Tag: Adelson de Almeida

Em 2015: Paracatu foi a campo com sete jogadores. Jogo terminou nos primeiros minutos

Ceilândia vai a Paracatu defender a boa fase

CEC treinou forte: time ainda sofre questionamentos
CEC treinou forte: time ainda sofre questionamentos

Toda a logística montada demonstra o quão sério o Ceilândia está levando a partida deste sábado, 15h30, no Freio Norberto, diante do Paracatu. Os resultados recentes, para além de confirmar que o CEC é um dos candidatos ao título, transformou o alvinegro em um dos times a serem batidos. O time precisa conviver com isso se quiser consolidar a sua posição.

Alheio aos problemas do adversário fora de campo, o CEC tem em mente que o Paracatu venceu as suas duas últimas partidas. Além disso, o CEC sabe que não pode tropeçar, sob pena de desgarrar-se ainda mais dos líderes e colocar em risco a sua posição no G4.

O técnico Adelson de Almeida está tranquilo, apesar dos problemas. Para o treinador o seu elenco é qualificado: acredita que os jogadores escalados irão corresponder à altura.

Em 2015: Paracatu foi a campo com sete jogadores. Jogo terminou nos primeiros minutos
Em 2015: Paracatu foi a campo com sete jogadores. Jogo terminou nos primeiros minutos

Clécio e Didão estão em recuperação. A situação de Didão é mais complicada. Allan Dellon cumpre automática.

Se Clécio não jogar, o Ceilândia muda a sua maneira de jogar. O meia tem a característica de carregar a bola, algo que pode ser perigoso em campo pequeno e com marcação sob pressão do adversário. Talvez até por isso Adelson opte por um jogador de passe mais rápido.

O confronto entre Ceilândia e Paracatu FC é um dos mais complexos. O CEC registra confrontos contra o Itapuã, o Unaí Itapuã e agora contra o Paracatu, que não se confunde com o União Paracatu, time que disputou a segundona local nos anos 90.

Em 2015, o jogo entre Ceilândia e Paracatu FC terminou com menos de quatro minutos de jogo porque o adversário ficou reduzido a número insuficiente de jogadores.

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Romarinho perdeu a melhor oportunidade do jogo

CEC deixa dois pontos no Bezerrão

Didão jogou muito em linha com Liel: acabou substituído
Didão jogou muito em linha com Liel: acabou substituído

 

O Ceilândia foi ao Gama e empatou sem gols com o Santa Maria na tarde deste sábado de carnaval.

Foi uma partida disputada em marcha-lenta, na qual o Ceilândia permitiu que a iniciativa do jogo, na maior parte do tempo, pertencesse a um  Santa Maria que respeitou o alvinegro ao extremo.

Defesa do Ceilândia manteve o ataque adversário longe da área
Defesa do Ceilândia manteve o ataque adversário longe da área

O Ceilândia, por sua vez, era incapaz de conter o Santa Maria no seu próprio campo de defesa. O Santa Maria, contudo, não pressionava a saída de bola do Ceilândia.

O resultado foi que a iniciativa do Santa Maria morria na intermediária alvinegra e, nos poucos momentos em que tomou a iniciativa do jogo, os esforços do Ceilândia morriam na intermediária grená.

Romarinho perdeu a melhor oportunidade do jogo
Romarinho perdeu a melhor oportunidade do jogo

Com os times se respeitando ao extremo, as chances de gol dependeriam de lances isolados.

A maior chance de todas pertenceu ao Ceilândia. Lançamento longo para a área e Chefe escorou de cabeça para Romarinho. O atacante dominou e bateu no canto direito da meta do Santa Maria. A bola caprichosamente tocou na trave.

As melhores chances do CEC ocorreram no primeiro tempo
As melhores chances do CEC ocorreram no primeiro tempo

Veio o segundo tempo e o Ceilândia manteve-se incrivelmente passivo. Tamanha passividade namorava com o perigo. Num ou outro lance isolado, o Santa Maria poderia abrir o marcador. O Ceilândia também, mas havia uma diferença: o Ceilândia não chegava próximo ao gol adversário.

A trave salvou o Ceilândia
A trave salvou o Ceilândia

O castigo quase veio aos 18 do segundo tempo quando na cobrança de falta a bola explodiu no travessão alvinegro.

Com o susto, Adelson tratou de fazer duas substituições. Tirou Didão e Romarinho e colocou Clécio e Wisman. O Ceilândia melhorou com as alterações e começou a rondar a meta do Santa Maria.

o Ceilândia não estava em um bom dia
o Ceilândia não estava em um bom dia

Nos minutos finais o Ceilândia tinha mais volume de jogo, mas quem assustou foi o Santa Maria, com um cabeceio que passou rente à trave.

No final, o jogo terminou mesmo sem gols. Para o Ceilândia ficou muito claro que o time tem uma cara e essa cara tem aspectos negativos e positivos.

Léo foi pouco exigido e nas vezes que o foi correspondeu à altura
Léo foi pouco exigido e nas vezes que o foi correspondeu à altura

De positivo, o fato de que o Ceilândia é um time que não se enerva com o domínio adversário e trata de torna-lo estéril. De negativo o fato de que em 5 jogos em 2016, o Ceilândia fez gol apenas em um.

Pensando no futuro, é possível dizer que o que o Ceilândia precisa é de pequenos ajustes para permitir que chegue à área do adversário com mais frequência e qualidade.

No futebol, contudo, essa é uma fórmula difícil de encontrar sem expor o sistema defensivo. Esse é o desafio que se apresenta para o Ceilândia no momento.

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Semana puxada para o Gato Preto

Ceilândia tem pouco mais de 15 dias para entrar em forma: tempo muito pequeno
Ceilândia tem pouco mais de 15 dias para entrar em forma: tempo muito pequeno

Os jogadores do Ceilândia vão ter uma semana pesada pela frente. Nesta segunda, estão programadas duas sessões de treino físico. Na terça, trabalho na academia e, no período da tarde, mais treino físico.

Na quarta os jogadores terão um pouco de refresco: folgarão na parte da manhã, mas, à tarde terão o primeiro contato com bola: treino físico-técnico.

Ceilândia corre: algumas diferenças físicas são visíveis a olho nu
Ceilândia corre: algumas diferenças físicas são visíveis a olho nu

Na quinta-feira, mais um treino de reforço muscular na academia. Na tarde de quinta, os jogadores terão o primeiro treino realmente com bola, num treino técnico.

A sexta-feira será dedicada a treinos técnicos, tanto pela manhã quanto pela tarde.

Ufa! Para terminar, no sábado, o time folgará pela manhã. À tarde, contudo, os jogadores voltarão  ao CT para um jogo-treino. Será  a oportunidade de relaxar um pouco, mas também de colocar em prática alguns dos trabalhos da primeira semana.

 

 

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CEC enfrenta Formosa em Sobradinho

CEC vs Formosa em Sobradinho e com portões fechados

CEC enfrenta Formosa em Sobradinho
CEC enfrenta Formosa em Sobradinho

Não vai ser dessa vez que o CEC vai ter um jogo com público. A FBF divulgou os locais da segunda rodada, confirmando que CEC x Formosa será no Augustinho Lima, em Sobradinho, com portões fechados.

O árbitro da partida será Gildevan Lacerda, tendo por assistentes José Reinaldo e José Sabino.

O Formosa surpreendeu o Sobradinho no último semana e venceu por 1 x 0.

O Ceilândia não ainda não contará com Artur que ainda se recupera de uma lesão na virilha. O zagueiro provavelmente estará apto no fim de semana.

No mais o técnico Adelson de Almeida deve contar com o seu time base.

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Caio: terminou a terceirona goiana no banco

Ceilândia anuncia: Dúvidas em 2015

Dudu não deslancha: será em 2015?
Dudu não deslancha: será em 2015?

O Ceilândia anuncia um planejamento modesto para 2015. Mais modesto ainda que o de 2014, mas anuncia planejamento,  um planejamento sem maiores ambições e um time jovem, muito jovem.

Em campo, os resultados não foram  animadores. O Ceiländia vestiu a camisa do RioVerdense na disputa da terceira divisão do futebol goiano. Repita-se: terceira divisão, com duas vitórias, dois empates e duas derrotas. Foi eliminado ainda na primeira fase.

Caio: terminou a terceirona goiana no banco
Caio: terminou a terceirona goiana no banco

Por força do regulamento, era um  time jovem.  Dudu Lopes, Sandro, Allyson e Caio eram remanescentes da disputa do Candangão 2014.

E o RioVerdense naufragou.

Para o torcedor alvinegro o  pior foi ver esses jogadores oscilarem entre o time principal e o banco de reservas na disputa de uma terceirona goiana. A base para 2015 já nasce comprometida.

Adelson treinou o time na terceirona goiana: eliminado na primeira fase
Adelson treinou o time na terceirona goiana: eliminado na primeira fase

Em seis partidas foram 2 vitórias, dois empates e duas derrotas. A última, contra o Quirinopolis por 3 x 0, em casa, demonstrou que havia algo errado com a equipe:  três gols sofridos em apenas 11 minutos decretaram a desclassificação.

Os recursos para manter um time são escassos. A proposta do Ceilândia, nesse particular, é realista.

De outro lado, contudo, resta esperar um 2015 muito difícil para a torcida alvinegra e que Adelson de Almeida faça mais um de seus milagres, transformando um time  sem expressão numa grata surpresa.

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Adelson: o maior treinador da história do Ceilândia. Lugar cativo na história do futebol local

150 jogos para Adelson: uma trajetória em 5 atos

Adelson de Almeida ainda era um menino em 2002, mas montou um time fortíssimo
Adelson de Almeida ainda era um menino em 2002, mas montou um time fortíssimo

Em 11 de fevereiro de 2001, Adelson de Almeida não era nada mais do que um menino. Na época, trazia consigo apenas o fato de que fora campeão juvenil do Distrito Federal com o time do Ceilândia em 1998.

Era na base desse timede 1998 que confiava na sua missão quase impossível de manter o Ceilândia na primeira divisão.

Adelson na apresentação dos jogadores em 2009, para o campeonato de 2010: mudava ali a sua história
Adelson na apresentação dos jogadores em 2009, para o campeonato de 2010: mudava ali a sua história

A estréia não foi nada promissora: nos cinco primeiros jogos foram quatro derrotas e um empate.

Ao fazer a opção preferencial pelos jovens, algo na moda em 2001, Adelson mudou a sua história e a do Ceilândia. A primeira vitória veio em 14 de março daquele ano, diante do estreante e mas já poderoso Brasiliense.

Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo
Adelson entra em campo na final de 2010: ao fundo, William Carioca que seria decisivo

De lá para cá foram 149 jogos dirigindo o Ceilândia. Desses, 131 jogos oficiais, com 51 vitórias, 43 empates e 37 derrotas.

A grande força de Adelson foi transformar o Ceilândia num time poderoso jogando dentro de casa. Em 67 jogos, trinta vitórias, 24 empates e apenas 13 derrotas. Entre 2001 e 2003, o time de Adelson foi derrotado em casa apenas duas vezes!

Adelson em 2011: sensação de impotência. Adelson previu o desastre diante do Caxias
Adelson em 2011: sensação de impotência. Adelson previu o desastre diante do Caxias

Sozinho, Adelson de Almeida foi treinador de uma em cada cinco partidas na história do Ceilândia em jogos oficiais (708 jogos). Depois de Adelson, Mauro Fernandes foi o técnico que mais dirigiu o Ceilândia (40 jogos).

Em 2004, Adelson de Almeida passou a cuidar das categorias de base do Brasiliense. Foi hexacampeão juniores do DF. Voltou ao futebol profissional em 2010. Voltou dirigindo o Ceiândia para se sagrar campeão profissional.

2012: Adelson volta a ser campeão do DF
2012: Adelson volta a ser campeão do DF

2011 talvez tenha sido o pior ano para Adelson. Exigente e detalhista ao extremo, chocou contra uma estrutura que teimava em não se profissionalizar.

Deixou o Ceilândia, voltou ao Brasiliense para para uma curta passagem no time profissional e  realizou um velho sonho de treinar o Gama na série D.

2013: Adelson venceu as fraturas do time, uniu a equipe e a levou à final do returno, mas já era tarde.
2013: Adelson venceu as fraturas do time, uniu a equipe e a levou à final do returno, mas já era tarde.

Sonho realizado, mas Adelson sofreu com as dificuldades do alviverde, quando teve que bancar alguns jogadores do seu próprio bolso. Voltou ao Ceilândia para ser bicampeão em 2012.

 Adelson de Almeida mudou. Mudou o Ceilândia.
Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois
2014: Adelson pouco lembra o menino de 2001

. Das dificuldades quase intransponíveis de 2001, sem local para treinar e dificuldades diárias para conseguir bancar as passagens dos jogadores, muitos treinando pela manhã, trabalhando à tarde ou de vigilante à noite, à realidade de hoje.

Quando entrar em campo para dirigir o Ceilândia contra o Capital, a história muda. Mudou Adelson de Almeida, hoje o mais vencedor treinador genuinamente do Distrito Federal em atividade. Mudou o Ceilândia.

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Ceilândia diante do favoritismo do líder

Ceilândia está nove pontos distante do líder
Ceilândia está nove pontos distante do líder

O Luziânia é líder disparado do Candangão 2014. A diferença entre o azulão da saída sul e o Ceilândia é de absurdos nove pontos em apenas seis jogos.

O líder tem se destacado em vários aspectos, inclusive por sua defesa. O Luziânia sofreu apenas dois gols e o seu ataque somente não faturou na última partida.

Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois
Adelson não tinha zagueiros: agora ganhou mais dois

A campanha do Luziânia impressiona no confronto  contra os últimos colocados. O Luziânia enfrentou os quatro últimos e tem cem por cento de aproveitamento. 12 pontos de 12 possíveis.

O Ceilândia, ao contrário, em quatro jogos contra quatro dos últimos cinco colocados, fez apenas 6 de 12 pontos possíveis. Apenas metade dos pontos possíveis.

Elvis foi bem contra a Ceilandense
Elvis foi bem contra a Ceilandense

Para os bons entendedores isso seria uma prova da diferença das duas equipes. O Luziânia teria melhor qualidade na distribuição de seu jogo, algo que será colocado em teste no próximo sábado pelo time de operários do Ceilândia.

O Ceilândia, em função da antecipação do jogo para o sábado, mudou o seu cronograma.  Nesta quarta e amanhã, deve privilegiar os trabalhos táticos e coletivos com bola. A princípio, Adelson de Almeida não tem problema.

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Gato vence Ceilandense e faz o dever de casa

Cassius fez o primeiro do Gato
Cassius fez o primeiro do Gato

É absolutamente incomum que o Ceilândia vença uma partida com dois gols de penalti, mas aconteceu e poderia ter sido mais!

Jogando na tarde deste sábado chuvoso, o Gato Preto venceu a Ceilandense por 3 x 0, resultado que se não muda em nada a posição do Ceilândia na competição, ao menos permite que respire.

Elvis aproveitou bela jogada de Alisson e fez o segundo
Elvis aproveitou bela jogada de Alisson e fez o segundo

Foi um jogo de um time só. O Ceilândia teve o controle da partida, marcando o adversário desde o campo ofensivo.

O primeiro gol surgiu em penalti sofrido por Allan Dellon. Cassius bateu no canto esquerdo do goleiro para abrir o marcador.

O Maestro voltou e tambem fez o dele
O Maestro voltou e tambem fez o dele

Não demorou muito e Alisson fez bela jogada pela esquerda e serviu Elvis que bateu com categoria para fazer 2 x 0.

Desacostumado a tamanha vantagem,  o CEC aguardou o término do primeiro tempo.

Passado e presente: estranho ver Daniel com outra camisa que nao a alvinegra
Passado e presente: estranho ver Daniel com outra camisa que nao a alvinegra

Veio o segundo tempo e o Ceilândia demonstrou claramente que a vantagem lhe atendia. O jogo ficou monótono no melhor estilo o Ceilândia não quer e a Ceilandense não conseguia jogar.

Isso não significa que tenha faltado emoção. A Ceilandense em nenhum momento ameaçou a meta alvinegra.

Here empurado: penalti do terceiro gol
Here empurado: penalti do terceiro gol

Enquanto isso, o Ceilândia cansou de errar gols. No mais fantástico desses erros, Alisson não respeitou a bola e errou um gol feito.

Nos minutos finais, Adelson de Almeida colocou Gilmar Herê no lugar de Cassius. O atacante fez boa jogada com Alisson e foi empurrado na área. Penalti que Allan Dellon bateu com perfeição para dar números finais ao jogo.

Franca novamente nao sofreu gol
Franca novamente nao sofreu gol

O resultado não muda a posição do Ceilândia. Ao menos o Gato Preto afastou-se da parte de baixo da tabela antes de começar a maratona contra os primeiros colocados.

Se há uma evolução, e há, será colocada à prova. A primeira delas  em Luziania.Em meio a alegria de todos, um jogador destoava. Renato conversou com o CeilandiaEC. Confessou que nao foi bem, mas admitiu que estava feliz pelo time haver vencido. Vida que segue…

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Longa semana pela frente!

Sem referesco: CEC continua sem vencer
Sem referesco: CEC continua sem vencer

O Ceilândia vai ter uma longa semana pela frente. Depois da quarta derrota consecutiva, a segunda no campeonato, o Gato Preto esgotou o seu estoque de tropeços na competição.

O dia de hoje prometeria ser agitado, se não fosse a convicção de que não há muito o que fazer. O time talvez cresça na hora certa, mas a sequencia de resultados ruins pode abalar a confiança do grupo.

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A rigor, o técnico Adelson de Almeida não tem jogadores com problemas físicos. Aliás, o Ceilândia parece ter evoluído bem fisicamente na última semana.

Os resultados do final de semana não foram ruins para o Gato Preto. O Campeonato ficou bem dividido: quatro times venceram os dois jogos, quatro times venceram a sua partida e quatro times perderam os dois jogos. O segundo grupo está ao alcance de todos.

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Em busca do equilíbrio

Adelson tinha um semblante preocupado na semana: necessidade de reagir
Adelson tinha um semblante preocupado na semana: necessidade de reagir

O Ceilândia recomeça a semana  trabalhando duro em busca do equilíbrio. Depois da estréia com derrota para o Legião, o time não vê grandes motivos para preopcupação, embora veja a necessidade de que a evolução seja sentida em campo.

O resultado foi, em certa medida, inesperado mas considerando normal no contexto atual de preparação da equipe: há a certeza de que a equipe deve alcançar o equilíbrio na metade da competição.

Valdinei fez a sua estréia: discreto
Valdinei fez a sua estréia: discreto

Há a sensação de que o processo em busca do campeonato é longo. Hoje os jogadores terão atividades físicas. A princípio o Ceilândia não tem baixas.

Adelson Almeida se diz tranquilo e ciente de que, mais que tomar decisões, o grupo precisa trabalhar mais e com mais foco. A derrota, sob esse ponto de vista foi positiva.  Considerou o tropeço indesejado, inesperado e natural.

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Em 2013, CEC sofreu para vencer o Legião na estréia

16h, no Regional, último teste antes da estreia

Em 2013, CEC sofreu para vencer o Legião na estréia
Em 2013, CEC sofreu para vencer o Legião na estréia

O Ceilândia faz hoje à tarde, contra a Anapolina, o último teste antes da estréia. Depois de um empate e uma derrota, o Gato Preto dá mais um passo em direção à sua preparação.

No entender da direção não há que se falar em pressão por resultado. “O jogo de hoje é um amistoso e não passa disso”, disse Almir de Almeida. Obviamente para um time que conta com França, Claudio Luiz, Allan Dellon, Adriano Felício e Cassius, qualquer jejum de vitória incomoda, mas o time não pode perder o foco.

A se tirar pelas outras competições, Adelson de Almeida deve esperar que o time atinja o auge um pouco antes da fase decisiva. O risco de virar o fio antes é sempre um temor do treinador.

Falando ao CEC, Adelson de Almeida afirmou que espera começar o campeonato com vitória, porque isso daria tranquilidade ao final da fase classificatória. O Ceilândia começa a competição contra times menos cotados, como Legião, Santa Maria,  Formosa e Paracatu, times com menor investimento, mas que podem surpreender.

Para o jogo de hoje, Adelson deve lançar a sua força máxima, eventualmente poupando um ou outro jogador. A idéia é a de que o jogo de hoje é mera preparação, o importante começa semana que vem.

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Elegância na derrota!

Adelson cumprimenta Márcio: elegância na derrota e um bom exemplo
Adelson cumprimenta Márcio: elegância na derrota e um bom exemplo

O jogo passava dos 43 minutos do segundo tempo. O Brasiliense vencia por 2 x 0. Faltam 5 minutos. Insuficientes para o CEC virar. Adelson deixou a sua área técnica e dirigiu-se à área técnica do Brasiliense….

No futebol, como na vida, normalmente não existem saídas mágicas. O que se consegue é sempre fruto de um trabalho. Simples assim.

 

Capitão Dimba em ação: Talvez não em 2014. Saudades desde agora
Capitão Dimba em ação: Talvez não em 2014. Saudades desde agora

O Ceilândia começou o ano com uma nova proposta de trabalho: uma nova equipe, um novo desafio. O resultado alcançado reflete o bom trabalho realizado, só isso.

O trabalho não estava maduro. Os resultados dos dois confrontos decisivos contra o Brasiliense mostraram um Ceilândia com um bom conjunto de jogadores, mas ainda sem formar um time.

Brasiliense abusou das faltas táticas e da eficiência
Brasiliense abusou das faltas táticas e da eficiência

O Brasiliense, ao contrário, era menos ambicioso em sua proposta, mas mais equipe que o Ceilândia. Foi uma pena que terminasse assim, mas o futebol fez justiça à melhor equipe. Ganhou o futebol, perdeu o Ceilândia.

O Gato começou melhor, porque, a rigor, possuía melhores jogadores. Foram quinze minutos de amplo domínio do cEC, mas o suficiente para ver que o sistema defensivo do Brasiliense era sólido o suficiente para impedir as investidas alvinegras.

Welder: abusadamente eficiente
Welder: abusadamente eficiente. Um dos grandes responsáveis pela classificação amarela

Entre o 16o e o 25o minutos do primeiro tempo operou-se a transição, momento em que nenhuma equipe possuía domínio sobre a outra, mas o Brasiliense já continha as investidas do Ceilândia e apenas lutava para impor o seu futebol de conjunto. Era o prenúncio do que viria.

Entre o 26o minuto e o 35o minuto o Brasiliense teve amplo domínio, mas como o Ceilândia, não criava situações claras de gol. No amargurado coração alvinegro havia a esperança que, tal como acontecera com o Ceilândia, sucederia que o Brasiliense também não fosse beneficiado com um erro.

Rodriguinho e Marcelo: quem sabe referências de um Gato campeão em 2014?
Rodriguinho e Marcelo: quem sabe referências de um Gato campeão em 2014?

Para a tristeza alvinegra o erro aconteceu. A defesa correu para o primeiro, Washington para o segundo pau. O suficiente para ficar livre e abrir o marcador.

Até o final do segundo tempo o cEC voltou a ter a posse de bola. Uma posse estéril, na medida em que o treinador do Brasiliense já havia congestionado o corredor esquerdo de sua defesa.

Um décimo do estádio preenchido: surpreendentemente, muitos torcedores orgulhosos do Gato
Um décimo do estádio preenchido: surpreendentemente, muitos torcedores orgulhosos do Gato

Veio os segundo tempo e o Ceilândia, valente como sempre, lutador como se esperava, tomou o controle das ações. O CEC rondava a intermediária amarela, mas era incapaz de criar situações claras de gol.

O jogo caminhava, caminhava e caminhava. Havia esperança, sempre houve. Havia desconfiança amarela, sempre houve. Baiano pôs fim ao sonho alvinegro e a desconfiança amarela.

Méritos do Brasiliense, méritos do Ceilândia. Dois jogos fantásticos, mas venceu aquele que como equipe estava mais maduro. Parabéns para os amarelo, parabéns para os alvinegros. Para estes, resta a sofrida espera por 2014.

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Momento de tensão para os técnicos

Os técnicos: Adelson vive pressão por novo título
Os técnicos: Adelson vive pressão por novo título – Arte sobre imagem do Jornal de Brasilia

O Ceilândia foi surpreendido no primeiro tempo do confronto do Abadião. É simples assim.  Jogada por jogada, o time sofreu com a bola aérea do adversário, justamente aquilo que sempre foi o forte da defesa alvinegra.

Por sorte, Washington jamais esteve equilibrado para fazer a conclusão. A defesa tem o seu mérito.

Com as cartas na mesa  chegou a hora dos técnicos se reinventarem. O Brasiliense aproveitou a explosão de Peninha para dificultar a vida do Ceilândia no primeiro tempo.  No segundo, o meia cansou, o Brasiliense cansou e o CEC aproveitou para dominar a partida.

Nos melhores momentos do Brasiliense, o Ceilândia assustou a meta defensiva amarela. Nos melhores momentos do Ceilândia, o Brasiliense assustou a meta alvinegra.

Foi um jogo aberto. Com mérito ou defeito das equipes, mas um jogo aberto.

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Ceilândia retoma atividades: trabalho regenerativo

Adelson: realizar a sintonia fina nesses dois dias antes da decisão
Adelson: realizar a sintonia fina nesses dois dias antes da decisão

Em razão do pouco tempo entre um jogo e outro, o Ceilândia retorna aos trabalhos nesta quinta-feira.

Adelson tem agora duas preocupações. Dimba saiu de campo reclamando de dores nas costas. Rodriguinho, com inflamação no púbis, não jogou as últimas partidas.

No mais, só o cansaço natural decorrente da seqüência de jogos. Nada que o adversário também não venha passando.

Entra em campo, então, o preparador físico Edirley Guimarães. Os atletas passarão por trabalho regenerativo, visando acelerar a recuperação.

Ao mesmo tempo, o treinador Adelson de Almeida começa a trabalhar. Para ele o Ceilândia tem jogado bem no Estádio Elmo Serejo. A vantagem do empate que o Brasiliense não é algo que se despreze, mas o Ceilândia tem maturidade suficiente para saber superar as adversidades.

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CEC minimiza pressão por vitória: coisa pode ficar feia

Na última partida: empate sem gols, numa das piores partidas dos últimos dez anos
Na última partida: empate sem gols, numa das piores partidas dos últimos dez anos

O Federação confirmou data, horário e trio de arbitragem para o jogo deste sábado contra o Brasília. A partida está confirmada para as 15h30, no Estádio Elmo Serejo, em Taguatinga.  Rafael Diniz será o árbitro da partida.

O Ceilândia fará o terceiro jogo da série decisiva.

O Ceilândia entra em campo pressionado com a falta de vitória, já são seis partidas consecutivas sem vencer em competições oficiais (a última vitória, goleada sobre o Legião por 4 x 0 foi em partida amistosa e a última vitória em jogo por competição oficial foi contra o Unaí, 4 x 2).

O técnico Adelson minimiza a pressão por vitória e que diz não há mágica: o time tem feito tudo certo nos últimos jogos, mas tem dado azar, afirma.

Dimba comemora o primeiro gol do CEC contra o Brasilia em 2011: Ceilândia 2 x 0
Dimba comemora o primeiro gol do CEC contra o Brasilia em 2011: Ceilândia 2 x 0

Jogadores e comissão técnica, contudo, sabem que jogar bem não se traduz em evolução na tabela. Nas últimas rodadas o CEC despencou na tábua de classificação e se a sorte não ajudar a coisa tende a ficar feia.

Adelson não tem problemas importantes para  a partida deste sábado que não o cansaço de seus atletas. Experiente, o treinador evitou submeter os atletas mais antigos a um desgaste excessivo. Foi assim contra o Ceará, quando poupou Dimba e Rosembrick e deverá ser contra o Brasília quando poupará outros jogadores.

A última vez que Ceilândia e Brasilia se enfrentaram no Serejão não traz boas recordações para o alvinegro: vitória do Brasília por 2 x 0 em jogo válido pela Série D do campeonato brasileiro de 2010. Até então o CEC era o líder do grupo e a vitória custou a sua eliminação.

Os dois últimos confrontos foram em 2011. Vitória do CEC no Estádio Regional de Ceilândia por 2 x 0 e empate em Samambaia por 0 x 0.

 

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