na partida deste sabado. O Ceilandense tem feito boas partidas e deu trabalho aos seus adversarios.

Adelson tem poupado alguns jogadores em face da sequencia de partidas. Rodriguinho e Didao, por exemplo, ficaram no banco diante do Brazlandia. Alisson sequer foi relacionado.

Para o Ceilandia é vencer ou vencer. Qualquer outro resultado deixa o CEC praticamente eliminado, a merce de uma combinacao improvavel de resultados. O time é experiente e sabe disso. Os novos tem dado conta do recado, mas serao uma vez mais provados.

O Fantasma do Ceilandense

Cassius entra: CEC entrou cheio de si e teve que remar até empatar
Cassius entra: CEC entrou cheio de si e teve que remar até empatar

Faltando dois dias para a decisão o clima começa a ficar tenso, ao menos para o torcedor. Há uma certa eletricidade no ar. A preocupação geral é com eventual acomodação do CEC em função da pequena vantagem que  o time possui. Adelson é cuidadoso e jamais deixaria que o time se acomodasse com tão pequena vantagem.

De lado a lado o discurso é otimista. O Ceilândia vive boa fase, vem de seis vitórias consecutivas e o adversário vive o seu inferno astral, mas diz que não está morto e que tem condições de vencer o time do Ceilândia, de Dimba e Allan Dellon, no Abadião.

O Ceilândia reencontrou o seu melhor futebol após o sofrido empate diante do Ceilandense. Naquela partida o time chegou a estar perdendo por dois a zero, mas lutou e evitou a derrota. Depois daquela partida o time se convenceu que não pode entrar desligado. Sábado isso poderia ser fatal.

Dimba faz o gol do empate: sufoco!
Dimba faz o gol do empate: sufoco!

O time mudou de lá para cá em todos os aspectos, inclusive emocional.

Na essência o Ceilândia não precisa mudar para a decisão: basta jogar o futebol apresentado em toda a competição. Adelson deve apenas fazer pequenos ajustes na equipe para evitar que o Luziânia tenha a liberdade na armação que teve no último final de semana. No mais, o time está quase preparado para a finalíssima.

Enquanto isso os preparativos para a final continuam. A direção informa já ter se reunido com a Polícia Militar para tratar dos preparativos para o jogo. Alguns pequenos retoques estão sendo feitos no Abadião.  Serão colocados 3000 (tres mil ingressos) a venda e os portões serão abertos as 14h30.

Parte da arquibancada será reservada para a torcida do Luziânia. Como dito: há uma certa eletricidade no ar.

CEC vive dias de decisão

Allan Dellon: aos poucos entrando no ritmo
Allan Dellon: aos poucos entrando no ritmo

O Ceilândia enfrentará o Brazlândia no próximo final de semana com uma situação relativamente tranquila na tabela. Quando se diz relativamente tranquila é porque uma derrota pode colocar o CEC na obrigação de ter que vencer o seu último jogo, contra o Gama, no Bezerrão, a qualquer custo.

Com sete pontos, o Ceilândia se classifica antecipadamente desde que vença, independente de qualquer outro resultado. Qualquer outro resultado, aliado a uma vitória do Ceilandense sobre o Capital, coloca o Gato numa situação complicada.

O projeto da Comissão Técnica inclui garantir a primeira colocação do grupo. No turno isso se mostrou muito importante. Na semi, o time soube usar a vantagem e eliminou o Brasiliense. Na final, jogou pressionado e acabou perdendo o título para o Luziânia.

Partida contra o Brazlândia pode definir classificação
Partida contra o Brazlândia pode definir classificação

Para a partida diante do Brazlândia,  Adelson de Almeida não deve fazer alterações. O time entrou muito mudado contra o Formosa e a tendência é que Adelson deva manter a equipe.

 

 

Cidade do Gato - plantio - Foto: Antonio Gomes

Cidade do Gato: Segundo campo começa ser gramado

O incansável Almir de Almeida fiscaliza o plantio do novo gramado. Foto: Antonio Gomes
O incansável Almir de Almeida fiscaliza o plantio do novo gramado. Foto: Antonio Gomes

A vaga para a Série D ainda é um sonho distante dentro do planejamento para 2011. Enquanto não vem e trabalhando calado, o CEC continua se preparando para o futuro. As obras na Cidade do Gato continuam no ritmo possível e nesta semana o segundo campo de futebol começou a ser gramado.

A previsão é a de que em três meses o gramado estará pronto para ser utilizado. Com isso, a Cidade do Gato passará a contar com dois campos para treinamentos.  Outra previsão é a de construção de mais um campo gramado, que passaria a ser utilizado pelas categorias de base.

Segundo campo começa a tomar forma na Cidade do Gato - Foto: Antonio Gomes
Segundo campo começa a tomar forma na Cidade do Gato - Foto: Antonio Gomes

A semana começou com o Ceilândia realizando treinamentos leves visando a partida decisiva deste final de semana, contra o Formosa. O técnico Adelson de Almeida em princípio não tem dúvidas para escalar o time.

Adelson também não deve precisar a maneira de o time atuar. A previsão é a de que, precisando do resultado, o Formosa se sinta na obrigação de jogar aberto. Nessas condições o CEC não deve passar pelas dificuldades que enfrentou diante da retranca armada pelo Ceilandense.

Dimba recuperou a autoestima, depois dos atropelos ocorridos na semana  da decisão contra o Luziânia. O artilheiro foi muito cobrado por sua atuação em campo, especialmente por se mostrar excessivamente pilhado naquela partida. Mais calmo, mas nem por isso desligado do jogo, o artilheiro tem sido absolutamente importante no returno.  Nos últimos dois jogos fez quatro gols e agora é o vice-artilheiro da competição, com sete gols.

Panda recebe amarelo: penalti controvertido

Relegado ao ostracismo

Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense
Allan Dellon: prejudicado pela atuação do time contra o Ceilandense

O Ceilândia iniciou o campeonato como um dos favoritos a competição, ao lado do Brasiliense.

No geral, o Ceilândia eliminou o rival na semi-final da Taça JK e disputou a decisão contra o Luziânia. Derrotado na decisão, o Ceilândia é líder do seu grupo no returno, mas ainda assim foi relegado ao ostracismo no segundo turno. Fala-se com toda a razão do Luziânia, mas também se fala de Brasiliense, Gama e Sobradinho. Pouco se fala do Ceilândia.

Isso pode significar muitas coisas. Um dos significados é que a avaliação geral é o de que o Ceilândia já não é mais um dos candidatos ao título.  Outro significado está no fato de que o CEC prefere trabalhar calado. Nesse caso os resultados devem falar pelo time.

De maneira geral o Ceilândia entra nesta fase do returno com a obrigação de vencer os seus jogos para recuperar um mínimo de respeito. Não que o time tenha uma má campanha, os resultados demonstram que a campanha é até boa. O problema é que o Gato, como sempre foi, tem sempre que remar contra a maré.

Breno em ação: CEC está sem força nas laterais
Breno em ação: CEC está sem força nas laterais

No próximo domingo o CEC enfrentará o Formosa, na cidade de goiana. Para essa partida Adelson talvez não precise mudar muito a maneira de jogar do time. O time tem feito gols e isso talvez não o preocupe, mas deveria.

A atuação dos laterais nas últimas partidas tem incomodado o torcedor. Os dois alas tem mostrado dificuldade para chegar ao fundo sem prejudicar o time defensivamente. Falta-lhes força ofensiva. O resultado é que Breno e Felipe não tem se arriscado no ataque. Isso não pode ser uma constante e ao menos uma vez os laterais tem que incomodar o adversário. O CEC está se tornando previsível. Contra times tecnicamente mais fracos, isso não é problema, mas na fase decisiva pode ser.

Outro problema para Adelson está na saída de bola. O time não tem variado na saída de bola. O time mostrou um estilo contra o Capital e o manteve diante do Ceilandense. Foi fácil para o Ceilandense identificar o modo como o time se lança ao ataque e neutralizar as investidas do Gato.

Para piorar, contra o Ceilandense o Ceilândia não teve paciência e cedeu sucessivos contra-ataques ao adversário. Não é todo dia que se sai de um 0x2 e se empata. O time precisa de mais opções na saída de bola e isso implica mais responsabilidades seja para Diego Marangon ou Allan Dellon. Não há nenhum problema se Allan Dellon vier buscar a bola. O que não pode é o volante ter que carregar a bola por 30 metros para dar o passe e armar o contra-ataque adversário.

CEC joga apenas um tempo e empata: 2 x 2

Dimba finaliza para empatar: empate suado
Dimba finaliza para empatar: empate suado

O Ceilândia precisou usar de toda a sua força para arrancar um empate heróico diante de um apenas limitado Ceilandense na tarde deste domingo, no Abadião.

O jogo nem bem começou e o Ceilandense mostrou a que vinha. Marcando em seu próprio campo e preparado para os contra-ataques contando com a habilidade do atacante Léo Gabiru, o Ceilandense procurava explorar os erros alvinegros.

Com Allan Dellon marcado e Didão recuando constantemente para as linhas de volantes, o CEC era um time sem inspiração. O resultado dessa apatia era que o CEC dava constantes contra-ataques para o Ceilandense, mas o adversário era incapaz de criar situação de perigo para a meta de Pedro.

Léo Gabiru passa por Daniel: CEC foi mal no primeiro tempo
Léo Gabiru passa por Daniel: CEC foi mal no primeiro tempo

Ao contrário, o CEC esteve próximo de abrir o marcador quando Didão, meio querendo, meio sem querer, acertou o poste direito da meta rubronegra. Apesar da boa conclusão, o Ceilandense rodeava mais o gol do Gato. Num desses lances, Léo Gabiru foi derrubado dentro da área. Penalti que Thiago Ferreira converteu. Eram 18 minutos.

Após o gol, o Ceilandense recuou quase que por completo. O Ceilândia até que chegou próximo do empate, mas nas duas oportunidades o goleiro adversário salvou as conclusões de Liel e Dimba.

O primeiro tempo encaminhava para o a vitória parcial do Ceilandense por 1 x 0, mas a arbitragem viu penalti na bola que cruzada tocou no braço esquerdo de Panda. Muita reclamação alvinegra. Thiago Ferreira não tinha nada a ver com isso e fez 2 x 0.

Claudionor foi dominado por Adriano. Reconhecimento pelo esforço, mas o time precisa de resultados.
Claudionor foi dominado por Adriano. Reconhecimento pelo esforço, mas o time precisa de resultados.

Veio o segundo tempo e Adelson colocou Luiz Fernando e Alcione tirando Breno e Daniel. O Ceilândia foi para o abafa. Mesmo assim não conseguia se aproximar da meta rubronegra. Adriano ganhava todas.

A torcida sentia a necessidade da entrada de Cassius no lugar do então esforçado, mas inoperante Claudionor. O tempo passou e a torcida ficava impaciente porque o CEC era incapaz de criar situações de gol.

Tudo mudou aos 20 minutos quando Cassius entrou, mas no lugar de Diego Marangon. Na primeira bola Cassius ganhou de Adriano. Na segunda, ganhou novamente. Na terceira, Adriano chutou tudo o que podia, mas Cassius aguentou o tranco. O domínio de Adriano na grande área acabara.

Dimba comemora o gol de empate: na valentia
Dimba comemora o gol de empate: na valentia

Aos 30, num bate e rebate dentro da área, Liel tocou para Dimba diminuir. O CEC continuou melhor, mais no coração que na técnica. Aos 35 Dimba recebeu uma entrada criminosa, mas arbitragem deu apenas cartão amarelo para o defensor rubronegro.

Aos 40, Allan Dellon foi derrubado na área. No mesmo lance, Claudionor também foi derrubado. A arbitragem mandou seguir.

Aos 48, novo bate e rebate na área. A bola sobrou para Dimba. Com o artilheiro do Gato não há muita conversa. Gol do Ceilândia. Empate na raça, mas pouco para quem quer ser o melhor do campeonato.

O CEC jogou com Pedro, Breno (Alcione), Panda, Liel e Felipe. Daniel(Luiz Fernando), Diego Marangon (Cassius) , Didão e Allan Dellon. Dimba e Claudionor.

CEC x Dense: vale o primeiro lugar

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Em outros tempos se diria que o jogo deste domingo colocaria lado a lado Ceilandia Norte versus Ceilandia Sul.
O tempo passou e as equipes perderam as suas raizes.
De qualquer forma, o confronto da segunda rodada define quem entra na terceira rodada como líder do grupo B.
O Ceilandia tem contra si a responsabilidade de ser, ao lado do Brasiliense, um dos favoritos que decepcionaram no primeiro turno.
O Gato ao menos chegou na final e apresentou um futebol minimamente convicente na estréia do segundo turno.
O Ceilandense vem embalado pela vitória fora de casa diante do Gama.
Para demonstrar a importancia da partida, o Gato deve levar a campo o que tem de melhor. Todos os titulares estao confirmados.

CEC é líder do seu grupo

Ceilândia ficou acomodado e levou sustos
Ceilândia ficou acomodado e levou sustos

A vitória no último sábado aliviou um pouco o clima para os lados da Cidade do Gato.

O Ceilândia fez uma partida chata contra o Capital e foi muito cobrado por isso. Mas não houve apenas falhas, o CEC teve méritos e devem ser reconhecidos.

O principal problema do último sábado é que o  Capital não queria jogar e isso tornou a partida realmente difícil de ser jogada. O Capital sofreu o primeiro gol e ficou atrás, sofreu o segundo e continuou na mesma, sofreu o terceiro e nada de adiantar a marcação ou de tentar pressioanar.

O CEC com o placar garantido ficou tocando de lado… Resultado: vencendo por 3 x 0 e sem resistência do adversário, o CEC ficou enrolando até que se desconcentrou. Tendo desconcentrado, sofreu o gol e passou a ser cobrado pela torcida e profissionais da imprensa justamente por ser um time experiente

Felipe no ataque: crítica aos laterais
Felipe no ataque: crítica aos laterais

No final existe a constatação de que a vitória foi fácil e se foi fácil o CEC fez prevalescer a sua melhor condição técnica e até mesmo física. Outro ponto positivo foi que Didão teve oportunidade de pegar ritmo de jogo, o mesmo em relação a Allan Dellon. Luiz Fernando entrou no final e pareceu estar muito fora de forma.

A despeito dos aspectos positivos, ficou a sensação de que o Capital deve ser goleado pelos demais adversários e que o saldo de gols do CEC pode pagar as contas no final.

Dimba faz a festa da molecada: quanto vale o show:

Quanto vale o show?

CEC e os meninos do terrão: quanto isso vale?
CEC e os meninos do terrão: quanto isso vale?

Aleatoriamente o SiteCEC lançou uma pesquisa no Google com as palavras: show filetype:pdf site:buriti.df.gov.br. A intenção é apenas uma, a de ver, aleatoriamente, quanto custa um show. Depois de 11 milhões de reais no carnaval, uma pequena parte dos clubes vai dividir 700mil reais. O Distrito Federal, acertadamente, exigiu que os clubes apresentassem estar em dia com as obrigações trabalhistas e tributárias, algo quase impossível no futebol do Distrito Federal.

O futebol do DF vive das benesses do Banco de Brasília há muito tempo. Nâo fora isso, obviamente não existiria.

Se fosse dividir os 700 mil reais pelos 12 clubes igualmente, cada um dos times teria uma ajuda de aproximados 56 mil reais pelos cinco meses de competição ou algo como 11 mil reais por mês.

Pois bem, voltando à busca aleatória.  A busca aleatória apontou como primeiro resultado o Diário Oficial do DF do dia 16 de fevereiro de 2012.  Ali, dentre diversas contratações para eventos, a primeira é a contratação de empresa de eventos  por  R$ 55.000,00. Na mesma página há quatro outros contratos, todos com dispensa de licitação e igual ao primeiro, todos para a festa de final do ano de apenas uma cidade satélite: Total : R$ 150.000,00 por um único dia de festa.

Ceilandense e Ceilândia jogam no terrão: crianças ocupadas em horário diverso da escola
Ceilandense e Ceilândia jogam no terrão: crianças ocupadas em horário diverso da escola

O Ceilândia começou a se preparar em dezembro. O campeonato vai até 19 de maio de 2012: cinco meses. O comércio não ajuda. A competição entre os grandes grupos é pequena ou não existe. Há muita demanda.

As construtoras também não ajudam, nem precisam. As construtoras regulam o mercado a partir da Terracap ou é o contrário. A verdade é uma só: A competição é pequena ou não existe. Há muita demanda.

As empresas do setor de serviço também não ajudam, nem precisam. As empresas do setor de serviço constroem a sua fortuna prestando serviços ao Distrito Federal. A competição é pequena ou não existe. Há muita demanda.

O setor de eventos também não ajuda, nem precisa. As empresas de evento sobrevivem prestando serviços ao Estado. A competição até que é grande, mas está controlada pelo Estado já que é este quem diz quando e onde realizará o evento.

O setor publicitário também não ajuda, nem precisa. As empresas de publicidade sobrevivem prestando serviços ao Estado. Até mesmo grandes veículos de comunicação da cidade dependem da publicidade estatal.

O setor de saúde também não ajuda, nem precisa. São poucos os hospitais privados e a sua clientela é basicamente formada por servidores públicos.

Em suma: o futebol do  Distrito Federal é vítima das próprias mazelas da unidade federativa que o abriga. Os setores econômicos importantes do Distrito Federal dependem enormemente do Governo ou sobrevivem às custas deste. As empresas não precisam competir entre si, basta ter o seu nicho de mercado respeitado.

Por essa e por outras razões que o futebol local é estatizado. Ele não pode nem consegue ser diferente. A diferença entre o CeilândiaEC e a festa da virada é que o Ceilândia funciona o ano inteiro. Alguém pode não estar vendo, mas nesse momento há 150 crianças pensando no treino de amanhã, nas semi-finais do Society, na Copa Agap, no Campeonato do Distrito Federal. Uma criança desta não tem preço, imaginem 150.

CEC no sintético: enfim um local com o apoio estatal, as o resto é por conta do trabalho social do CEC
CEC no sintético: enfim um local com o apoio estatal, as o resto é por conta do trabalho social do CEC

ps: Não se diga que o Ceilândia pode ficar rico vendendo o passe de um desses meninos. Isso não vai acontecer: o CEC e os outros times, até onde se sabe, não tem condições de bancar um contrato. Pela lei Pelé, só se vende aquilo que se tem.

Com que bola eu vou?

Nos jogos treinos a bola é Penalty
Nos jogos-treinos a bola é Penalty

Nunca um começo de campeonato foi tão complicado. Em primeiro lugar a Federação está sob intervenção. Em segundo, havia (ou há) pendências do Ceilandense contra o Brasília e do Legião contra o Capital. Mesmo tendo o STJD decidido que as vagas no campeonato deste ano são de Ceilandense e Legião, os clubes resolveram ampliar o número de participantes. Brasília e Capital permanecem.

Em terceiro lugar veio a complicação com o Sindicato dos Árbitros. A situação ainda não está resolvida, mas parece apaziguada. Mas há espaço para mais problemas.

Os clubes não tem, e isso é fato, condições de bancar, sozinhos, as folhas de pagamento para a competição. Esperam ajuda do Governo do Distrito Federal. Esse problema está em quarto lugar.

Bola do campeonato  desagrada aos jogadores.
Bola do campeonato desagrada aos jogadores.

Em meio a tantos problemas a bola é apenas um detalhe, mas alguns clubes chiam. Depois de anos e anos disputando a competição com bolas Topper ou Penalty parece que a Federação escolheu uma marca desconhecida. O primeiro contato com a bola não agrada. Parece mais leve que o normal. As costuras expostas revelam uma aparência retrô, o que por si só não é um problema. A sua durabilidade também é questionada. Se o fabricante já estiver definido, há algumas soluções, dentre essas o fabricante mudar a bola. Mas ninguém se preocupa: a bola é apenas um detalhe. Qual é mesmo a marca da bola?

O Gato vive! Ceilândia 4×3

 

CFZ lutou, mas foi rebaixado
CFZ lutou, mas foi rebaixado

O Ceilândia de Marquinhos Bahia venceu o CFZ por 4 x 3. Mais importante que o futebol apresentado, foi o resultado. Com o placar, o Ceilândia passa a pensar exclusivamente na classificação para a fase final, abandonando as já pequenas possibilidades de rebaixamento. O CFZ, por sua vez, está rebaixado matematicamente a segunda divisão do DF.

Não foi um jogo fácil. O Ceilândia teve que conviver, novamente, com problemas defensivos. No primeiro, Edinho falhou e o CFZ saiu na frente com um gol olímpico de João Paulo logo aos 5 minutos de jogo. Para a sorte do Gato na primeira tentativa Dimba igualou o marcador um minuto depois. Mais dois minutos e Cassius colocou o Ceilândia na frente. Nos minutos que se seguiram o Ceilândia mandou no jogo e ampliou aos 37 com Dimba. Parecia que esse seria o dia da redenção, não foi.

Aos 42, ainda do primeiro tempo, novo vacilo da defesa e o CFZ diminuiu. Veio o segundo tempo e o CFZ voltou avassalador: empatou aos 5 e encurralou os Ceilândia nos minutos seguintes. O Ceilândia não conseguia articular uma jogada sequer e embora lutasse bravamente parecia nocauteado em pé. Sofrendo, a torcida reclamava de uma arbitragem no mínimo equivocada de Almir Camargos e torcia para que o acaso resolvesse. As orações tiveram resultado: numa bola jogada ofensiva, a bola sobrou para David, que acabara de entrar. O menino bateu cruzado e o goleiro não conseguiu defender: 4 x 3 para o Ceilândia. Foi uma comemoração emocionada e emocionante para o menino David e para a torcida do Ceilândia.

O Gato não fez uma boa apresentação a partir da defesa. O Ceilândia é um time pressionado e nessas horas nada costuma dar certo. Era um time pressionado por 8 jogos sem vencer; era um time pressionado com a possibilidade do rebaixamento; era um time pressionado porque nada dava certo. Hoje parecia que tudo iria dar errado: a falha de Edinho, o azar nos gols adversários, a arbitragem equivocada… no final deu certo, o Ceilândia venceu. Parafraseando o Viela 17, o Gato vive, a Ceilândia vive!

Adelson, treinador do Ceilândia

Obrigado, Adelson!

Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF
Adelson em seu primeiro contato: Campeão do DF

Adelson deixou o Ceilândia. Adelson de Almeida sempre foi mais que um treinador. O Ceilândia foi o seu primeiro time profissional. Em 1998, o Ceilândia tentava renascer das cinzas e do descaso que o relegara a segunda divisão em 1996. O Ceilândia, pelas mãos de Adelson, sagrou-se campeão juvenil do Distrito Federal.  Em 2001, Adelson de Almeida assumiu o time profissional do Ceilândia. Nesses dez anos muita coisa mudou. Adelson foi seis vezes campeão de juniores do Distrito Federal e terminou o ano de 2009 sem conhecer uma derrota sequer, isso passando pela Taça São Paulo de Juniores. Foi aí que assumiu o Ceilândia para a campanha de 2010.

Em meio as desconfianças, Adelson iniciou a sua campanha tomando um sonoro 3 x 0, dentro do Abadião, diante do Gama. Terminou dando ao alvinegro o maior motivo de orgulho da cidade nos últimos 30 anos: o título de campeão do Distrito Federal.

A vida tem sua própria dinâmica. Após o título, tanto jogadores quanto comissão técnica pareciam necessitar se adaptar à nova realidade. Isso produz uma série de pequenas lesões no relacionamento. Por fora, ninguém se dava conta que havia problemas. Todos estavam comprometidos com o melhor. As pequenas lesões, contudo, cobram o seu preço. Para defender o título é preciso estar inteiro. Adelson se vai e com ele o nosso obrigado. Obrigado por tudo.