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Para servir de inspiração: Sub20 com 2 a menos, vence Brasilia

Defesa trabalhou bastante

A semana parece que começou bem para os lados da Cidade do Gato. Bom sinal.

Jogo muito disputado e emoção até o fim

Uma notícia boa é sempre bem-vinda, ainda mais quando se consegue uma vitória com 2 jogadores a menos.

Foi o que aconteceu na manhã desta segunda-feira.

Ceilândia sofreu, mas controlou o adversário

Ceilândia e Brasilia se enfrentaram no Regional. O adversário precisava da vitória a qualquer custo para manter as chances de classificação.

O Ceilândia precisava da vitória para sacramentar a classificação.

Jogo teve jeito de decisão.

O Gato Preto começou avassalador e Thiago Carvalho, logo no primeiro minuto, abriu o marcador: Ceilândia 1 x 0.

Não demorou para o Brasília equilibrar as ações. Foi um jogo disputado e nervoso desde o início.

Após as expulsões, Ceilândia pouco atacou

No geral o jogo foi equilibrado, mas o Ceilândia sempre chegou com mais qualidade.

A partida ficou especialmente nervosa no segundo tempo. O Ceilândia começou melhor novamente, mas o Brasilia rapidamente equilibrou as ações.

Concentrado, Ceilândia cometeu poucos erros na defesa

Aos 15, Lilla Saavedra foi expulso. A expulsão em si mesmo foi infantil. Lilla realmente sofrera falta logo no início do lance. Gabriel Neri em seguida também reclamou de falta, mas nesse caso realmente não houve.

O fato é que Lila abusou da reclamação. Se tinha razão pelo início da jogada, a perdeu com o abuso.  2 minutos depois  e Lyncom também foi expulso.

Apesar da pressao do Brasilia, Marcelo Costa não foi muito exigido

Com 2 a menos, restou ao Ceilândia se defender como podia nos 28 minutos restantes.

Por sorte do Ceilândia o Brasilia tem enorme dificuldade no último passe. Nervoso, o time rubro tentou e tentou e tentou, mas sem levar perigo concreto ao gol defendido por Marcelo.

Thiago comemora com Rubens e Lilla: vitória importante

No final, uma vitória heróica do time alvinegro.

Que essa vitória seja um alento para a semana decisiva que começa!

 

Em evolução, Gato Preto vai a Luziânia

Cabralzinho: de seus pés saíram os gols contra o Brasília

O campeonato está chegando na sua fase intermediária. Na Cidade do Gato há a consciência de que o time ainda tem teto para melhorar. Também há a consciência de que o time precisa de reforço pontual, principalmente no ataque. Caíque deixou o time para disputar o Campeonato Carioca pelo Boavista e ainda não foi reposto.

Substituto de Caíque ainda não foi colocado a disposição de Adelson no Campeonato

Amanhã, o Ceilândia enfrenta o Luziânia. Não importa a má fase do adversário. Históricamente Ceilândia e Luziânia sempre foi um jogo complicado, mas o Gato Preto tem uma boa relação com o Serra do Lago.  O mau começo do Luziânia tem explicação no pouco tempo de preparação para a estréia, mas o campeonato já vai para a sua quarta rodada.

Adelson deve manter a base do time contra o Luziânia

O resultado de amanhã é importante seja para manter a liderança, seja em termos de campeonato. Hoje, Brasiliense e  Gama enfrentam Brasília e Paranoá.

Em desvantagem, o Luziânia foi ao ataque. Contra-ataques do Ceilândia estavam mortais
Apesar do equilíbrio, o Ceilândia sempre vai bem no Serra do Lago

A mídia tem considerado que o futebol mostrado pelo Ceilândia é bom. Não deixa de ser verdade, mas também não esconde que o Ceilândia precisa equilibrar a marcação na saída de bola adversária,  a transição defesa para o ataque e não pode sofrer gol como o marcado por Titico para o Brasília. Ajustes sempre necessários.

Titico no meio de quatro defensores e ainda assim fez o gol

Cada jogo é um jogo. Contra o Brasília foi possível ouvir a defesa pedir para o ataque: “Fica com a bola!”. A defesa tinha razão: contra um adversário postado, a pressa é inimiga da perfeição.

“Fica com a bola!”

Gleissinho esteve melhor contra o Brasília: ganhando confiança

Os jogadores estão atentos e isso é um bom sinal, facilita o trabalho do técnico e mostra engajamento. Contra o Luziânia, será outro jogo duro, num campeonato equilibrado.

Romário, na insistência, fez Ceilândia 1 x 0 Brasília

Contra o Brasília, os dois gols do alvinegro saíram em contra-ataques. No primeiro, a bola foi retomada na área de defesa. Cabralzinho achou Mirandinha e este achou Romário, que fez o gol. No segundo, numa das poucas vezes em que a marcação do ataque encaixou, Vidal retomou na intermediária e Cabralzinho serviu Hiury.

 

Ceilândia mantém a liderança: 2 x 1 no Brasilia

Mirandinha errou este, mas deu assistência para o gol de Romario

O Gato Preto continua líder! Jogando na tarde deste sábado, o Ceilândia venceu o Brasilia por 2 x 1.

Cabralzinho: no primeiro tempo, o maestro; no segundo, importante defensivamente.

Foi um jogo que nitidamente separou a expectativa do torcedor da expectativa de quem está disputando a partida.

Tarta joga fácil: com ele o Ceilândia é muito melhor

O time quer vencer o jogo segundo circunstâncias próprias de uma partida de futebol.  O torcedor quer que o time vença sem dar chance ao adversário.

Romário, na insistência, fez Ceilândia 1 x 0

Do ponto de vista de jogadores e comissao técnica talvez tenha sido uma partida muito bem jogada.

Na segunda metade do primeiro tempo, Ceilândia deixou o Brasília com a bola

O Ceilãndia começou melhor. Controlou o seu adversário e impedia que este chegasse na sua área de defesa.  Esse é o jogo que o torcedor quer: jogo com o sofrimento possível.

O Brasilia teve a posse de bola, mas Gabriel Henrique e a defesa não deram chances ao adversario

Depois de perder uma chance clara de gol, Mirandinha, que substituía o artilheiro Romarinho, fez bela jogada pela direita e cruzou para Romário.

O Brasilia parou em sucessivas faltas. Com as faltas, veio a apreensão

Romário desviou, o goleirro defendeu e, na insistência, Romário abriu o marcador. Um belo prêmio para um jogador que se entrega o jogo inteiro.

Veio a parada técnica. Parece que o Ceilândia não voltou. O Brasília empurrou o Ceilândia contra a sua defesa. Claro, o sistema defensivo funcionou.

Ceilândia impediu que o Brasília adentrasse na sua área.

Gabriel Henrique, Tarta, Gilson e Gabriel Vidal trabalharam bastante. O torcedor não quer isso. Foram muitas faltas na entrada da área. A cada falta o sofrimento aumentava.

No final, o primeiro tempo terminou com o Ceilândia vencendo por 1x 0.  Léo pouco trabalhou. Pode-se dizer que o sistema defensivo funcionou. Também se pode dizer que algo estava errado mais à frente e isso sobrecarregava o sistema a defesa.

Apesar da quantidade de posse de bola do adversário, Léo pouco fez.

Veio o segundo tempo e o jogo começou como terminara o primeiro tempo. Não demorou muito e o Ceilândia equilibrou as ações. O jogo ficou de intermediária a intermediária, mas não mais havia aquelas faltas na entrada da área.

Além disso, o Ceilândia passou a chegar na área adversária, coisa que não fizera na segunda metade do primeiro tempo.

Hiury comemora o segundo gol do Ceilândia.

Quem tem Tarta, Cabralzinho e Hiury sabe que pode definir o jogo a qualquer tempo. Aos 35, Hiury fez Ceilândia 2 x 0.

O Ceilândia poderia ter matado o jogo nos momentos finais. Adelson colocou os seus cães de guarda, Werick e Giovani, mas dessa vez não funcionou.

Romário tem lutado bastante: justo prêmio

Aos 44, Titico, entre 3 defensores, diminuiu para 2×1.  O Brasília ainda levaria algum perigo, mas a vitória foi alvinegra.

O Ceilândia continua na liderança. Na próxima quinta, vai a Luziânia enfrentar o time da casa. Torcedor não se incomoda com sofrimento, desde que o time vença.

 

Ceilândia pega Brasilia. Rodada será divisor de águas no Candangão BRB 2022

Adelson tem a missão de se reinventar a cada jogo

O Ceilândia enfrenta daqui a pouco o Brasília,  vice-líder do Candangão BRB 2022.

O Gato Preto joga em casa e isso aumenta a responsabilidade.

Gabriel Vidal em ação: defesa elogiada pela simplicidade

Estando na liderança, o Gato Preto sabe que é o time a ser batido e estudado.

A crítica tem elogiado a atuação da defesa alvinegra e também a transição defesa para o ataque.

Gilson chegou sem alarde e ocupou o espaço

Nesse momento todos conhecem um pouco mais do Ceilândia que o Ceilândia conhece dos outros.

Cabralzinho e Crystian muito visados, terão que evoluir ainda mais

Adelson sabe que o jogo do time ainda não está maduro, mas existem pontos positivos.

O miolo de zaga, por exemplo,  tem sido elogiado por jogar simples e efetivo.

Romario tem sido importante taticamente. Falta um golzinho

Cabralzinho e Romarinho tem sido elogiados. Devem ser mais visados, então Hiury e Romário ganham um pouco mais de liberdade.

Ceilândia volta a campo: jogos sempre difíceis

Contra o Santa Maria, os suplentes que entraram jogaram bem.  Precisam ter consciência que são importantes para mudar um jogo.

O compromisso  desta tarde promete ser difícil.  O Ceilândia, por jogar em casa e por sua camisa,  tem mais obrigação. Vai ser um jogo interessante.

Peso da liderança: Gato Preto enfrenta Brasilia

Romarinho fes 3 gols contra o Santa Maria e é o artilheiro do Candangão BRB 2022

Há que se admitir que o Ceilândia foi o time que apresentou o melhor futebol nas primeiras rodadas. Não por acaso é o líder nesse começo de competição.

O problema é que isso vem também com um preço: o Ceilândia é também o time a ser batido.

Adelson nega, mas deve fazer alterações pontuais.

O técnico Adelson de Almeida falando ao CEC Torcedor disse que o time ainda precisa de ajustes. Afirmou também que o ocorrido contra o Santa Maria é uma prova do novo estilo de jogar do Ceilândia.

O treinador afirmou que quer o time jogando e que correr riscos faz parte do processo. Adelson disse que os jogadores tem a responsabilidade de jogar e defender.

Ultimo confronto foi em 2017, no Serra do Lago.: Ceilandia 3 x0.

Adelson não deve ter problemas para o confronto de amanhã, contra o vice-lider Brasilia. Num campeonato tão equilibrado, a previsão é de mais um jogo complicado. Da última vez, em 2017, o Ceilândia venceu o Brasilia por 3 x 0 no Serra do Lago. Agora, previsão de um jogo complicado.

Sofrido, como esperado: Ceilândia bate Santa Maria

Adelson surpreendeu com Gleissinho e Giovani começando.

O Ceilândia venceu o Santa Maria por 3 x 2 na tarde desta quarta-feira, em Luziânia. O jogo valeu pela segunda rodada do Candangão BRB 2022.

Romarinho fes 3 gols: o uniforme alvinegro lhe cai bem

Foi sofrido, como esperado. O Ceilândia teve muita dificuldade com a forte marcação adversária.

No primeiro tempo, errou muito na saída de bola.  Foi em  erros de saída de bola que o Gato Preto correu os maiores riscos.

Hiury (e Cabralzinho também) sofreu com a forte marcação adversária

No primeiro erro, logo aos 2 minutos,  o Santa Maria teve uma falta por cobrar e dois escanteios consecutivos. No segundo erro importante, Da Silva acertou um belo chute no angulo direito de Léo e fez Santa Maria 1 x 0.

O Ceilândia tinha dificuldade para sair jogando, mas ainda assim continuou insistindo com a bola no chão. Se o Santa Maria recuou ou se o Ceilândia o forçou a ficar no campo de defesa é outra coisa.

Crystian foi muito exigido na defesa e participou do 3o gol

O certo é que aos 23, Romarinho foi derrubado na área. Ele mesmo cobrou e empatou aos 25: Santa Maria 1 x 1 Ceilândia.

O Ceilândia continuou melhor, principalmente pela direita, com Crystian, Cabralzinho e a aproximação de Hiury. Aos 43, em cruzamento da direita, Romarinho se antecipou à defesa e fez 2 x 1.

O Ceilândia foi efetivo, mas perdeu esta oportunidade

O Ceilândia fora melhor e merecia o placar, mas algo parecia não corresponder. Um pouco antes do desempate, Léo havia feito uma defesa corajosa e impedido o inverso.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia parecia outro time. Deu campo para o Santa Maria e passou a jogar na ligação direta da defesa para o ataque. Talvez tenha sido uma simplificação, para evitar os horríveis erros de saída de bola.

Léo evitou que o Santa Maria fizesse 2 x 1.

O problema é que com isso Cabralzinho e Hiury saíram do jogo. Sem os dois, a bola não chegava com qualidade no ataque. A bola batia no ataque e voltava.

O Santa Maria, contudo, por mais valente que fosse tinha problemas no último passe. Foi punido aos 11 quando, no contra-ataque, Crystian bateu para defesa parcial do goleiro. Romarinho aproveitou o rebote para fazer o seu terceiro gol da tarde.

Adelson mexeu no time e melhorou o Ceilândia

O gol não mudou o ritmo do jogo. O Ceilândia na ligação direta, a bola batendo e voltando do ataque e o Santa Maria sem inspiração.

Tudo mudou aos 22, quando o árbitro viu um penalti na bola chutada sobre o corpo de Gleissinho. Watthimen diminuiu para 3 x 2.

No proximo sabado o Ceilândia enfrenta o Brasília.

O jogo ficou nervoso, mas a rigor Léo não fez nenhuma defesa importante. Adelson corrigiu o meio de campo e o Ceilândia retomou o equilíbrio.

No final, a vitória alvinegra por 3 x 2 demonstrou que nem sempre será possível ser brilhante, mas  nessas horas será preciso correr mais, suar mais e… contar com a técnica.

Formiga comemora seu primeiro gol com Allanzinho

Elenco mostra força e Ceilândia vence bem o Brasília

Ceilândia sabe que, para 2017, vai precisar de elenco forte mais que um time forte
Ceilândia sabe que, para 2017, vai precisar de elenco forte mais que um time forte

O Ceilândia vem de uma maratona intensa de jogos. Para isso, é preciso ter elenco. Cada jogador precisa estar preparado a qualquer tempo para mostrar o seu valor e aqueles que entraram em campo na tarde desta quarta-feira mostraram que estão à altura dos desafios que estão por vir.

Wanderson foi uma grata surpresa. David é uma das opções recorrentes de Adelson
Wanderson foi uma grata surpresa. David é uma das opções recorrentes de Adelson

O Ceilândia entrou em campo para enfrentar o Brasília precisando da vitória para encurtar a distância para os líderes da competição. O problema é que no próximo sábado, 16h, no Regional, o Gato Preto vai enfrentar a Luverdense, pelas oitavas de final da Copa Verde 2017. 

Adelson e os suplentes de hoje: certeza de que o elenco corresponderá
Adelson e os suplentes de hoje: certeza de que o elenco corresponderá

Adelson de Almeida confia no seu elenco. Por isso, dos onze jogadores que entraram como titulares nesta quarta, apenas Almeida e Filipe Cirne começaram o último jogo.  Artur, Wanderson, Willian, Wallinson, China; Almeida, David, Filipe Cirne, Allanzinho, Michel e Formiga começaram o jogo de hoje.

O Ceilândia tomou o controle das ações desde o primeiro minuto. A boa movimentação de Filipe Cirne ajudava no trabalho de armação e foi dos pés de Filipe Cirne que saiu o primeiro gol alvinegro. O meia cruzou com perfeição, Michel desviou e a bola sobrou para Formiga fazer o seu primero gol com a camisa alvinegra.

Willian estreou: ainda fora de ritmo, mostrou que pode ser útil
Willian estreou: ainda fora de ritmo, mostrou que pode ser útil

O jogo continuou com o Ceilândia comandando as ações até os 30 minutos.  Nesse período, o Gato Preto poderia ter ampliado o marcador com Formiga e Wallinson, mas em ambas oportunidades a defesa do Brasília salvou sob a linha do gol.

Depois do trigésimo minuto, o Ceilândia perdeu um pouco do ímpeto, principalmente no aspecto defensivo. O time já não marcava com a mesma disposição a partir de sua posição de ataque. O resultado é que o Brasília foi ganhando campo e gostando do jogo. 

Formiga comemora seu primeiro gol com Allanzinho
Formiga comemora seu primeiro gol com Allanzinho

Apesar do domínio territorial do Brasília nos minutos finais, Artur foi incomodado apenas em jogadas de bola parada. Nas poucas vezes que foi exigido, Artur mostrou que não relaxou com a perda da posição e está em condições de ajudar o Gato na sua temporada 2017.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia parecia cômodo com a vantagem conquistada. O time marcava mal e nem a entrada de Alcione no lugar do contundido Filipe Cirne pareceu ajudar. O Brasília passou a rondar a área alvinegra e Artur foi obrigado a fazer ao menos uma boa defesa.

Zagueiro salva o gol certo de Wallinson: Ceilândia apresentou momentos de instabilidades, mas foi melhor o jogo inteiro
Zagueiro salva o gol certo de Wallinson: Ceilândia apresentou momentos de instabilidades, mas foi melhor o jogo inteiro

Passados os minutos iniciais, Alcione acertou o seu posicionamento e o meia passou a conduzir as ações do Ceilândia mesmo jogando aberto pela esquerda, fora de sua posição originária. O Ceilândia voltou a se acertar e aos poucos empurrou o Brasília para o seu campo de defesa.

Embora fosse visível que Formiga, Almeida e David estivessem cansados, pesou, do lado alvinegro, a melhor condição atlética.  Adelson se aproveitou e colocou Romarinho aos 31 no lugar do cansado e feliz Formiga. Aos 33, o artilheiro alvinegro fez Ceilândia 2 x 0.

Artur foi pouco exigido e, nas vezes que o foi, mostrou que Adelson pode contar com eleArtur foi pouco exigido e, nas vezes que o foi, mostrou que Adelson pode contar com ele
Artur foi pouco exigido e, nas vezes que o foi, mostrou que Adelson pode contar com ele

O Brasília sentiu o golpe. Wallinson, por duas  vezes, quase amplia para o Ceilândia.  Aos 39, Michel Platini não perdoou e completou para as redes o escanteio cobrado por Elivelto. Ceilândia 3 x 0, placar final.

Algumas atuações chamaram a atenção. Wanderson não é lateral de ofício, mas mostrou que tem algo muito importante para alguém da posição: explosão. Errou aqui ou acolá fazendo faltas desnecessárias, mas foi uma nota positiva. Willian estreou. Ainda meio fora de ritmo de jogo, fez uma partida discreta. 

Formiga vem de duas boas apresentações
Formiga vem de duas boas apresentações

O assunto mais discutido, contudo, foi a atuação de Formiga. O atacante já fizera bons minutos diante do Taguatinga. Hoje, novamente, fez uma boa partida, embora tenha cansado no segundo tempo. Formiga está se levando a sério e falta muito pouco para que todos o levem a sério. 

Michel fez dois gols nos últimos dois jogos e se credencia como boa opção ofensiva alvinegra
Michel fez dois gols nos últimos dois jogos e se credencia como boa opção ofensiva alvinegra

O resultado deixa o Ceilândia a um ponto do líder da competição. O Gato Preto, contudo, não pode se importar com isso porque no próximo sábado tem jogo importante, e difícil, diante da Luverdense.

2012: Adelson volta a ser campeão do DF

Adelson quebra mais uma marca: 200 jogos

Adelson em 2002
Adelson era pouco mais que um menino quando assumiu o Ceilândia: fazia de tudo

Adelson atinge nesta quarta, diante do Brasília, a marca de 200 jogos dirigindo o Ceilândia. Para os padrões do futebol local é uma marca difícil de ser alcançada.

Depois de um começo difícil, a primeira vitória veio sobre o invicto Brasiliense
Depois de um começo difícil, a primeira vitória veio sobre o invicto Brasiliense – Reprodução do Correio Braziliense

Adelson começou a sua vida de técnico profissional dirigindo o Ceilândia em 2001. De lá para cá é um dos responsáveis pela guinada que ocorreu na história do Ceilândia nos últimos 15 anos.

Depois da temporada 2003, Adelson retornou em 2010 para ser campeão
Depois da temporada 2003, Adelson retornou em 2010 para ser campeão

O começo não foi nada bom. Nos primeiros cinco jogos, Adelson conheceu quatro derrotas e um empate. O time era formado basicamente por meninos, campeões juvenis do DF de 1998. A primeira vitória dirigindo o Ceilândia veio diante do estrelado Brasiliense em março de 2001.

Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo
Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo

Adelson dirigiu o Ceilândia em parte de 2002 e 2003. Ficou seis anos afastado, quando levou os juniores do Brasiliense ao hexacampeonato da categoria. Em 2010, Adelson voltou ao Ceilândia… para ser campeão!!!

2012: Adelson volta a ser campeão do DF
2012: Adelson volta a ser campeão do DF

Dos 199 jogos em que dirigiu o Ceilândia, 175 foram partidas oficiais. O aproveitamento de Adelson na primeira passagem pelo Ceilândia, entre 2001 e 2003, registrou 44 jogos. Foram 15 vitórias, 14 empates e 15 derrotas, com 64 gols a favor e 63 contra.

Os melhores números de Adelson estão em 2016, mas o título não veio. Primeiro, o Candangão..

Já a segunda passagem registra 131 jogos, com 52 vitórias, 45 empates e 34 derrotas. 176 gols a favor e 138 contra.

Adelson sagrou-se campeão metropolitano duas vezes com o Ceilândia (2010 e 2012) e vice em 2016. Os números, todavia,  demonstram que é na Série D que Adelson tem o melhor aproveitamento.  No Campeonato Nacional, Adelson conquistou 58% dos pontos disputados quando dirigia o Ceilândia.

Depois, a frustração na Série D 2016

200 jogos dirigindo um time do Distrito Federal é uma marca de respeito. 

Recordes de Adelson
Maior Sequencia invicta da história do ceilândia, com 15 jogos sem derrota entre março de 2015 e abril de 2016.

Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois
Adelson se transformou em um dos mais bem sucedidos técnicos do futebol do DF

Maior goleada sofrida: 0 x 5 Caxias, em 2011, pela Copa do Brasil

Maior goleada aplicada: 5×0 Comercial-MS (12.6.2016), 5×0 Brasilia(28.4.2002)

Maior sequencia de jogos sem sofrer gols: 5 jogos entre 8.2.2014 e 1.3.2014

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Ceilândia se apresenta para a D-2016

Clever Rafael, vice-presidente da FFDF fez uso da palavra: o futebol do DF é o Ceilândia na série D
Clever Rafael, vice-presidente da FFDF fez uso da palavra: o futebol do DF é o Ceilândia na série D

O Ceilândia se reapresentou nesta terça-feira, na Cidade do Gato, com vistas a disputa da Série D 2016.

Ao todo, o técnico Adelson de Almeida contará, no início do trabalho com 30 atletas. Desses, apenas Badhuga não estava na apresentação desta terça.

Muitas caras novas entre algumas já conhecidas
Muitas caras novas entre algumas já conhecidas

Metade dos atletas são novidade. O nome mais conhecido é do meia Baiano. O experiente jogador talvez seja a liderança positiva que faltou ao Ceilândia no campeonato candango.

As novidades são: Arthur, Weverton, Luan, Trevisan, Baiano, Jefferson, Elivelton, William, Wanderson, Rafael, Gilvan, Matheuzinho e Betinho

Baiano é o nome mais conhecido: esperança de um líder positivo, capaz de levar o Gato Preto à Série C
Baiano é o nome mais conhecido: esperança de um líder positivo, capaz de levar o Gato Preto à Série C

Do time que disputou o Candangão, o Ceilândia manteve a espinha dorsal com Léo, Marcelo, Gabriel, Mario Henrique, Dudu, Wallace, Badhuga, Sandro, Didão, Kabrine, Clécio e Wesley.

Dentre esses atletas quatro juniores: Henrique,  Ruan, Victor,  Coutinho

O presidente Ari de Almeida disse que algumas decisões foram difíceis de serem tomadas. Dentre os jogadores dispensados, afirmou, havia alguns que eram exemplos de profissionais e isso tornou a decisão muito difícil. Profissionalmente, contudo, afirmou Ari de Almeida, alguns resultados não vieram como esperado e era necessário mudar.

Time já começou a trabalhar: pouco tempo a perder
Time já começou a trabalhar: pouco tempo a perder

Em seu discurso de boas vindas, Ari de Almeida agradeceu ao apoio do Brasília Esporte Clube, agremiação que cedeu parte dos jogadores.

Ari de Almeida disse acreditar que com esse elenco o Ceilândia estará em condições de lutar por uma vaga na Série C e que eventual vitória alvinegra será uma vitória do futebol candango e de todos que de algum modo estão juntos nessa caminhada.

Após a apresentação, os jogadores fizeram um treino físico. A programação das próximas semanas ainda não foi divulgada.

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O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Ceilândia supera Brasília nos pênaltis e está na semi-final

Chicão, no destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987
Chicão, na foto do time de 1983, em destaque, ficou marcado pelo penalti perdido em 1987

Muito já se passou daquele 29 de março de 1987. São quase 30 anos, mas o coração alvinegro, que tanto sofreu hoje, naquele dia sofreu como nunca. Sofreu com a chuva, sofreu com a arbitragem de Newton de Castro e, mais precisamente, com a atuação do bandeira Clésio Penoni: Aos 15 do segundo tempo, Brasil recebeu de Carlinhos e fez um gol lícito. Newton de Castro validou o gol, mas alertado por Clésio Penoni invalidou o gol sob a alegação de impedimento. A mágoa permanece, 30 anos depois.

Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace
Badhuga tem feito boa dupla de defesa com Wallace

Tal como na data de hoje, a decisão foi para os pênaltis, naquele dia  o Brasilia bateu primeiro. Bolão fez 1 x 0. Brasil bateu em seguida, na trave; Erasmo fez 2 x 0 para o Brasília; Edmilson cobrou e diminuiu para o Ceilândia: 1 x 2; Freitas cobrou e errou; 1 x 2; Wladi cobrou e empatou: 2 x 2; Coutinho pôs o Brasilia na frente: 2 x 3; Dirson empatou: 3 x 3; Valdo fez e o Brasília vencia por 4 x 3. Chicão poderia empatar e errou. Brasília foi campeão.

Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo
Didão saiu de campo mancando: com a lesão de Liel logo no início do jogo assumiu o comando do meio de campo

Hoje, 13 de abril de 2016, quase trinta anos depois, muitos dos presentes lembraram de Chicão. Muitos foram às lágrimas… Chicão está vingado.

Como toda decisão, não importa se se joga bem ou mal. Importa vencer. O Ceilândia começou melhor, tomou a iniciativa do jogo e rondava a área do Brasília. O Ceilândia voltava a jogar o bom futebol do jogo de ida, no último sábado.

Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta
Bruno Morais: sofreu com a marcação e não repetiu a boa atuação do primeiro jogo. Compensou com luta

O futebol tem os seus caprichos. Na metade do segundo tempo, Léo fez uma de suas defesas milagrosas. Na sequência, levou um forte pisão na coxa. Léo  foi atendido em campo por minutos seguidos. Responsável, Léo achava que deveria sair. Adelson pensava o contrário. Confiava no seu goleiro e, com Liel já machucado, poupava uma substituição.

O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel
O Ceilândia criou pouco: a melhor chance foi com Liel

O fato é que depois da lesão de Léo, o Brasília equilibrou as ações. Não era melhor, mas os times se alternavam na iniciativa. Os goleiros não trabalhavam. Léo preocupava.

Veio o segundo tempo e o Ceilândia tentou impor o seu novo padrão de jogo. Não por muito tempo. O Brasília rapidamente equilibrou as ações e tomou as rédeas da partida. Sorte do Ceilândia que faltava ao Brasília o último passe.

Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília
Filipe Cirne voltou ao time titular: não foi decisivo, mas incomodou a defesa do Brasília

Do lado alvinegro, o que não vinha por aptidão técnica se compensava com entrega. Foi assim com Clécio e Bruno Morais. Bruno Morais, muito bem marcado, não conseguiu repetir a atuação do último jogo contra o Brasília.  Compensava correndo.

Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória
Mário Henrique: protegido pela nova composição do lado esquerdo do Ceilândia, fez o gol da vitória

Clécio sentiu a falta de ritmo de jogo. Não conseguiu dar intensidade ofensiva ao time e, ao mesmo tempo, não achava o seu lugar entre a dupla Liel e Didão e o ataque formado por Claudecir e Filipe.

O fato é que o Ceilândia sofria a cada ataque. Havia sempre o medo que numa bola qualquer o Brasília abrisse o marcador.

Com empate no tempo normal: penaltis
Com empate no tempo normal: penaltis

O jogo seguiu amarrado até os minutos finais quando Baiano cobrou falta e a bola explodiu no travessão direito da meta alvinegra defendida por Léo. Naquele momento os ecos de 1987 foram sentidos no Regional: dessa vez o Ceilândia não perde.

Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba
Léo defendeu o primeiro, cobrado por Giba

A verdade é que, nos minutos finais, as mudanças efetuadas por Adelson deixara o jogo mais igual: Kabrine, Wisman e Chefe voltaram a equilibrar o jogo. Não o suficiente para criar situações claras de gol.

Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick
Léo defendeu o segundo, cobrado por Werick

Não houve tempo para mais nada e o jogo foi para as loterias dos pênaltis. Havia algo no ar: Léo não permanecera até o final por nada. E foi isso que aconteceu.

O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016
O maior ídolo alvinegro em toda sua história conforta o herói de 2016

Diferente de 1987, dessa vez o Gato Preto cobrou primeiro: Kabrine fez 1 x0. Em seguida, Léo pulou a esquerda e defendeu o chute de Giba; veio a segunda cobrança e Filipe fez Ceilândia 2 x 0. Dessa vez Léo pulou para a direita e fez nova defesa no chute de Werick. Agora foi a vez de Wallace bater  e fazer Ceilândia 3 x 0. O Brasília bateu e diminuiu, mas Mário Henrique bateu e fez Ceilândia 4 x 1.

O Ceilândia está na semi-final de 2016
O Ceilândia está na semi-final de 2016

Com a vitória, o Gato Preto rompe uma série  negativa nas quartas-de-final: foi eliminado em 2014 e 2015 por Brasília e Luziânia respectivamente. Agora é recompor-se e se preparar para mais duas batalhas.

 

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Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo

Semana 15: Contra o Brasília, equilíbrio é a palavra da moda

Allan Dellon foi discreto até aqui, mas sempre apareceu nos grandes jogos
Allan Dellon foi discreto até aqui, mas sempre apareceu nos grandes jogos

O Ceilândia volta aos treinamentos hoje com vistas ao jogo decisivo desta quarta, 15h30, no Estádio Regional, contra o Brasília. Os jogadores passarão por revisão média. A princípio, ninguém preocupa.

Apesar do time haver melhorado a consistência ofensiva com as entradas de Bruno Morais e Claudecir, a melhora não foi suficiente para vencer o Brasília. Lembrando: nessa fase não há vantagem. Havendo empate nos dois jogos, os times irão para os pênaltis.

CEC foi um time mais compacto na transição defesa para o ataque: isso implica retomar a bola ainda no campo adversario
CEC foi um time mais compacto na transição defesa para o ataque: isso implica retomar a bola ainda no campo adversário

Na partida do sábado, o Gato Preto apresentou um futebol tecnicamente melhor, mas o Brasília compensou com bastante luta. O Ceilândia terá que identificar o equilíbrio necessário para anular a competitividade do Brasília e fazer prevalecer a sua melhor técnica.

Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo
Bola parada do Brasília preocupa: adversário é um time muito competitivo

Os outros resultados da rodada trouxeram apenas uma surpresa. O Ceilândia precisa aprender com essa surpresa. O Luziânia era tecnicamente muito superior ao Sobradinho, mas o Sobradinho compensou essa deficiência, principalmente no segundo tempo, com muita competitividade.

A programação da semana é complicada e Adelson procura o equilíbrio entre as necessidades. Por agora, pênalti está fora de cogitação. O objetivo é fazer prevalecer a força do conjunto do Ceilândia e vencer no tempo normal. Para isso, equilíbrio é a palavra da moda.

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Chefe: muita luta, mas apenas um gol
Chefe: muita luta, mas apenas um gol

Os últimos resultados trouxeram alguma instabilidade para os lados da Cidade do Gato. O técnico Adelson de Almeida teve que conviver com críticas ao seu time e até mesmo ao sistema de jogo.

O treinador admitiu que o sistema de jogo possa passar por uma ou outra alteração, mas Adelson mostrou-se muito inconformado com a atuação do time. Reclamou que alguns jogadores não estavam rendendo.

 

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A diretoria chegou a pensar em um plano B, para o caso de Adelson não continuar. Noutra vertente e com um orçamento limitado, a diretoria sabe que a chance de reforçar o time é mínima, mas  está de olho no mercado.

As maiores queixas tem se voltado contra a falta de volume de jogo. De maneira geral, tem-se por certo que o Ceilândia não prende a bola em seu campo de ataque. Pior, faz poucos gols.

No início da competição, acreditava-se que o Ceilândia teria um bom elenco. No final da primeira fase, percebeu-se que poucos jogadores renderam o suficiente para serem opção. Nos últimos sete jogos o time fez apenas um gol com bola rolando. O ataque não tem produzido.

CEC procurar soluções para
CEC procurar soluções para

 

Além do mais, o time sofreu com as contusões de seus meio-campistas. Apesar de tudo isso, manteve um padrão defensivo interessante, a ponto de manter-se invicto na competição.  A crença geral é a de que o CEC tem um teto mais alto que os adversários para crescer.

Na fase de classificação, um  CEC muito desfalcado, foi amplamente dominado pelo Brasília mas ainda venceu. No mata-mata que começa neste sábado, 15h30, em Formosa, não haverá chance para erros.

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Ceilândia: competência e virada improvável

Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia
Kabrine teve um primeiro tempo de esquecer antes de virar um dos heróis do dia

O Ceilândia conseguiu uma importante vitória na tarde deste domingo, no Estádio Nacional, diante do Brasília. Não foi fácil, mas um time que pretende ser campeão precisa ser, acima de tudo, competente. E o Ceilândia foi.

O jogo teve todo o tempero de uma novela. Para começar, o primeiro tempo revelava dois personagens com papéis completamente distintos: o goleiro Léo e o lateral Kabrine. Léo foi responsável por ao menos duas defesas dificílimas e se credenciava para o papel de herói.

Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo
Wallace sofreu para proteger o lado esquerdo

Kabrine, por sua vez, era um forte candidato a vilão. Por seu lado havia uma avenida. Kabrine, por sua culpa ou não, era incapaz de ser efetivo no um-contra-um. De quebra, expunha Wallace.

O resultado é que o Brasília foi muito superior ao Ceilândia no primeiro tempo. O Gato Preto chegou ao gol adversário com perigo apenas uma vez, numa cobrança de escanteio.

Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.
Allan Dellon mudou de lado, mas não conseguiu entrar no jogo.

Allan Dellon era uma figura apagada. Adelson tentou colocar o ídolo alvinegro no jogo deslocando-o para a direita. Não funcionou. A questão era torcer para o primeiro tempo acabar, e logo!

Veio o segundo tempo e logo no início o panorama do jogo mudou. Allan Dellon acabou sendo expulso, mas levou consigo o homem de ligação do Brasília, Gilmar.

Jogo teve momentos tensos
Jogo teve momentos tensos

Esperava-se que o Ceilândia melhorasse, mas isso não aconteceu. O Brasília continuou melhor até que aos 15 minutos, numa jogada de bola parada, Léo rebateu para o meio da área  e Glauber abriu o marcador. Brasília 1 x 0.

O que se viu em seguida foi algo que somente o futebol proporciona. Léo, o herói do primeiro tempo, juntava-se a Kabrine pela disputa do papel de vilão.

Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente
Clécio participou muito do jogo, mas o time não se acertava do meio para a frente

O Brasília conformou-se com a vantagem mínima e recuou. O Ceilândia, meio na base da vontade, meio na base da força, foi ao ataque.

Incapaz de criar jogadas claras de gol, a esperança estava, tal qual ocorrera com o Brasília, nas bolas paradas. Adelson mexeu no time, colocou Chefe e Mario Henrique para as saídas de Cassius e Sandro.

Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília
Wisman fez a sua melhor partida com a camisa alvinegra: atacou, defendeu, deu trabalho à defensiva do Brasília

Com isso, Kabrine foi deslocado para o meio. Kabrine, o nosso candidato a vilão no primeiro tempo jamais poderia antever o que lhe esperava.

Aos 30 minutos, falta na intermediária esquerda de defesa do Brasília. Kabrine bate a falta e Chefe cabeceia firme no canto esquerdo do goleiro do Brasília. Ceilândia empatava o jogo: 1×1.

LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo
LIel comemora o segundo gol do Ceilândia ao lado da família: cartão amarelo

O gol, ao contrário do que acontecera com o Brasília, fez bem ao Ceilândia. O Gato Preto, embora sem muita inspiração, continuava rondando a área alvirrubra até que aos 40, novamente Kabrine cobrou falta sofrida por Romarinho e botou o Ceilândia na frente: 2 x 1.

Nos minutos finais, o CEC controlou o jogo e até poderia ter ampliado. Novamente Kabrine, o nosso herói improvável, bateu falta sofrida por Mário Henrique e forçou o guarda-metas do Brasília a uma defesa dificílima.

Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação
Chefe fez o gol do empate: era o começo da reação

No final, o Ceilândia venceu por 2 x 1. Uma vitória muito e justamente comemorada. Uma vitória que faz bem por várias razões, principalmente porque demonstra que ainda há muito a se corrigir.

O Ceilândia jogou com Léo Silva, Dudu, Badhuga, Wallace, Kabrine, Liel, Sandro (Mário Henrique) Clécio (Romarinho), Wisman, Allan Dellon (expulso aos 50min) e Cassius (Chefe).

Campeonato do DF2016

PosClubeJVEDGPGCSPts
117107026101637
2157532113826
315672157825
4175931410424
5134631411318
6134541213-117
7134451316-316
8133641013-315
91127298113
1011254811-311
1111119925-164
1211029721-142

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Ceilândia x Brasilia: As aparências enganam

Adelson vai ter que improvisar novos passos diante do Brasília
Adelson vai ter que improvisar novos passos diante do Brasília

O Ceilândia volta a campo neste domingo, 16h, no Estádio Nacional Mané Garrincha, para enfrentar o atual vice-campeão candango, o Brasília.

O time comandado por Adelson de Almeida deve contar com o retorno de Allan Dellon, mas não contará com o seu artilheiro, Filipe Cirne.

Filipe Cirne enfrentou o Brasília em 2015: empate por 1 x 1 no Estádio Regional
Filipe Cirne enfrentou o Brasília em 2015: empate por 1 x 1 no Estádio Regional

O técnico Adelson de Almeida ainda não definiu quem substituirá Filipe Cirne.

Kabrine, que voltou contra o Gama, é opção, mas Romarinho corre por fora. Adelson ainda pode surpreender com Didão. O fato é que, do time titular contra o Brasília, apenas Léo deve começar neste domingo.

O duelo colocará frente a frente dois dos candidatos ao título.  Ceilândia é, atualmente, o terceiro colocado da competição. O Brasília está a três pontos em quinto.

Bruno, Vitor, Caio, Arthur... do time titular de 2015, apenas Léo deve começar contra o Brasília
Bruno, Vitor, Caio, Arthur… do time titular de 2015, apenas Léo deve começar contra o Brasília

A diferença de pontos entre os times é enganosa, fruto da derrota do Brasília diante do Gama e da vitória do Ceilândia diante do Brasiliense. No mais, as campanhas dos times se assemelham. Um tropeço do Gato Preto e a classificação ficará embolada.

O Ceilândia sabe da importância do jogo. Tanto o discurso quanto o momento exigem que o time mostre maturidade diante de uma adversário direto.

O Campeonato está chegando na sua reta final. Daqui para frente qualquer tropeço cobrará o seu preço, mas o Ceilândia parece estar preparado.

 

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Vamos, Ceilândia!

Pelas mãos de França passa a classificação do CEC, mas não apenas disso depende o alvinegro
Pelas mãos de França passa a classificação do CEC, mas não apenas disso depende o alvinegro

30 de março de 2014! O Ceilândia está dividido entre a possibilidade de chegar às semi-finais e a humilhação de ser eliminado tão precocemente.

Se serve de consolo, há exatos 16 anos, em um trinta de março de 1988,  o Ceilândia também enfrentava o Brasília em situação difícil. Sob o comando do tricampeão Brito, o Gato Preto se superou e venceu o então grande Brasília por 4 x 1.

O Ceilândia dependia muito de Elvis: ele caiu e o time caiu junto.
O Ceilândia dependia muito de Elvis: ele caiu e o time caiu junto.

Hoje, nenhum outro resultado que não seja a vitória por dois gols de diferença serve.

O técnico Adelson de Almeida disse que confia no seu elenco. Já disse isso outras vezes. O Ceilândia, nesse campeonato, oscilou bastante entre grandes partidas e partidas sofríveis. É um time que pode surpreender, sempre.

Cassius lutou muito, mas fez opções equivocadas na marcação.
Cassius lutou muito, mas fez opções equivocadas na marcação.

Para o jogo de hoje, 20h30, no Serejão, Adelson deve mexer no time. Juninho, tão importante, é desfalque certo. Mais que a tática, será importante o coração. Tão importante quanto o coração, vai ser o futebol. Para vencer o Brasília vai ser preciso jogar mais que o Ceilândia jogou na última partida.

Alguns jogadores sentiram o esforço da última partida. Assim, Adelson deve guardar a escalação para até o último momento.

O CEC entra para esse jogo como azarão. O futebol guarda supresas. Tomara que a surpresa de hoje seja agradável.

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