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Futebol veio tarde demais: Gama elimina (praticamente) o Ceilândia

Dois gols no final do primeiro tempo, mas o placar poderia ter sido mais elástico.

A esperança veio tarde demais no Bezerrão. Na derrota por 2 a 1 para o Gama, o torcedor viu o Ceilândia perder uma invencibilidade de 10 jogos diante do Gama. Uma invencibilidade construída em 5 anos sem derrota para seu rival. Viu também o Ceilândia ficar potencialmente eliminado do Candangão 2026.

Ceilândia escapou de um desastre no primeiro tempo e ficou por pouco da redenção no segundo.

Na noite desta quarta, o torcedor alvinegro, que compareceu em bom número no Bezerrão, viu  um time que acordou apenas quando o abismo já era visível. Não se sabe se por acomodação do adversário ou por méritos próprios, mas o fato é que o Ceilândia do segundo tempo esteve muito mais próximo do time que a torcida deseja.

Ceilândia insistiu em bolas longas e jogadas individuais

Foi um Ceilândia que finalmente trocou ataques com o adversário. A equipe, que havia sido inofensiva, passou a ter controle do jogo por alguns instantes, revezando-se no domínio da partida com o Gama e criando chances reais com Fabinho e Cardoso.

Vigia é um bom nome

Isso, no entanto, veio tarde. O jogo já estava 2 a 0 para o Gama, construído sobre um primeiro tempo desastroso onde a defesa se fechava em um 5-4-1 que não impedia a superioridade rival.

Ceilândia pouco chegou no primeiro tempo

Tudo isso pode parecer ilusório, como tudo parece ilusório nesta campanha de 2026. A reação na etapa final, culminando no gol de Cleyton, serviu mais para lamentar o tempo perdido do que para celebrar uma quase virada.

Cleyton comemora. Ceilândia está virtualmente eliminado

Se quisermos argumentar com o pior cenário, é só lembrar que no primeiro tempo, apesar de toda demonstração de vontade alvinegra, o Gama poderia ter feito não apenas 2, mas 3 ou 4 gols, tal era a facilidade com que penetravam nossa defesa e desperdiçavam chances cara a cara com Edmar Sucuri.

5 jogadores do Gama num curto espaço de campo: pressão.

O time visitante sequer logrou uma finalização na primeira etapa, assistindo passivamente ao rival abrir o placar e ampliar, com direito a provocação do ex-atacante Felipe Clemente à nossa torcida.

Tanque e Robert: atuações melhores que a do time anterior

Deve-se destacar que não falta vontade aos jogadores do Ceilândia, mas falta disposição para o sacrifício. A “cera”  no início do jogo evidenciou a falta de futebol, que só apareceu quando a corda já estava no pescoço.

Ceilândia teve oportunidades, como nesta com Cardoso.

Ontem, notamos que Vinicius Tanque, Vigia e Bosco não levam desaforo para casa e essa é uma mercadoria escassa no time. É preciso mais desse espírito, aliado à organização tática que faltou durante metade do confronto.

Esta também não entrou

A derrota deixa o Gato Preto em uma situação preocupante, na sexta colocação e secando rivais como Capital e Samambaia para não se complicar na briga pelo mata-mata.

Gol de Cleyton deu esperanças, mas o Ceilândia está fora

Agora, resta juntar pareparar-se  para o jogo contra o Paranoá no Abadião. A reação tardia provou que o time pode render mais, mas no Candangão, jogar apenas 45 minutos não é suficiente para quem veste essa camisa.

Tragédia no Abadião: Ceilândia foi goleado em casa

Organizada fez homenagem a Rodrigo Firmeza que morreu em acidente de trânsito

Incomoda que vem ano passa ano e o Ceilândia não sabe como enfrentar o Capital. Nesse contexto, o placar de 3×0 para o Capital estampou uma verdadeira tragédia no Abadião neste sábado. O que se viu em campo foi um Ceilândia irreconhecível, muito distante daquele time que não vinha jogando bem, jamais jogou neste campeonato, mas vinha embalado por três vitórias consecutivas.

Ceilândia com desfalques e improvisações

É verdade que o Gato Preto entrou em campo repleto de jogadores lesionados, o que forçou um time muito desfalcado e com algumas improvisações. Uma coisa é reconhecer os problemas. Outra coisa é ver que que o Ceilândia é um time sem alma. Ninguém se importa com desfalques: o que importa é o resultado. Você é tão bom quanto seu último resultado.

Não  se enganem: os jogadores correm, disputam as bolas e tudo o mais, mas fazem isso burocraticamente.  Ficam até chateados com a derrota, mas não ficam envergonhados. Parecem não se importar porque não precisam disto, amanhã estarão em outros times. Isso começa no gol alvinegro e sabe-se lá onde termina.

Capital partiu para intimidação e Ceilândia aceitou

Taticamente, o problema parece crônico e preocupante. O Ceilândia já vinha demonstrando enorme dificuldade para marcar adversários que se sentem confortáveis em fazer a transição de jogadas pelo chão, e o rival soube explorar essa deficiência. Foi assim contra o Brasília, foi pior contra o Real, foi ainda pior contra o Capital.

Até a intimidação, Ceilândia estava melhor

Para piorar a sensação de repetição, nos últimos quatro anos o time tomou várias goleadas do Capital. Parece que a equipe simplesmente não aprendeu como marcar os avanços, especialmente os de Eder Lima, que teve liberdade mais uma vez.

Patrickão não conseguiu jogar

Foi justamente Eder Lima quem começou a jogada do primeiro gol do Capital. A falha na marcação permitiu a construção do lance que terminou com Moisés Tobinha estufando a rede após o rebote da zaga.

Entusiasmo do Ceilândia acabou cedo.

Mas a derrota não foi apenas tática; foi também de postura. O Capital veio para o jogo como se fosse mais uma decisão e, logo nos primeiros minutos, partiu para cima para intimidar o Ceilândia fisicamente.

Sucuri foi mal mais uma vez. Defesa não foi bem, mas não foi a maior culpada

A partir daquele momento de imposição física, tudo mudou no confronto. O Ceilândia se deixou intimidar pela agressividade do adversário e, aos poucos, o Capital impôs o seu melhor futebol, dominando as ações com facilidade.

Eder Lima passeia na avenida Ceilândia

O segundo tempo confirmou o desastre com o Capital ampliando rapidamente. Deysinho marcou de cabeça após escanteio, e pouco depois, Alisson Mira fez o terceiro aproveitando um erro na saída de bola.

Taticamente o Ceilândia foi muito mal.

Para consolidar o vexame, nem o “gol de honra” o time conseguiu marcar. Cleyton desperdiçou um pênalti no final da partida, defendido pelo goleiro Luan, simbolizando a tarde desastrosa.

Este foi um jogo que envergonha o torcedor alvinegro, tanto pelo resultado elástico quanto pela forma apática como foi construído. A torcida sentiu o golpe e começou a deixar o estádio antes mesmo do apito final.

Cleyton entrou mostrou qualidade, mas perdeu pênalti

A partida demonstra claramente que o time se recusa a evoluir tática e mentalmente. Fica a impressão de que, enquanto alguns jogadores correm e lutam, outros obviamente não estão à altura do desafio e da responsabilidade de jogar no Ceilândia.

Agora, o time precisa juntar os cacos para tentar a recuperação fora de casa contra o Gama. Mas a lição que fica é que improvisação e falta de atitude cobram um preço alto, transformando a tarde de sábado em um pesadelo.

Não desiste nunca! Vitória na Raça: Gato Preto entra no G4!

 

Com contusão de Cleyton e Cabralzinho, Matheuzinho ganhou oportunidade. Cansou.

O Ceilândia venceu o Real Brasília na tarde deste sábado, no Abadião, conquistando um resultado fundamental para as pretensões do clube. Com essa vitória importantíssima, o time entra pela primeira vez no G4 do Candangão 2025.

Vigia foi peça importante: premiado com gol

Sabia-se desde o início que não seria um jogo fácil, pois o elenco sofre com muitas contusões. Sem Cabralzinho, Cleyton e Romário, o time entrou em campo precisando se superar na base da disposição.

Patrickão caiu no gosto da galera: 4 gols em 5 jogos.

Apesar da forte chuva que caiu sobre o estádio, o público presente foi muito bom. A torcida teve um papel crucial, apoiando um time que demonstrou, mais uma vez, que não desiste nunca diante das adversidades.

Bom público, mas poderia ser ainda melhor se não fosse a chuva.

Dentro de campo, o jogo teve muita transpiração e pouca inspiração, com o time dependendo das bolas longas. Mesmo assim, Patrickão mostrou oportunismo e abriu o placar aos 20 minutos de jogo.

Pedrinho saiu lesionado: mais um problema para Adelson

O gol fez o time recuar e dar a bola para o Real Brasília, o que deixou a torcida nervosa nas arquibancadas. Felizmente, a defesa alvinegra fez a sua parte e o goleiro Sucuri foi eficaz quando exigido.

Fabinho teve pouco apoio no ataque

As dificuldades aumentaram quando Pedrinho e Magdiel também se machucaram, juntando-se à lista de lesionados. O técnico Adelson precisou mexer, promovendo a estreia de Vermuth e adiantando Vigia para tentar segurar o resultado.

Pará entrou bem: problema tem sido a saída de bola do adversário.

O sofrimento durou até os minutos finais, com o time dependendo um pouco da sorte e da incompetência do adversário no último terço do campo. O jogo ficou arrastado, mas a luta dos jogadores manteve o placar favorável.

Ceilândia criou poucas chances e não poderia ter desperdiçado esta.

O alívio definitivo só veio nos acréscimos do segundo tempo. Em um contra-ataque puxado por Marquinhos, a bola chegou a Vigia, que marcou o segundo gol e garantiu a festa da torcida alvinegra.

Marquinhos recebeu de Edson e serviu Vigia: 2 a 0.

Agora, o foco se volta para uma sequência pesada contra Capital e Gama, adversários diretos na tabela. Enquanto nossos rivais diretos, como Brasiliense e Samambaia, terão jogos contra times que pontuaram pouco, nós teremos pedreiras pela frente.

Vigia comemora: resultado justo, mas o sofrimento foi desnecessário.

O Gato Preto nunca teve vida fácil e ninguém disse que teria agora. O torcedor pode ter a certeza de que, apesar das dificuldades que virão, vai ter muita luta dentro de campo.

Ceilândia 2×1 Brasília: Vitória do Alívio: Raça, Sofrimento e a Necessidade de Evoluir

Ceilândia venceu mais na força da qualidade individual do que da qualidade coletiva

O torcedor do Ceilândia respirou aliviado ao apito final, mas sai de campo com a pulga atrás da orelha. Ficamos felizes com o resultado, sem dúvida, mas preocupados com a forma como esse resultado foi conquistado. O que vimos em campo foi um time que lutou, mas que sofreu mais do que deveria contra um adversário que vinha de derrotas consecutivas. A vitória veio, mas o futebol vistoso ficou devendo.

Fabinho comemora primeiro gol: Ceilândia achou o gol

O jogo começou equilibrado, mas com pouca efetividade técnica. Vimos um início onde o Gato Preto tentou criar, com Fabinho cruzando para Marquinhos chegar atrasado e Henrique Vigia assustando em uma cobrança de falta. Mostramos vontade, mas a bola teimava em não rolar com a fluidez que a torcida espera. O time estava organizado, mas faltava aquele toque de criatividade para dominar de vez a partida.

Meio do Ceilândia: confuso defensivamente, ineficaz ofensivamente

A alegria veio aos 16 minutos, quando a conexão funcionou. Magdiel colocou a bola na área e Fabinho, de cabeça, abriu o placar para o alvinegro. Parecia que o jogo ficaria à nossa feição. Mais uma vez o time mostrou raça, disposição e organização, mas faltou mais futebol para segurar a vantagem e controlar o ímpeto do adversário, que logo começou a gostar do jogo.

Jogadores distantes uns dos outros: sobrava ligação direta

Não demorou para o castigo vir. Poucos minutos após o nosso gol, o Brasília empatou em uma jogada aérea onde Milla subiu para cabecear. Para piorar o cenário, perdemos nosso meia de criação, Cabralzinho, por lesão. A entrada de William Barão não surtiu o efeito desejado imediato; o time sentiu o golpe, perdeu a conexão com o ataque e viu o adversário crescer e pressionar até o fim do primeiro tempo.

Ceilândia jogava mal: Sucuri salva com os pés.

A volta para a segunda etapa manteve o tom de apreensão. O Ceilândia adotou uma postura cadenciada, talvez até demais, enquanto o Brasília chegava com perigo, obrigando Sucuri a trabalhar. A defesa alvinegra, liderada pelo nosso paredão, teve que se virar para conter as investidas aéreas e as bolas paradas venenosas do adversário. O torcedor na arquibancada sentia que algo precisava mudar.

Cabralzinho vítima de um time que coletivamente não foi bem: sozinho contra três

A mudança veio do banco. Adelson de Almeida, percebendo a dificuldade, recompôs o meio de campo com a entrada de Cleyton. O time ganhou um novo fôlego e começou a responder.

Foguete e Cleyton não foram brilhantes, mas foram decisivos.

Pedro Foguete, recebendo de Edson Reis, soltou uma bomba que quase nos colocou à frente novamente. O time não estava brilhante, mas mostrava que não aceitaria o empate passivamente.

Time não ajudou, mas Patrickão não estava em bom dia

A persistência foi premiada aos 30 minutos. Marquinhos, em uma bela jogada individual, encontrou Cleyton bem posicionado entre os zagueiros para cabecear e fazer o segundo gol. Foi o gol do alívio, da raça e da insistência. Mesmo com o Brasília pressionando nos minutos finais em busca de uma reação, conseguimos segurar o placar.

Ceilândia foi valente, mas faltava inspiração.

O resultado foi importantíssimo para as pretensões alvinegras, mas a classificação está longe de ser decidida. Somamos três pontos vitais que nos mantêm vivos na briga, mas não podemos nos iludir. O desempenho oscilou e, contra adversários mais qualificados, esses apagões podem custar caro. Precisamos de mais consistência durante os 90 minutos.

Ceilândia melhorou no final, achou a vitória e segue firme na luta

O Ceilândia pode não ter sido brilhante, mas ganhou uma posição na rodada. Agora, não há margem para erro. Sem gordura para queimar, o Ceilândia precisa vencer o Real neste sábado, às 16h, no Abadião, em casa, para entrar no G4. A tabela não perdoa e a matemática é simples: vencer ou vencer para continuar sonhando.

Vigia foi um leão, mas esperava-se mais do meio

O desafio é gigante, pois após o Real, teremos de consolidar essa posição nas rodadas seguintes, contra Capital e Gama. Fácil não é. Ninguém disse que seria fácil. Mas a torcida estará lá para empurrar. Ninguém pode se enganar: vai ser um leão por vez, a começar por sábado. Vamos lotar o Abadião e fazer a nossa parte, esperando que o futebol do time cresça na hora certa.

Ceilândia faz 3 a 0 na Aruc e volta à briga

Torcida ficou feliz: público bom para noite chuvosa

A terceira rodada do Candangão 2026 trouxe excelentes notícias para o torcedor do Ceilândia. Além da vitória em campo, a rodada foi muito favorável porque todos os adversários diretos perderam pontos, encurtando a distância do Gato Preto para os líderes da tabela.

Jogadores agradecem apoio: esse time busca jogar com a torcida

Nos outros jogos, vimos resultados surpreendentes e empates que ajudaram o alvinegro. O Paranoá venceu o Brasília, o Real superou o Capital, enquanto Brasiliense e Gama apenas empataram em seus jogos contra Sobradinho e Samambaia, respectivamente.

Magdiel comemora o seu gol: marcar cedo ajudou

O grande destaque, contudo, foi o triunfo do Ceilândia na noite desta quarta-feira (21). Debaixo de chuva e com um bom público no Abadião, o time conquistou sua primeira vitória no campeonato ao bater a Aruc por 3 a 0.

Ceilândia não foi brilhante, mas o resultado foi merecido.

O Ceilândia não é um time pronto. Por isso, o técnico Adelson de Almeida reformulou a equipe, apostando em um time mais veloz que sufocou o adversário desde o início. A estratégia funcionou rápido: aos nove minutos, após jogada de Marquinhos e ajeitada de Fabinho, Magdiel abriu o placar.

Defesa foi pouco exigida, mas instabilidade do time incomoda.

Apesar do domínio, o jogo teve seus momentos de tensão. A Aruc chegou a assustar quando Juninho acertou uma bomba no travessão após uma falha da defesa alvinegra, mostrando que o time passou por momentos de instabilidade na primeira etapa.

Aruc pecou pela pouca organização. Ceilândia não tem nada a ver com isso.

O cenário mudou completamente na volta para o segundo tempo, com o Ceilândia ligado no “220v”. Em menos de um minuto, Marquinhos serviu Patrikão, que ampliou o marcador, dando tranquilidade para a equipe e para a torcida.

Placar poderia ter sido mais elástico, mas Ceilândia ainda não é um time pronto

O centroavante Patrikão foi decisivo e fechou a conta aos 14 minutos. Aproveitando uma cobrança de falta de Magdiel, ele marcou seu segundo gol no jogo, isolando-se na artilharia do campeonato com 3 gols e garantindo a festa alvinegra.

Pedrinho entrou no lugar de Badhuga.

A vitória traz lições importantes: embora o time tenha sido muito superior tecnicamente à Aruc, a instabilidade apresentada no primeiro tempo preocupa e precisa diminuir para os confrontos contra equipes menos limitadas.

Magdiel faz o primeiro. Gol importante, vitória importante.

Como consequência direta do resultado, o Ceilândia subiu para o sexto lugar com quatro pontos. A equipe agora está apenas um ponto atrás do segundo colocado, embora a proximidade com a zona de rebaixamento ainda exija atenção total.

Magdiel comemora o seu gol: marcar cedo ajudou

Para manter a reação e buscar a segunda vitória consecutiva, a presença da torcida é fundamental. O próximo compromisso é neste domingo, às 17 horas, no Bezerrão, diante do Brasília. Vamos juntos apoiar o Gato Preto!

Ceilândia derrotado pelo Samambaia vê classificação mais difícil

Meio de campo do Ceilândia foi engolido pelo Samambaia tática e tecnicamente.

O Ceilândia visitou o Samambaia no estádio Serejão pela 2ª rodada do Candangão 2026. A equipe teve uma atuação difícil e acabou derrotada por 2 a 1. O time entrou em campo nervoso e cometeu muitas faltas no início.

Transição defesa para o ataque não funcionou
Samambaia foi mais futebol, Ceilândia equilibrou na raça.

As dificuldades do Ceilândia ficaram evidentes na criação de jogadas. O time viu o adversário dominar a posse de bola durante a maior parte do duelo. Mesmo quando chegava ao ataque, a equipe falhava no momento da conclusão.

Samambaia taticamente superior

A defesa do Gato Preto não suportou a pressão e sofreu um gol no final do primeiro tempo. A situação piorou no início da segunda etapa com um erro individual grosseiro. O zagueiro Badhuga falhou em um recuo de bola e permitiu o segundo gol rival.

Ceilândia não pode depender apenas de bola aérea

O time ainda tentou reagir e diminuiu o placar com um gol de Patrickão. Houve pressão final e chutes perigosos de Cabralzinho. Contudo, a defesa adversária prevaleceu e impediu o empate.

Sucuri já é alvo de críticas de parte da torcida

A torcida do Ceilândia enfrenta agora uma profunda decepção com o desempenho apresentado. Esperava-se um resultado positivo para consolidar a campanha, mas a realidade foi frustrante. A atuação irregular gerou desconfiança nas arquibancadas. 

Ceilândia falhou muito

A derrota coloca o Ceilândia em uma situação que beira o risível quanto às pretensões de título. O desempenho contra adversários diretos tem sido pífio. O time somou apenas um ponto nos duelos contra Sobradinho e Samambaia.

Patrickão fez o gol, mas não está livre de críticas

O risco de não classificação para as semifinais tornou-se real e imediato. A tabela mostra que o Ceilândia agora não depende apenas de si para avançar. A equipe precisará torcer por tropeços dos rivais para seguir viva na competição.

Não faltou disposição, mas faltou futebol

O próximo compromisso será contra o ARUC, no estádio Abadião. A vitória é obrigatória para tentar reverter o cenário negativo. A pressão sobre o elenco será imensa na próxima quarta-feira.

Sem margem para erro: Sob pressão, Ceilândia encara o organizado Samambaia

Em 2025, Ceilândia tropeçou em casa contra o Samambaia e perdeu vantagem nas semifinais

Os resultados do último sábado foram essencialmente ruins para o Ceilândia. As vitórias conquistadas pelo Sobradinho e pelo Capital trouxeram uma dose extra de pressão para a partida de hoje diante do Samambaia.

Adelson tem problemas: Ceilândia já perdeu gordura considerável ao empatar com Sobradinho

Para complicar, o Samambaia, se não é um time brilhante, é uma equipe organizada e deve dar muito trabalho para o Gato Preto. Será necessário ter muita calma e, acima de tudo, não errar durante o confronto.

Todos sabem que não vencer é sinal de crise

Ainda assim, a expectativa é de um bom resultado. O time é competitivo, treinou bem e carrega a responsabilidade de buscar a vitória.

Ponto positivo: time está querendo. Negativo: ainda busca soluções.

Por fim, vale lembrar que o campeonato é curto e a diferença entre os quatro principais favoritos e os concorrentes diretos não é grande. Tudo será decidido no detalhe, portanto, quem errar menos garantirá o avanço.

Ceilândia deixa dois pontos no Abadião: 1×1 Sobradinho

O empate em **1 a 1 entre Ceilândia e Sobradinho**, ocorrido no Abadião na abertura do Candangão 2026, oferece duas perspectivas distintas ao torcedor.

Se o olhar recair estritamente sobre a matemática da tabela, a conclusão é que o **resultado foi negativo**, pois o Gato Preto deixou dois pontos no que se pode chamar de “pote da desclassificação” logo na estreia. No entanto, uma análise que vá além do placar revela uma tese fundamental para o futuro da competição: **os jogadores demonstraram que “estão querendo” e compraram integralmente a proposta de jogo da equipe**.

Ceilândia perdeu boas oportunidades no primeiro tempo

Durante a maior parte do confronto, o Ceilândia foi superior e buscou ditar o ritmo da partida, enquanto o Sobradinho se limitava a erguer um “muro” defensivo e explorar erros de transição alvinegros.

Henrique Vigia foi boa surpresa

Essa postura ativa do Ceilândia evidencia um grupo engajado; jogadores como **Henrique Alagoano e Romário** foram vistos buscando soluções táticas para superar as dificuldades de articulação, um sinal claro de que o elenco está mentalmente conectado com o objetivo.

 

Cabralzinho nome do jogo, mas falhou no gol adversário.

 

O desenvolvimento do jogo ilustrou bem essa entrega, mesmo diante de percalços:
* **A falha e a redenção:** No primeiro tempo, um erro de Cabralzinho resultou na falta que gerou o gol de Pedrinho para o Sobradinho — lance em que o posicionamento do goleiro Sucuri também foi questionado. Contudo, a resposta veio logo no início da segunda etapa, quando o próprio **Cabralzinho se redimiu ao empatar o jogo** após um cruzamento preciso de Danillo Balla.
* **Dinâmicas de campo:** O lado direito, com Balla e Paulinho, mostrou-se a principal via de escape e criação. Em contrapartida, o lado esquerdo enfrentou dificuldades, com Marcelinho sendo muito acionado, mas carecendo de maior apoio de seus companheiros para produzir jogadas efetivas.
* **Pressão final:** Após as substituições feitas por Adelson, o time perdeu um pouco de consistência, mas retomou as rédeas nos minutos finais. O Ceilândia esteve a centímetros da vitória com uma finalização de Pedro Foguete salva pelo goleiro e uma **bola na trave de Edson Reis**.

 

Defesa esteve bem e não teve culpa no gol do Sobradinho

Embora o sentimento imediato seja de frustração pelos pontos perdidos em casa, a notícia de que o elenco está sintonizado e competitivo é, para além do placar, o fator mais relevante neste início de jornada. É sabido que, em um campeonato tão equilibrado, **não basta apenas a vontade; é preciso converter esse domínio em resultados práticos** para garantir a classificação. 

Ponto positivo: Romario e Alagoano buscam soluções.

 

O Ceilândia provou que tem um time forte, mas que ainda precisa de ajustes finos para que o entrosamento dê a “liga” necessária.

Com Paulinho e Balla, as melhores jogadas.

O próximo desafio contra o Samambaia será a oportunidade de validar essa disposição dos jogadores com três pontos na conta. Afinal, o Ceilândia demonstrou ser um **time competitivo e bem projetado que já começou a funcionar**; agora, resta apenas calibrar a precisão das engrenagens para que o esforço coletivo se transforme em vitórias consistentes.

Patrickão quase faz em jogada de Cabralzinho
Marcelinho foi muito acionado, mas precisava de apoio de Romario ou Cabralzinho
Sobradinho ergueu um muro na entrada da área.
Chances perdidas no primeiro tempo cobraram seu preço com o gol do Sobradinho
Adelson observa: boas e más notícias
Paulinho e Balla deram trabalho à defesa do Sobradinho
Pedro Foguete quase virou, mas o goleiro defendeu.
Bola de Edson Reis vai na trave…

O quê esperar do Ceilândia no Candangão 2026


O Ceilândia será um time mudado em 2026. Mudado, mas não muito. A expectativa para 2026 deve ser modulada a um contexto de mudança.

A defesa do Ceilândia será o setor que menos mudanças terá, ao menos no começo. Sucuri, Paulinho e Badhuga permanecem. Adelson terá uma base onde assentar o trabalho de 2026.

Sempre há um lado positivo e um negativo. Sucuri é adorado por parte da torcida, mas jamais convenceu a outra parte. Confia demasiadamente na estatura e peca na explosão. 

Badhuga é um zagueiro veterano e sempre confiável. O sistema de jogo precisa protege-lo. Paulinho sempre foi um lateral confiável. 

Daí para frente, tudo é mudança. Romário, vindo do futebol paraibano, deve ocupar a esquerda. Na cabeça de área Bosco retorna e deve jogar ao lado de Vigia e Cabralzinho, outro que permanece. 

Vigia parece ser um jogador acima da média e talhado para um jogo de transição pelo chão. Cabralzinho precisa de uma sequência positiva para recuperar a confiança perdida nas diversas lesões. Bosco é um velho conhecido e talhado para jogos específicos.

O ataque  deve ter Danillo Balla, Patrickão e Marcelinho. Pouco se sabe sobre os três, mas Patrickão é a única contratação recente do Ceilândia que realmente tem histórico de gols marcados. 

No geral, há a certeza de que o Ceilândia tem um ataque forte, seja ele comandado por Patrickão ou Tanque. Há desconfianças em relação à defesa e como o meio de campo funcionará.

Nesse contexto e comparando o Ceilândia com os demais adversários, podemos dizer que o Gato Preto é sim favorito a uma vaga nas semifinais, mas o futebol é cheio de surpresas. O elenco parece qualificado, as dúvidas são pontuais, mas devem ser superadas com o avançar dos jogos.

Para piorar, teremos um campeonato muito equilibrado. Tirando 2 ou 3 times com elenco nota 4, os demais tem elencos nota 5 para cima. Time como o Real podem ter dificuldades para enfrentar  times da parte de baixo, mas darão trabalho a times do topo da tabela. Os jogos serão decididos nos detalhes contra Real, Samambaia e Sobradinho.

O Ceilândia  precisa vencer esses adversários porque eles é quem definirão a ordem dos classificados às semifinais.

Num cenário com algumas incertezas, começar vencendo o Sobradinho será de suma importância. Colocar três pontos no copo da classificação e manter o copo da desclassificação vazio será de suma importância porque dará tranquilidade ao trabalho. 

Ceilândia luta, dá trabalho, mas o Barra passa para as 4as da D2025.

O Ceilândia foi valente, vendeu caro a vaga nas quartas de final, mas está fora da Série D 2025. Em partida válida pelas oitavas de final da Série D, o Barra venceu o Ceilândia por 1 x 0 neste sábado (23), na Arena Barra FC, e garantiu vaga nas quartas de final.

Com a vitória, o Barra avançou para as quartas de final, enquanto o Ceilândia se despediu da competição. A equipe catarinense agora aguarda o chaveamento da próxima fase para conhecer o adversário, conforme a posição na classificação geral, que definirá os confrontos do mata-mata.

O Ceilândia começou o jogo muito bem, com mais posse de bola. Aos 12 minutos ofereceu perigo com Kennedy, mas encontrou dificuldades para converter a posse de bola em chances claras de gol. Aos 28 minutos, o Ceilândia reclamou de um possível pênalti, mas o árbitro manteve a partida em andamento.

No final da etapa inicial, o Barra esteve melhor e perdeu uma chance significativa quando Saymon perdeu a chuteira durante a finalização dentro da área, comprometendo a conclusão da jogada.

A segunda etapa começou com o Ceilândia equilibrando novamente o jogo, mas o time catarinense aproveitou erro na saída de bola alvinegra e quase abriu o placar aos cinco minutos, com Saymon acertando a trave. Aos sete minutos, Elvinho marcou o gol da vitória do Barra, aproveitando espaço na entrada da área.

 Aos 34 minutos, Mingoti quase empatou para o Ceilândia, e dois minutos depois o Barra respondeu com chute perigoso defendido pelo goleiro Sucuri. Nos últimos instantes, o time da casa ainda acertou a trave aos 49 minutos, sem conseguir ampliar o placar, enquanto o Ceilândia ofereceu perigo em bolas paradas.

Não deu para o Gato Preto. O Barra mostrou ser um time muito bem arrumado e que deve dar trabalho nessa reta final. O Ceilândia era um dos favoritos à vaga  na Série C 2026. O Barra, ao vencer um dos favoritos, assume essa condição de favorito a uma das vaga na Série C 2026. 

Ceilândia se perde coletivamente e dá empate ao Barra nas Oitavas da D2025

Ceilândia não conseguiu manter o ritmo contra o Barra-SC

Dizem que jogo decisivo você não tem de jogar, tem de vencer. O Ceilândia não jogou, mas também não venceu.

Ceilândia começou melhor e Lagoa foi importante

Há uma boa dose de simplificação aqui, mas não é possível falar a complexidade desse jogo  sem simplificar. Aliás,  o grande erro do Ceilândia, como veremos adiante,  foi simplificar o jogo demais. 

Regino foi sacrificado pela distância entre as linhas alvinegras.

O Ceilândia começou com a iniciativa do jogo e o lance do gol foi tanto uma benção quanto uma maldição. Aos 10 minutos, Tárta lançou Kennedy em profundidade e o Kennedy fez Ceilândia 1 a 0. O gol foi uma benção.

Gol de Kennedy logo no início aliviou, mas o castigo veio no final.

O problema é que a partir dali o Ceilândia achou que toda hora acharia uma bola longa como a do primeiro gol. Ora, é fácil ajustar a defesa para bolas longas. Foi isso que o Barra fez, mas o Ceilândia não ajustou seu jogo para a nova realidade.

Romarinho deu azar nesse lance: no rebote, bola bateu nele, mas não entrou.

Com isso, a cada minuto o Barra foi se assentando em campo, podendo fazer o seu jogo de transição.

Ceilândia deu a bola para o Barra, mas não tinha um plano

Pior ainda, o Ceilândia a distância entre o ataque do Ceilândia e o restante do time foi ficando cada vez maior. Assim, já aos 35 do primeiro tempo parte da torcida torcia para o fim porque o Ceilândia estava dividido entre defesa e ataque.

Mingoti machucou nesse lance. William Barão entrou e não comprometeu.

O Ceilândia que foi para o intervalo era um time gelado, sem vida.  Para alívio da torcida, o Ceilândia que voltou para o segundo tempo até que tentou jogar. Até chegou ao ataque, mas não era um time compacto e não voltou a criar situações de gol.

Ceilândia abusou das bolas longas. Time se dividiu e facilitou vida do Barra.

No fundo, o  Ceilândia era um time valente, mas só isso. Resultado é que o Barra foi se sentindo cada vez mais cômodo no jogo. Sem se arriscar, o Barra foi rondando a área alvinegra com seguidos escanteios.

De tanto ceder a bola para o adversário, uma hora a defesa iria falhar. Culpa não foi da defesa, foi do time.

Não se pode por a culpa na defesa. O Ceilândia estava dividido, deixara de funcionar como time. O castigo veio aos 43 do segundo tempo: a bola sobrou para Saymon que bateu forte e venceu a meta alvinegra.

Quando quis jogar pelo chão, Ceilândia dominou o Barra, mas na maior parte do jogo não foi assim.

O empate em 1 a 1 deixa tudo aberto para Santa Catarina. Neste sábado, o problema do Ceilândia foi  mental. Psicologicamente o time procurou bolas mágicas e facilitou a vida do Barra. No próximo final de semana, já sabe que precisará jogar 90 minutos, mais acréscimos e talvez até pênaltis. 

Barra nem fez força para ter tantos escanteios, nem para empatar.

Vai estar preparado? Todos nós sabemos que esse time individualmente é muito bom, mas  precisa funcionar como time. Contra o Barra, fora de casa, veremos de quê esse time é feito.  É na adversidade que separamos as pessoas de valor. Sábado será dia de separar os vencedores dos perdedores. 

Série D: Hora de fazer história nas oitavas

O Ceilândia está a ponto de fazer história: Contra o Barra será a quinta vez que o Gato Preto joga mata-mata nas oitavas.

Sucuri fazia parte do elenco das oitavas de 2012. Jogo de IDA: Ceilândia 0 x 0 Friburguense

Em 2012, nas oitavas de final, o Ceilândia enfrentou a Friburguense-RJ que então fazia boas campanhas local e nacionalmente. No jogo de ida, realizado no Abadião, a Friburguense  amarrou o jogo e levou a decisão para o Rio de Janeiro.

André Tavares comemora. Ceilândia abre marcador contra Friburguense em 2012: empate com gols classificaria, mas depois veio a virada. Badhuga e Sucuri faziam parte daquele time.

No segundo jogo, o Ceilândia começou melhor e saiu na frente com André Tavares. Pelo regulamento da época, o empate classificaria o Ceilândia, mas não deu. Em lances isolados, a Friburguense virou. No final, o Ceilândia esteve prestes a empatar, mas a classificação não veio.

Na jogada de Willian, Klécio cabeceia para fazer o gol da vitória
Na jogada de Willian, Klécio cabeceia para fazer o gol da vitória

O Ceilândia passou por um período de reestruturação nos anos seguintes e voltou à Série D em 2016.  Na segunda fase, o Ceilândia passou pela Aparecidense (0 x 0 e 2 x 1) e enfrentou o Fluminense de Feira de Santana. No primeiro jogo, na Bahia, o Ceilândia desperdiçou várias oportunidades e venceu por apenas 1 a  0, gol de Klecio. 

Fluminense-BA jogou com a bola: o Ceilândia saiu nocauteado
Fluminense-BA não se desesperou e esperou uma chance em 2016: o Ceilândia saiu nocauteado

Mais uma vez o Ceilândia jogava pelo empate no jogo de volta, desta vez em casa. Tudo parecia que a classificação estava garantida quando nos acréscimos do segundo tempo o Fluminense de Feira fez 1 a 0. Nos pênaltis, o Ceilândia amargou mais uma eliminação. De se recordar que o Gato Preto havia perdido o seu lado esquerdo nos jogos finais, mas a frustração é a mesma.

 

Em 2017: Tropeço em casa custou classificação

No ano seguinte, o Ceilândia mais uma vez chegou nas oitavas.  Na segunda fase bateu o Comercial-MS, vencendo fora por 1 a 0 e empatando em casa em 1 a 1. Agora enfrentou o América de Natal. No jogo de ida, em casa, desperdiçou pênalti, viu o adversário fazer 1 a 0, saiu no desespero e tomou o segundo. A classificação já estava perdida no primeiro jogo.

Pedrão não consegue rebater. O América faria 1 x 0
Pedrão falhou logo na primeira bola e não consegue rebater. O América faria 1 x 0 e sacramentaria classificação.

Na segunda partida, viu o prejuízo aumentar logo no primeiro minuto com o América fazendo 1 a 0 e sacramentando a classificação. No final, o América venceu por 2 a 1 e o Ceilândia entraria em nova fase de reestruturação e somente voltaria às oitavas em 2023.

Em 2023, no jogo de ida, empate sem gols em Caxias (e um gol mal anulado pelo VAR).

Em 2023 tudo parecia ser diferente. Pela primeira vez o Ceilândia fora derrotado na segunda fase, mas reverteu o placar vencendo o Vitória-ES por 3 x 0.  Enfrentou o Caxias no Rio Grande do Sul e poderia ter voltado com a vitória, mas ficou no empate em 0 x 0.

2023: No jogo de volta, mais uma vez gol anulado pelo VAR. Diferente do jogo de ida, o  gol de Bambu foi anulado corretamente.

No segundo jogo, no Abadião, mais uma vez viu o adversário cozinhar o jogo e levar para os pênaltis. Mais uma vez o Ceilândia foi eliminado nos pênaltis. 

Ceilândia e Água Santa entram em campo. Torcida vai lotar o Abadião contra o Barra.

Chegamos a 2025. Temos dois jogadores que jogaram no distante 2012, Badhuga e Sucuri. Além disso temos diversos jogadores que estavam na campanha de 2023, além de Tárta que foi o cérebro do Brasiliense que chegou nas quartas da D2024.  Temos todas as ferramentas para fazer história.

Tarta estava no time de 2012, mas não foi utilizado na campanha da Série D.  Foto de Luan Tomasson

Além de experiência, temos peças importantes, a ponto de dizermos que individualmente somos melhores que o Barra. A maior  virtude do Barra é o jogo coletivo,  a capacidade de segurar a bola e controlar o jogo. Já fomos vítimas disto no passado e serve de alerta. Será um jogo de paciência.

Adelson: time ainda está em formação
Adelson ao lado de Tárta em 2017: Técnico do Ceilândia em todas as decisões da Série D

Serão 180 minutos. Um resultado positivo no primeiro jogo é muito importante porque condiciona o segundo. O mais importante, contudo, é sair vitorioso ao final dos 180 minutos.

 

 

 

 

 

Ceilândia bate Água Santa e está nas Oitavas da D25

Ceilândia e Água Santa entram em campo. Torcida lotou o Abadião.

Não foi fácil, nunca será fácil, mas se um time tivesse de sair vencedor no jogo de ontem esse time deveria ter sido o Ceilândia.

Claro, sabemos que o futebol apronta das suas e ontem o Água Santa sentiu na pele o que isso significa.

Lucas Piauí foi muito exigido pelo lado esquerdo da defesa.

O Ceilândia teve a iniciativa do jogo nos dois tempos. Para isso, conseguiu neutralizar os avanços do Água Santa a partir da excelente partida  defensiva de Lagoa, Lucas Silva e Tárta.

A diferença estava no último quarto do campo. Se o Água Santa jamais foi capaz de incomodar no último quarto, o Ceilândia até chegava, mas sem criar situações claras de gol.

Lagoa foi gigante e deu lugar a Timbó

No primeiro tempo, a rigor, o Ceilândia teve duas oportunidades: uma com Tárta e outra com Romarinho, mas em ambas os nossos craques não conseguiram equilibrar o corpo antes da conclusão.

Veio o segundo tempo e os espaços começaram a surgir. Paulinho e Kennedy infernizavam o lado esquerdo da defesa do Água Santa. E foi dali que surgiram as duas primeiras oportunidades.

Kennedy, Tárta: importantíssimos! Regino, ficou preso na marcação, mas abriu espaço para demais

Na primeira, Romarinho concluiu para a bola raspar o travessão. Na segunda o mesmo Romarinho tocou para fora, mas o bandeira já havia assinalado impedimento.

Quem não faz, leva… pensou esperançoso o torcedor do Água Santa. Quem não faz, leva… sofreu o torcedor do Gato Preto.

Lucas Silva fez sua melhor partida com a camisa do Gato Preto

O medo do torcedor do Ceilândia se tornou em alívio quando o Água Santa, logo em seguida, em contra-ataque, perdeu a chance mais clara do jogo. 

Quem não faz, leva… a esperança e o sofrimento mudava de lado. Naquele momento veio na mente que o Ceilândia não perderia. O gol perdido pelo Água Santa teria de ser punido.

Tárta poderia ter marcado…

O jogo seguiu com o Ceilândia dominando, mas sem criar situações claras de gol. 

Aos 42, jogo parado para cobrança de falta. Adelson aproveitou e tirou todo o lado direito: Paulinho e Kennedy para entradas de Bolt e Pablo.

Água Santa pouco incomodou: defesa firme

 

Nas arquibancadas a reprovação era geral. Mas como? Os dois estavam infernizando a defesa do Água Santa!!!

O jogo recomeça. Tárta cobra a falta, o goleiro do Água Santa dá um passo à frente, Percebe que será encoberto, tenta meio que voltar, meio que saltar… mas já é tarde. 

Tárta e Bolt comemoram o gol da classificação.

Gooool do Ceilândia!!! Tárta tira a camisa na comemoração e sobe na grade. Torcedores também sobem na grade.  A grade cede. Todos se abraçam, jogadores, comissão e torcedores. 

Tárta comemora o gol mais importante do ano

Não havia mais tempo para mais nada. O Ceilândia administra até o final e está nas oitavas da Série D 2025.

De outro ângulo: comemoração de Tárta na fantástica foto de Luan Tomasson

Na próxima fase o Gato Preto enfrentará o Barra-SC com o segundo jogo em Itajaí-SC. Diferente das vezes em que perdeu nas oitavas, desta vez o Ceilândia decidirá fora.

Ceilândia comemora classificação na foto de Matheus Péres

Será diferente e desta vez o resultado tem tudo para também ser diferente.

 

Missão é ainda mais complicada: Ceilândia precisa vencer Água Santa por 2 ou mais gol

Paulinho e Piaui estiveram discretos, como necessário.

A tarefa em si mesmo de vencer o Água Santa será complicada, mas para piorar, o Ceilândia vai precisar vencer por dois ou mais gols de diferença.

Com o empate da semana passada, o Ceilândia foi ultrapassado pelo Barra-SC na classificação-geral no saldo de gols. O time catarinense tem agora a vantagem de 1 gol no saldo.

Tárta terá enorme desafio pela frente

Com isso, o Ceilândia terá o desafio não apenas  de vencer o Água Santa, mas também o desafio de vencer  por no mínimo dois gols de diferença.

Ainda assim o Ceilândia terá de torcer para que o Barra no máximo vença o Cascavel por 1 gol de diferença.  Se isso acontecer, os times terminariam empatados, mas o Gato Preto leva vantagem nos gols marcados.

Claro, o importante é passar para a terceira fase e isso por si só já vai ser difícil contra um adversário que já mostrou que tem um bom time.  O problema é que na série D ninguém pode se dar ao luxo de desprezar a vantagem de decidir em casa, por melhor que seja o adversário.

Ceilândia empata com Água Santa e traz decisão para casa

Kennedy chegou um pouquinho atrasado na melhor oportunidade do primeiro tempo.

O Ceilândia voltou de Diadema com empate em 1 gol com o Água Santa.Esse resultado deixa o confronto totalmente aberto para o Abadião: quem vencer passa para a segunda fase.

Lucas Silva, Lago e Tárta: taticamente bem

Como se esperava, foi um jogo muito difícil. O Água Santa tomou a iniciativa do jogo e encontrou espaços até o a entrada do último terço de campo. Dali para a frente, a defesa do Ceilândia estava bem postada.

Regino foi muito bem marcado.

Apesar disso, a maneira como os meias do Água Santa flutuavam à frente dos volantes do Ceilândia incomodava. Por sorte, faltava inspiração ao time adversário.

Euller e Badhuga importantes no empate

O Ceilândia parecia confortável defensivamente no jogo, mas o Água Santa foi mais perigoso no primeiro tempo, principalmente em bolas aéreas. Vidal, por exemplo, quase abriu o marcador.

Lagoa esteve quase perfeito defensivamente

Veio o segundo tempo e o Ceilândia equilibrou o jogo. Aliás, o Ceilândia já equilibrara nos últimos 10 minutos do primeiro tempo.

Apesar do Ceilândia chegar mais ao ataque com qualidade que no primeiro tempo, o fato é que o Água Santa incomodava mais, ainda que Sucuri não fosse exigido.

Não é o que vc está pensando: Tárta escorregou nesta.

Quis o destino que numa cobrança de escanteio a bola sobrasse para Romarinho. O nosso artilheiro não perdoou e fez Ceilândia 1 a 0.

Sucuri foi pouco exigido e ficou a impressão que poderia ter impedido o gol.

O gol dava ao Ceilândia o direito de errar uma vez. E não demorou muito para que o Água Santa empatasse.

Romarinho faz Ceilândia 1 x 0 no Água Santa

Nos minutos finais, Adelson colocou Valter Bala e Nathan Bahia. O jogo ficou mais aberto e Valtar Bala esteve a ponto de fazer o segundo do Ceilândia, mas Vidal salvou um gol certo sobre a linha.

Paulinho e Piaui estiveram discretos, como necessário.

Logo em seguida o Água Santa ficou reduzido a 10 homens. O Ceilândia estava contente com o resultado e com o fato de decidir em casa. Era uma escolha difícil entre a ambição e a realidade.

Romarinho comemora: gol importante

Com o empate a decisão está totalmente aberta. O Água Santa mostrou que é um bom time, que sabe se defender bem. É um time perigoso. O Ceilândia tem o fator casa e em casa nós somos muito mais fortes.

No outro jogo do pareamento o Barra venceu o Cascavel e, com esse resultado,ultrapassou o Ceilândia na classificação-geral.