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O quê esperar do Ceilândia no Candangão 2026


O Ceilândia será um time mudado em 2026. Mudado, mas não muito. A expectativa para 2026 deve ser modulada a um contexto de mudança.

A defesa do Ceilândia será o setor que menos mudanças terá, ao menos no começo. Sucuri, Paulinho e Badhuga permanecem. Adelson terá uma base onde assentar o trabalho de 2026.

Sempre há um lado positivo e um negativo. Sucuri é adorado por parte da torcida, mas jamais convenceu a outra parte. Confia demasiadamente na estatura e peca na explosão. 

Badhuga é um zagueiro veterano e sempre confiável. O sistema de jogo precisa protege-lo. Paulinho sempre foi um lateral confiável. 

Daí para frente, tudo é mudança. Romário, vindo do futebol paraibano, deve ocupar a esquerda. Na cabeça de área Bosco retorna e deve jogar ao lado de Vigia e Cabralzinho, outro que permanece. 

Vigia parece ser um jogador acima da média e talhado para um jogo de transição pelo chão. Cabralzinho precisa de uma sequência positiva para recuperar a confiança perdida nas diversas lesões. Bosco é um velho conhecido e talhado para jogos específicos.

O ataque  deve ter Danillo Balla, Patrickão e Marcelinho. Pouco se sabe sobre os três, mas Patrickão é a única contratação recente do Ceilândia que realmente tem histórico de gols marcados. 

No geral, há a certeza de que o Ceilândia tem um ataque forte, seja ele comandado por Patrickão ou Tanque. Há desconfianças em relação à defesa e como o meio de campo funcionará.

Nesse contexto e comparando o Ceilândia com os demais adversários, podemos dizer que o Gato Preto é sim favorito a uma vaga nas semifinais, mas o futebol é cheio de surpresas. O elenco parece qualificado, as dúvidas são pontuais, mas devem ser superadas com o avançar dos jogos.

Para piorar, teremos um campeonato muito equilibrado. Tirando 2 ou 3 times com elenco nota 4, os demais tem elencos nota 5 para cima. Time como o Real podem ter dificuldades para enfrentar  times da parte de baixo, mas darão trabalho a times do topo da tabela. Os jogos serão decididos nos detalhes contra Real, Samambaia e Sobradinho.

O Ceilândia  precisa vencer esses adversários porque eles é quem definirão a ordem dos classificados às semifinais.

Num cenário com algumas incertezas, começar vencendo o Sobradinho será de suma importância. Colocar três pontos no copo da classificação e manter o copo da desclassificação vazio será de suma importância porque dará tranquilidade ao trabalho. 

Ceilândia luta, dá trabalho, mas o Barra passa para as 4as da D2025.

O Ceilândia foi valente, vendeu caro a vaga nas quartas de final, mas está fora da Série D 2025. Em partida válida pelas oitavas de final da Série D, o Barra venceu o Ceilândia por 1 x 0 neste sábado (23), na Arena Barra FC, e garantiu vaga nas quartas de final.

Com a vitória, o Barra avançou para as quartas de final, enquanto o Ceilândia se despediu da competição. A equipe catarinense agora aguarda o chaveamento da próxima fase para conhecer o adversário, conforme a posição na classificação geral, que definirá os confrontos do mata-mata.

O Ceilândia começou o jogo muito bem, com mais posse de bola. Aos 12 minutos ofereceu perigo com Kennedy, mas encontrou dificuldades para converter a posse de bola em chances claras de gol. Aos 28 minutos, o Ceilândia reclamou de um possível pênalti, mas o árbitro manteve a partida em andamento.

No final da etapa inicial, o Barra esteve melhor e perdeu uma chance significativa quando Saymon perdeu a chuteira durante a finalização dentro da área, comprometendo a conclusão da jogada.

A segunda etapa começou com o Ceilândia equilibrando novamente o jogo, mas o time catarinense aproveitou erro na saída de bola alvinegra e quase abriu o placar aos cinco minutos, com Saymon acertando a trave. Aos sete minutos, Elvinho marcou o gol da vitória do Barra, aproveitando espaço na entrada da área.

 Aos 34 minutos, Mingoti quase empatou para o Ceilândia, e dois minutos depois o Barra respondeu com chute perigoso defendido pelo goleiro Sucuri. Nos últimos instantes, o time da casa ainda acertou a trave aos 49 minutos, sem conseguir ampliar o placar, enquanto o Ceilândia ofereceu perigo em bolas paradas.

Não deu para o Gato Preto. O Barra mostrou ser um time muito bem arrumado e que deve dar trabalho nessa reta final. O Ceilândia era um dos favoritos à vaga  na Série C 2026. O Barra, ao vencer um dos favoritos, assume essa condição de favorito a uma das vaga na Série C 2026. 

Ceilândia se perde coletivamente e dá empate ao Barra nas Oitavas da D2025

Ceilândia não conseguiu manter o ritmo contra o Barra-SC

Dizem que jogo decisivo você não tem de jogar, tem de vencer. O Ceilândia não jogou, mas também não venceu.

Ceilândia começou melhor e Lagoa foi importante

Há uma boa dose de simplificação aqui, mas não é possível falar a complexidade desse jogo  sem simplificar. Aliás,  o grande erro do Ceilândia, como veremos adiante,  foi simplificar o jogo demais. 

Regino foi sacrificado pela distância entre as linhas alvinegras.

O Ceilândia começou com a iniciativa do jogo e o lance do gol foi tanto uma benção quanto uma maldição. Aos 10 minutos, Tárta lançou Kennedy em profundidade e o Kennedy fez Ceilândia 1 a 0. O gol foi uma benção.

Gol de Kennedy logo no início aliviou, mas o castigo veio no final.

O problema é que a partir dali o Ceilândia achou que toda hora acharia uma bola longa como a do primeiro gol. Ora, é fácil ajustar a defesa para bolas longas. Foi isso que o Barra fez, mas o Ceilândia não ajustou seu jogo para a nova realidade.

Romarinho deu azar nesse lance: no rebote, bola bateu nele, mas não entrou.

Com isso, a cada minuto o Barra foi se assentando em campo, podendo fazer o seu jogo de transição.

Ceilândia deu a bola para o Barra, mas não tinha um plano

Pior ainda, o Ceilândia a distância entre o ataque do Ceilândia e o restante do time foi ficando cada vez maior. Assim, já aos 35 do primeiro tempo parte da torcida torcia para o fim porque o Ceilândia estava dividido entre defesa e ataque.

Mingoti machucou nesse lance. William Barão entrou e não comprometeu.

O Ceilândia que foi para o intervalo era um time gelado, sem vida.  Para alívio da torcida, o Ceilândia que voltou para o segundo tempo até que tentou jogar. Até chegou ao ataque, mas não era um time compacto e não voltou a criar situações de gol.

Ceilândia abusou das bolas longas. Time se dividiu e facilitou vida do Barra.

No fundo, o  Ceilândia era um time valente, mas só isso. Resultado é que o Barra foi se sentindo cada vez mais cômodo no jogo. Sem se arriscar, o Barra foi rondando a área alvinegra com seguidos escanteios.

De tanto ceder a bola para o adversário, uma hora a defesa iria falhar. Culpa não foi da defesa, foi do time.

Não se pode por a culpa na defesa. O Ceilândia estava dividido, deixara de funcionar como time. O castigo veio aos 43 do segundo tempo: a bola sobrou para Saymon que bateu forte e venceu a meta alvinegra.

Quando quis jogar pelo chão, Ceilândia dominou o Barra, mas na maior parte do jogo não foi assim.

O empate em 1 a 1 deixa tudo aberto para Santa Catarina. Neste sábado, o problema do Ceilândia foi  mental. Psicologicamente o time procurou bolas mágicas e facilitou a vida do Barra. No próximo final de semana, já sabe que precisará jogar 90 minutos, mais acréscimos e talvez até pênaltis. 

Barra nem fez força para ter tantos escanteios, nem para empatar.

Vai estar preparado? Todos nós sabemos que esse time individualmente é muito bom, mas  precisa funcionar como time. Contra o Barra, fora de casa, veremos de quê esse time é feito.  É na adversidade que separamos as pessoas de valor. Sábado será dia de separar os vencedores dos perdedores. 

Série D: Hora de fazer história nas oitavas

O Ceilândia está a ponto de fazer história: Contra o Barra será a quinta vez que o Gato Preto joga mata-mata nas oitavas.

Sucuri fazia parte do elenco das oitavas de 2012. Jogo de IDA: Ceilândia 0 x 0 Friburguense

Em 2012, nas oitavas de final, o Ceilândia enfrentou a Friburguense-RJ que então fazia boas campanhas local e nacionalmente. No jogo de ida, realizado no Abadião, a Friburguense  amarrou o jogo e levou a decisão para o Rio de Janeiro.

André Tavares comemora. Ceilândia abre marcador contra Friburguense em 2012: empate com gols classificaria, mas depois veio a virada. Badhuga e Sucuri faziam parte daquele time.

No segundo jogo, o Ceilândia começou melhor e saiu na frente com André Tavares. Pelo regulamento da época, o empate classificaria o Ceilândia, mas não deu. Em lances isolados, a Friburguense virou. No final, o Ceilândia esteve prestes a empatar, mas a classificação não veio.

Na jogada de Willian, Klécio cabeceia para fazer o gol da vitória
Na jogada de Willian, Klécio cabeceia para fazer o gol da vitória

O Ceilândia passou por um período de reestruturação nos anos seguintes e voltou à Série D em 2016.  Na segunda fase, o Ceilândia passou pela Aparecidense (0 x 0 e 2 x 1) e enfrentou o Fluminense de Feira de Santana. No primeiro jogo, na Bahia, o Ceilândia desperdiçou várias oportunidades e venceu por apenas 1 a  0, gol de Klecio. 

Fluminense-BA jogou com a bola: o Ceilândia saiu nocauteado
Fluminense-BA não se desesperou e esperou uma chance em 2016: o Ceilândia saiu nocauteado

Mais uma vez o Ceilândia jogava pelo empate no jogo de volta, desta vez em casa. Tudo parecia que a classificação estava garantida quando nos acréscimos do segundo tempo o Fluminense de Feira fez 1 a 0. Nos pênaltis, o Ceilândia amargou mais uma eliminação. De se recordar que o Gato Preto havia perdido o seu lado esquerdo nos jogos finais, mas a frustração é a mesma.

 

Em 2017: Tropeço em casa custou classificação

No ano seguinte, o Ceilândia mais uma vez chegou nas oitavas.  Na segunda fase bateu o Comercial-MS, vencendo fora por 1 a 0 e empatando em casa em 1 a 1. Agora enfrentou o América de Natal. No jogo de ida, em casa, desperdiçou pênalti, viu o adversário fazer 1 a 0, saiu no desespero e tomou o segundo. A classificação já estava perdida no primeiro jogo.

Pedrão não consegue rebater. O América faria 1 x 0
Pedrão falhou logo na primeira bola e não consegue rebater. O América faria 1 x 0 e sacramentaria classificação.

Na segunda partida, viu o prejuízo aumentar logo no primeiro minuto com o América fazendo 1 a 0 e sacramentando a classificação. No final, o América venceu por 2 a 1 e o Ceilândia entraria em nova fase de reestruturação e somente voltaria às oitavas em 2023.

Em 2023, no jogo de ida, empate sem gols em Caxias (e um gol mal anulado pelo VAR).

Em 2023 tudo parecia ser diferente. Pela primeira vez o Ceilândia fora derrotado na segunda fase, mas reverteu o placar vencendo o Vitória-ES por 3 x 0.  Enfrentou o Caxias no Rio Grande do Sul e poderia ter voltado com a vitória, mas ficou no empate em 0 x 0.

2023: No jogo de volta, mais uma vez gol anulado pelo VAR. Diferente do jogo de ida, o  gol de Bambu foi anulado corretamente.

No segundo jogo, no Abadião, mais uma vez viu o adversário cozinhar o jogo e levar para os pênaltis. Mais uma vez o Ceilândia foi eliminado nos pênaltis. 

Ceilândia e Água Santa entram em campo. Torcida vai lotar o Abadião contra o Barra.

Chegamos a 2025. Temos dois jogadores que jogaram no distante 2012, Badhuga e Sucuri. Além disso temos diversos jogadores que estavam na campanha de 2023, além de Tárta que foi o cérebro do Brasiliense que chegou nas quartas da D2024.  Temos todas as ferramentas para fazer história.

Tarta estava no time de 2012, mas não foi utilizado na campanha da Série D.  Foto de Luan Tomasson

Além de experiência, temos peças importantes, a ponto de dizermos que individualmente somos melhores que o Barra. A maior  virtude do Barra é o jogo coletivo,  a capacidade de segurar a bola e controlar o jogo. Já fomos vítimas disto no passado e serve de alerta. Será um jogo de paciência.

Adelson: time ainda está em formação
Adelson ao lado de Tárta em 2017: Técnico do Ceilândia em todas as decisões da Série D

Serão 180 minutos. Um resultado positivo no primeiro jogo é muito importante porque condiciona o segundo. O mais importante, contudo, é sair vitorioso ao final dos 180 minutos.

 

 

 

 

 

Ceilândia bate Água Santa e está nas Oitavas da D25

Ceilândia e Água Santa entram em campo. Torcida lotou o Abadião.

Não foi fácil, nunca será fácil, mas se um time tivesse de sair vencedor no jogo de ontem esse time deveria ter sido o Ceilândia.

Claro, sabemos que o futebol apronta das suas e ontem o Água Santa sentiu na pele o que isso significa.

Lucas Piauí foi muito exigido pelo lado esquerdo da defesa.

O Ceilândia teve a iniciativa do jogo nos dois tempos. Para isso, conseguiu neutralizar os avanços do Água Santa a partir da excelente partida  defensiva de Lagoa, Lucas Silva e Tárta.

A diferença estava no último quarto do campo. Se o Água Santa jamais foi capaz de incomodar no último quarto, o Ceilândia até chegava, mas sem criar situações claras de gol.

Lagoa foi gigante e deu lugar a Timbó

No primeiro tempo, a rigor, o Ceilândia teve duas oportunidades: uma com Tárta e outra com Romarinho, mas em ambas os nossos craques não conseguiram equilibrar o corpo antes da conclusão.

Veio o segundo tempo e os espaços começaram a surgir. Paulinho e Kennedy infernizavam o lado esquerdo da defesa do Água Santa. E foi dali que surgiram as duas primeiras oportunidades.

Kennedy, Tárta: importantíssimos! Regino, ficou preso na marcação, mas abriu espaço para demais

Na primeira, Romarinho concluiu para a bola raspar o travessão. Na segunda o mesmo Romarinho tocou para fora, mas o bandeira já havia assinalado impedimento.

Quem não faz, leva… pensou esperançoso o torcedor do Água Santa. Quem não faz, leva… sofreu o torcedor do Gato Preto.

Lucas Silva fez sua melhor partida com a camisa do Gato Preto

O medo do torcedor do Ceilândia se tornou em alívio quando o Água Santa, logo em seguida, em contra-ataque, perdeu a chance mais clara do jogo. 

Quem não faz, leva… a esperança e o sofrimento mudava de lado. Naquele momento veio na mente que o Ceilândia não perderia. O gol perdido pelo Água Santa teria de ser punido.

Tárta poderia ter marcado…

O jogo seguiu com o Ceilândia dominando, mas sem criar situações claras de gol. 

Aos 42, jogo parado para cobrança de falta. Adelson aproveitou e tirou todo o lado direito: Paulinho e Kennedy para entradas de Bolt e Pablo.

Água Santa pouco incomodou: defesa firme

 

Nas arquibancadas a reprovação era geral. Mas como? Os dois estavam infernizando a defesa do Água Santa!!!

O jogo recomeça. Tárta cobra a falta, o goleiro do Água Santa dá um passo à frente, Percebe que será encoberto, tenta meio que voltar, meio que saltar… mas já é tarde. 

Tárta e Bolt comemoram o gol da classificação.

Gooool do Ceilândia!!! Tárta tira a camisa na comemoração e sobe na grade. Torcedores também sobem na grade.  A grade cede. Todos se abraçam, jogadores, comissão e torcedores. 

Tárta comemora o gol mais importante do ano

Não havia mais tempo para mais nada. O Ceilândia administra até o final e está nas oitavas da Série D 2025.

De outro ângulo: comemoração de Tárta na fantástica foto de Luan Tomasson

Na próxima fase o Gato Preto enfrentará o Barra-SC com o segundo jogo em Itajaí-SC. Diferente das vezes em que perdeu nas oitavas, desta vez o Ceilândia decidirá fora.

Ceilândia comemora classificação na foto de Matheus Péres

Será diferente e desta vez o resultado tem tudo para também ser diferente.

 

Missão é ainda mais complicada: Ceilândia precisa vencer Água Santa por 2 ou mais gol

Paulinho e Piaui estiveram discretos, como necessário.

A tarefa em si mesmo de vencer o Água Santa será complicada, mas para piorar, o Ceilândia vai precisar vencer por dois ou mais gols de diferença.

Com o empate da semana passada, o Ceilândia foi ultrapassado pelo Barra-SC na classificação-geral no saldo de gols. O time catarinense tem agora a vantagem de 1 gol no saldo.

Tárta terá enorme desafio pela frente

Com isso, o Ceilândia terá o desafio não apenas  de vencer o Água Santa, mas também o desafio de vencer  por no mínimo dois gols de diferença.

Ainda assim o Ceilândia terá de torcer para que o Barra no máximo vença o Cascavel por 1 gol de diferença.  Se isso acontecer, os times terminariam empatados, mas o Gato Preto leva vantagem nos gols marcados.

Claro, o importante é passar para a terceira fase e isso por si só já vai ser difícil contra um adversário que já mostrou que tem um bom time.  O problema é que na série D ninguém pode se dar ao luxo de desprezar a vantagem de decidir em casa, por melhor que seja o adversário.

Ceilândia empata com Água Santa e traz decisão para casa

Kennedy chegou um pouquinho atrasado na melhor oportunidade do primeiro tempo.

O Ceilândia voltou de Diadema com empate em 1 gol com o Água Santa.Esse resultado deixa o confronto totalmente aberto para o Abadião: quem vencer passa para a segunda fase.

Lucas Silva, Lago e Tárta: taticamente bem

Como se esperava, foi um jogo muito difícil. O Água Santa tomou a iniciativa do jogo e encontrou espaços até o a entrada do último terço de campo. Dali para a frente, a defesa do Ceilândia estava bem postada.

Regino foi muito bem marcado.

Apesar disso, a maneira como os meias do Água Santa flutuavam à frente dos volantes do Ceilândia incomodava. Por sorte, faltava inspiração ao time adversário.

Euller e Badhuga importantes no empate

O Ceilândia parecia confortável defensivamente no jogo, mas o Água Santa foi mais perigoso no primeiro tempo, principalmente em bolas aéreas. Vidal, por exemplo, quase abriu o marcador.

Lagoa esteve quase perfeito defensivamente

Veio o segundo tempo e o Ceilândia equilibrou o jogo. Aliás, o Ceilândia já equilibrara nos últimos 10 minutos do primeiro tempo.

Apesar do Ceilândia chegar mais ao ataque com qualidade que no primeiro tempo, o fato é que o Água Santa incomodava mais, ainda que Sucuri não fosse exigido.

Não é o que vc está pensando: Tárta escorregou nesta.

Quis o destino que numa cobrança de escanteio a bola sobrasse para Romarinho. O nosso artilheiro não perdoou e fez Ceilândia 1 a 0.

Sucuri foi pouco exigido e ficou a impressão que poderia ter impedido o gol.

O gol dava ao Ceilândia o direito de errar uma vez. E não demorou muito para que o Água Santa empatasse.

Romarinho faz Ceilândia 1 x 0 no Água Santa

Nos minutos finais, Adelson colocou Valter Bala e Nathan Bahia. O jogo ficou mais aberto e Valtar Bala esteve a ponto de fazer o segundo do Ceilândia, mas Vidal salvou um gol certo sobre a linha.

Paulinho e Piaui estiveram discretos, como necessário.

Logo em seguida o Água Santa ficou reduzido a 10 homens. O Ceilândia estava contente com o resultado e com o fato de decidir em casa. Era uma escolha difícil entre a ambição e a realidade.

Romarinho comemora: gol importante

Com o empate a decisão está totalmente aberta. O Água Santa mostrou que é um bom time, que sabe se defender bem. É um time perigoso. O Ceilândia tem o fator casa e em casa nós somos muito mais fortes.

No outro jogo do pareamento o Barra venceu o Cascavel e, com esse resultado,ultrapassou o Ceilândia na classificação-geral.

Ceilândia vence Goianésia e começa mata-mata contra o Água Santa-SP

WordPress nos deixou fora ar por uns dias, mas voltamos

Foi importante reencontrar a vitória depois de dois empates com sabor amargo.

Olha a cor desse céu!!!

Foi importante reencontrar a vitória para somar pontos importantes na classificação-geral e para manter o segundo lugar do grupo.

A vitória deste sábado foi mais que merecida: o Ceilândia foi sempre melhor que o Goianésia, mas não foi brilhante.

Nolasco estreou na D2025: discreto, mas importante.

No primeiro tempo o jogo pareceu mais parelho, mas o Ceilândia parecia chegar com mais qualidade ao ataque. Apesar disso, o jogo seguiu amarrado até os 40 do primeiro tempo.

Bala é útil, mas poderia ser mais decisivo.

Em jogos amarrados a qualidade individual faz a diferença: Kennedy invadiu na diagonal e tentou servir Regino na entrada da área. A bola sobrou para Nolasco, que fazia sua estreia na D2025, e Nolasco serviu Kennedy que de cabeça fez 1 x 0.

Kennedy iniciou a jogada do primeiro gol que ele mesmo fez

Veio o segundo tempo e o Ceilândia passou a contar com a vantagem de um jogador a mais, com a expulsão de Joedson, nos acréscimos do primeiro tempo.

Um gol improvável: Kennedy de cabeça.

O segundo tempo foi jogo de um time só. O Ceilândia rondou, rondou e rondou o gol do Goianésia. Criou boas chances, mas apenas Timbó soube aproveitar, isso aos 25 do segundo tempo. O Ceilândia até teve chance de fazer o terceiro, mas não conseguiu.

Romarinho até teve chance, mas não fez.

Com o resultado o Ceilândia ficou em segundo lugar do grupo A5. Na fase de 16-de-final enfrentará o Água Santa-SP que eliminou o Pouso Alegre em Minas ao vence-lo por 2 a 0.

Timbó fez o segundo gol e selou a vitória

No mata-mata não existe jogo fácil. O Ceilândia enfrentará um time que se sente confortável defendendo e que mostrou virtudes interessantes. 

 

A data do primeiro jogo não está definida, mas se espera que seja no próximo sábado, dia 2 de agosto, em Diadema-SP.

Outro balde de água fria: Ceilândia abre 2×0 e deixa Goiânia empatar

Tárta tenta e goleiro faz bela defesa

O empate contra o Goiânia, neste domingo, na capital adversária, teve um enorme sabor de derrota. De quebra, o Ceilândia deixou 2 pontos importantes na luta na classificação geral.

Edson Reis comemora o primeiro gol

No primeiro tempo o Ceilândia foi muito superior ao adversário. A despeito disto, não conseguiu traduzir essa superioridade em chances claras de gol. 

Romarinho voltou a marcar

Na maior parte das vezes, as oportunidades do Ceilândia vieram em chutes de fora da área, principalmente com Tárta e Lucas Silva.

 

As jogadas de maior perigo, contudo, vinham pela esquerda. E foi assim que aos 17, após bela defesa do goleiro William, Edson Reis abriu o marcador para o Ceilândia.

Everaldo discreto como sempre

O Ceilãndia continuou melhor, mas continuou desperdiçando o amplo domínio. Havia o medo de que o futebol castigasse. Esse medo iria se concretizar no segundo tempo.

No segundo tempo o Goiânia subiu a marcação e todos os defeitos que o Ceilândia apresenta nessas condições se manifestou. O adversário passou a rondar a área alvinegra, mas sem muita eficiência.

Lagoa está recuperando o ritmo

Aos 17 minutos, Natan Bahia serviu Romarinho que fez Ceilândia 2 a 0. Alívio para a torcida, afinal o Ceilândia teria direito a um erro. O que ninguém contava é que Elias, que vinha de bons jogos no gol alvinegro, viesse a falhar.

Como antes já narrado, o Goiânia era melhor no segundo tempo. Aos 25, Jeremias chutou forte de fora da área. A bola estava ao alcance de Elias. Elias falhou, simples assim. Ele não atacou a bola. Ceilândia 2 x 1 Goiânia.

Gato Preto de luta perdeu vitória certa.

O jogo seguiu arrastado, com o Ceilândia tendo até melhorado um pouco, mas não o suficiente. Aos 45 do segundo tempo, Mingotti foi expulso. A arbitragem foi extremamente rigorosa porque tanto ele quanto o jogador do Goiânia apenas discutiram.

Mingotti expulso antes do empate do Goiania

Nos acréscimos, Elias falhou novamente. Novo chute de fora da área e Elias tentou segurar a bola. Não conseguiu. Tentou pegar o rebote. Não conseguiu e fez penalti. Joao Victor bateu tomou a vitória que parecia certa.

Elias vinha bem, mas falhou nos gols do Goiânia

Agora o Ceilândia luta apenas pelo segundo lugar do grupo porque não aproveitou o tropeço da Aparecidense contra o Mixto.

No geral, foram dois tropeços seguidos, contra Capital e Mixto. No próximo sábado, o Ceilândia precisa vencer o Goianésia para garantir o segundo lugar e manter-se no g8 da classificação-geral da Série D 2025.

 

Problemas superados, agora falta atualizar

Desde 1999, mas efetivamente desde 2000, com domínio próprio, o CEILANDIAEC.COM.BR jamais teve problemas tão complicados decorrentes de algum problema do WordPress que fez perder algumas configurações e nos fazer crer que o site estivesse sob ataque. 


Por cautela, retiramos do ar e, depois de investigar, identificamos que o problema provavelmente foi causado pelo próprio wordpress em sua última atualização e que retirou configurações de segurança anteriores.
O fato é que estamos de volta, mas falta atualizar dados e posts recentes, algo que faremos durante a semana. Claro, a configuração perdida não foi totalmente recuperada e cuidaremos disso também. 

Balde de água fria: Ceilândia decepciona e empata com Capital

Timbó: maior parte das críticas improcedentes

Em circunstância normais, empatar com Capital não é motivo para decepção.

Empatar com o Capital como empatamos, é motivo para decepção porque o time caiu na balela de que o adversário estava desmobilizado.

Ceilândia foi um time confuso

Quem estava desmobilizado era o Ceilândia. Por essa razão, aliás como tem acontecido nos últimos tempos, o Capital fez um gol logo nos primeiros minutos.

Muitos culparam Euller pelo gol. Ele não foi o único culpado. Toda a defesa, a começar por Everaldo que levou a bola nas costas, falhou.

Kennedy esteve muito abaixo

Como em acontecido nos últimos tempos, o Ceilândia empatou por volta dos 20 minutos: Everaldo lançou, Badhuga ajeitou e Regino empatou.

O Ceilândia equilibrou o jogo, mas não conseguia jogar. O time parecia jogar numa rotação diferente da do Capital. Apesar disso, o jogo seguia equilibrado.

Paulinho fez sua pior partida com a camisa alvinegra: tem crédito.

Quis o destino que Everaldo errasse crassamente ao tentar recuar uma bola que, se fosse mais experiente, jamais tentaria recuar. Capital 2 a 1 no final do primeiro tempo.

Adelson mexeu no intervalo: Colocou Mingotti, Bolt (Paulinho vinha de boas partidas, mas realmente não estava bem) e Romarinho.

Bala é útil taticamente, mas não define e evita o corpo a corpo

O jogo prosseguiu com a mesma toada da metade do primeiro tempo. Equilibrado, mas agora o Ceilândia parecia na rotação certa do jogo.

O Ceilândia melhorou mesmo com as entradas de Milla e Cabralzinho. Valter Bala é útil, mas precisa ser decisivo, ter fome de gol. Não tem.

Regino é o artilheiro do time

Cabralzinho oferece o que Timbó não oferece: Cabralzinho joga de frente para o gol adversário, Timbó joga de costas. Timbó é mais útil que Cabralzinho na disputa de segunda e primeira bola, Cabralzinho é mais útil jogando de frente par ao gol. Não se pode ter tudo.

Após o gol, o jogo ficou maluco, com os times trocando ataques. Isso mudou aos 89, quando Jussiê, do Capital, foi expulso. 

Regino comemora 1×1

Milla trouxe outra característica porque não foge do contato como Valter Bala.

O certo é que incomoda a maneira como muitos veem o jogo.  Cabralzinho empatou aos 35 do segundo tempo.

Ceilândia tem muito que melhorar

Agora a torcida do Ceilândia tinha duplo motivo para decepção: mesmo com um a menos, era o Capital quem tinha fome de vitória. 

Com o resultado, o Ceilândia viu a Aparecidense abrir 4 pontos na liderança do grupo A5. Restou disputar a segunda colocação do grupo com o Luverdense.
Ceilândia e Luverdense enfrentam os mesmos adversários: Goiânia e Goianésia. Quem fizer mais pontos nesses confrontos, fica com o segundo lugar e o mando de campo na segunda fase.

Com um a menos, Gato Preto vence Luverdense e está no Mata-mata

Tárta, sua melhor partida em 2025

Como se esperava, foi um jogo tenso, mas não foi um jogo sofrido. Na tarde deste sábado, no Abadião, o  Ceilândia superou um homem a menos desde os 40 do primeiro tempo para vencer o Luverdense  por 1 a 0, resultado que já o classifica para o mata-mata.

Bala é muito útil taticamente, mas falha no último toque. Não poderia ter errado esse gol.

Sabia-se que seria um jogo difícil. O time da Luverdense é um time que não abre mão da organização. Então, seriam necessários paciência e cuidado num jogo que normalmente seria, como foi, amarrado.

Mingotti: boa partida. Características do jogo ajudaram, mas Capital joga diferente.

O Luverdense começou tomando a iniciativa, mas sem se arriscar muito, como é de seu feitio. O fato é que não havia necessidade. O empate seria um bom resultado para o Luverdense, mas péssimo para o Ceilândia na sua luta pelo G2.

Adelson e Lagoa num jogo tenso.

Foi assim, com calma que o Ceilândia quase abriu logo aos 14. Kennedy cruzou e a bola sobrou para Valter Bala livre, mas o Bala foi traído pelo quique da bola e perdeu uma clara chance de gol.

Lagoa estava bem: expulsão mostrou falta de ritmo de jogo.

O Luverdense também teve suas chances principalmente em contra-ataque muito bem organizado e com superioridade numérica. Nesses contra-ataques a recomposição rápida de Kennedy foi fantástica e fundamental. É assim que deve ser.

Kennedy como sempre: campo estava melhor, mas ainda está duro.

O Ceilândia ainda chegaria com perigo com Edson Reis e com Tárta. Tárta foi um capítulo à parte. Fez a sua melhor partida nesta série D.  Defendeu, armou, atacou como nunca e com qualidade.

Timbó esteve apagado, mas foi sacrificado pela expulsão de Lagoa

Tudo parecia que iria por terra aos 41 do primeiro tempo. Lagoa foi expulso por uma falta desnecessária, ainda mais para quem já tinha amarelo. Pior de tudo: Lagoa fazia boa partida.

Everaldo não teve muito trabalho e até apareceu no ataque.

Veio o segundo tempo e sabia-se que o Luverdense não correria risco desnecessário. Se partisse para o ataque, exporia seus jogadores amarelados à expulsão. Além disso, o empate lhe agradava mais que ao Ceilândia.

Cabralzinho mostrou disposição e sentiu falta de ritmo de jogo.

O jogo continuou amarrado, mas com o Luverdense tendo mais posse de bola. O Ceilândia se defendia como um leão e a torcida já se conformava com o empate. O Luverdense parecia contente em ter alcançado a sua proposta inicial até porque não havia razão para alterá-la.

Natan Bahia bate para marcar: gol importante do artilheiro

Quis o destino, contudo, que nos últimos segundos do acréscimo Natan Bahia aproveitasse a única falha da defesa da Luverdense e saísse cara-a-cara com o goleiro. Ele, que foi artilheiro do campeonato matogrossense de 2025 nao desperdiçou contra um antigo adversário: Ceilândia 1 a 0.

Natan comemora com Marcelo e Valter Bala: vitória heróica

A festa ficou completa duas horas depois com a vitória do Mixto sobre o Capital por 1 a 0. Com o resultado o Ceilândia carimbou o primeiro objetivo, que era a classificação para a segunda fase. 

Jogadores comemoram a vitória e a classificação.

Agora o Gato Preto parte para o segundo objetivo, que é terminar no G2, pensando na segunda fase,  e com mais pontos que a Inter de Limeira,  pensando na terceira fase.

 

Na garra, na marra: Ceilândia 2 x 1 Mixto

Timbó em ação: esse tipo de lance era falta para um lado, mas não para o outro. Isso incomodou.

Em jogo decisivo pela Série D, o Ceilândia venceu o Mixto por 2 a 1 e se manteve na disputa pela liderança do grupo. A partida foi equilibrada e marcada por muita disputa física, o que exigiu mudança de postura e total entrega do time da casa.

O Mixto começou melhor e abriu o placar ainda no primeiro tempo, explorando bem os espaços e a marcação adversária. O Ceilândia, por sua vez, teve dificuldades para se adaptar ao ritmo de jogo e mostrou intranquilidade em alguns momentos, especialmente diante de uma arbitragem que alternou critérios ao longo da partida.

Mixto é um time muito bom: Ceilândia teve de superar a vontade do adversário.

Na segunda etapa, o Ceilândia voltou mais ofensivo, aproveitando a postura recuada do Mixto.

O empate veio aos 17 minutos, após pênalti em Bala, convertido por Tarta. O clima  de desconfiança em relação à arbitragem era tamanho que poucos acreditaram que o pênalti fora marcado. Depois, a desconfiança era tamanha que muitos acreditavam que o árbitro iria segurar o Ceilândia mais do que estava segurando.

Tárta errou muito ontem, mas é diferenciado: artilheiro do time

Pressionando em busca da vitória, o time da casa manteve o volume de jogo e foi premiado nos acréscimos. Aos 54, Edson foi derrubado na área e o árbitro assinalou novo pênalti, novamente convertido por Tarta. Segundo os analistas, foi um pênalti bobo cometido por Keynan.

Após o apito final, o clima esquentou, e a arbitragem precisou de escolta para deixar o campo. Fica o alerta para a importância de árbitros mais preparados, sobretudo na fase decisiva da competição, para garantir partidas mais seguras e coerentes.

Ceilândia foi melhor no segundo tempo: Kennedy não brilhou, mas deu trabalho.

Com o resultado, o Ceilândia reforça sua luta na parte de cima da tabela e segue confiante na classificação.

Era um jogo decisivo e, em jogo decisivo, espera-se a vitória. Em jogos decisivos é preciso igualar e se possível superar o adversário na vontade e no futebol. O Ceilândia fez isso ontem. 

Na sobra, ninguém conseguiu marcar.

É preciso ter muita calma também na vitória, principalmente em função da forma como a vitória foi conquistada, foi arrancada contra o Mixto.

Todos saíram de campo exaustos física e mentalmente.  A direção e comissão técnica precisará estar atenta à necessidade de recuperar os jogadores física e mentalmente porque semana que vem tem outra decisão. 

Bala falhou no gol do Mixto, mas vai sofrer o pênalti do gol do empate.

Com os resultados de ontem o Ceilândia provisoriamente voltou à liderança do Grupo A5. Espera-se que a Aparecidense bata o Goiânia no domingo, vá a 22 pontos  e recupere a ponta. Ainda neste sábado a Luverdense bateu o Capital por 2 a 1 e também chegou aos mesmos 20 pontos do Ceilândia. 

Goleiro chegou atrasado: Pênalti da reação da virada.

Faltam 4 rodadas e 5 pontos para o Ceilândia garantir a classificação, mas faltam 9 pontos para garantir um lugar no TOP2, posição que garantiria mando de campo na segunda fase. 

O Ceilândia precisará ser forte mental e fisicamente nessa reta decisiva. O  Ceilândia até o primeiro tempo de ontem parecia um time blasé,  burocrático, sem emoção, mas a postura do segundo tempo demonstrou que enfim o time acordou para a Série D. 

Tárta comemora: virada sensacional

Chegou a hora de saber quem está pronto para vôos mais altos. Sábado, contra a Luverdense, tem mais uma decisão. Não falta muito. É preciso estar preparado para 10 jogos decisivos.

 

Ceilândia paga por sua arrogância: 0x2 Aparecidense

Arbitragem contribuiu, mas tem responsabilidade limitada na derrota do Ceilândia.

Não vamos dizer que os jogadores não se entregaram. Podemos dizer que alguns atuaram e vêm atuando erraticamente. O quê vamos afirmar é que o Ceilândia é um time arrogante que teima em não aprender com os erros do passado e por isso não evolui.

20 do segundo tempo: linguagem corporal do Ceilândia adiantava a derrota.

Neste sábado, o Ceilândia foi derrotado pela Aparecidense pela segunda vez. Foi derrotado em casa, foi derrotado fora. Embora no futebol nada seja eterno, no momento pode-se dizer que a Aparecidense é melhor que o Ceilândia.

Ceilândia não explorou Kennedy: time penso pela esquerda inoperante

Ontem, o Ceilândia teve motivos para reclamar da arbitragem.  O árbitro deixou seguidamente de marcar para o Ceilândia faltas que marcava para a Aparecidense. Inclusive no lance do primeiro gol do time da casa. 

Mingotti e Badhuga contribuíram nos dois gols da Aparecidense. Defesa esteve mal.

De qualquer forma o fato é que concretamente a Aparecidense era um time melhor, ainda que ajudada pela arbitragem.

Até os 20, na base do entusiasmo, o Ceilândia equilibrou o jogo. Quis o destino que os erros individuais definissem o destino do jogo.

Regino foi expulso: erro infantil no primeiro cartão.

Regino foi seguro na disputa de bola, a bola foi servida no meio, Badhuga desnecessariamente deu o bote, foi driblado impiedosamente… Everaldo fugiu do contato… gol da Aparecidense.

Adelson mexeu no esquema tático do time: premido pela necessidade, enfim, algo diferente

Para piorar, Regino, que estava absolutamente perdido em campo, foi expulso ainda no primeiro tempo. 

Valter Bala apareceu bem no jogo: eficiente, mas não foi eficaz

Veio o segundo tempo e Adelson fez algo que se reclama há tempos: mexer no esquema tático do time. Premido pela necessidade, Adelson fez 3 zagueiros. Incrível! Ceilândia melhorou!

O Gato Preto poderia ter empatado com Bolt que perdeu gol feito no primeiro minuto do segundo tempo. Chegou outras vezes com Valter Bala. Não fez.

Tárta e Timbó: esquema de jogo não potencializou suas qualidades.

Nos minutos finais, Mingotti foi batido pela enésima vez este ano no x1. Juntou-se a Badhuga como um dos responsáveis pela derrota. Aparecidense 2 a  0. 

A derrota do Ceilândia teve participação da arbitragem que minou, picotou o jogo alvinegro e deixou apenas o adversário jogar. Teve ainda a questão do gol anulado do Valter Bala. 

Bolt foi bem utilizado na linha de 3, mas perdeu gol feito.

O problema é que futebol por futebol, a Aparecidense mostrou que é melhor. Duas derrotas para o mesmo adversário evidencia que o Ceilândia é um time arrogante, que se recusa a melhorar. 

Valter Bala teve oportunidades de fora da área, não aproveitou e parecia jogar sem apoio do meio.

Nos 5 jogos contra times do G5 o Ceilândia venceu apenas 1 jogo. Agora vai enfrentar Mixto e Luverdense em casa, para depois enfrentar o Capital fora.  Se mantiver a arrogância, pode até classificar, mas não irá longe.

 

Ceilândia volta à liderança com 3 a 0 sobre Porto Velho

Árbitro confuso, mas os bandeiras precisam ser estudados.

Todo jogo na Série D é difícil, mas você pode torná-lo fácil. Foi isso que aconteceu neste sábado no Abadião.

Lagoa ainda vai evoluir, mas comandou o primeiro tempo

Um gol logo aos 3 minutos, aliás um belo gol de Regino após jogada de Kennedy e Bolt, quebrou todo o planejamento do Porto Velho. 

Regino acerta o voleio: Ceilândia 1 a 0

O plano do Porto Velho, pelas dificuldades de transição do adversário, era esperar, mas isso foi por água abaixo.

Timbó: bem no primeiro tempo, omisso no segundo.

O fato é que o Porto Velho tentou subir desordenadamente e cedeu sucessivos contra-ataques ao Ceilândia que foi perdendo sucessivas oportunidades de gol. Aos 20, Timbó colocou Regino cara a cara com o goleiro e Ceilândia 2 a 0.

Regino comemora segundo gol do Ceilândia

O Ceilândia perdeu tantas oportunidades no primeiro tempo que chegou a dar medo. Não se pode perder tantos gols sem castigo. Acontece que o Porto Velho é um time limitado e o sistema defensivo do Ceilândia não errou.

Sistema defensivo não deu chance ao Porto Velho

Veio o segundo tempo e Adelson voltou com Tárta no lugar de Lagoa. O time afrouxou um pouco a marcação alta. Timbó já não recompunha a defesa como antes e o Ceilândia ficou espaçado.  O jogo perdeu em estrutura.

Kennedy comandou o lado direito: sempre importante

Claro, tudo poderia ter mudado se o gol de Bala, em bela jogada de Tárta, tivesse sido validado logo no começo. Revimos o lance da transmissão. Ninguém entendeu, mas o gol foi anulado.

Gol anulado de Bala: ninguém entendeu

O Porto Velho tentou, mas era um time sem inspiração. O Ceilândia continuou criando e perdendo oportunidades até que, já no apagar das luzes, Kennedy serviu Pablo que fez o terceiro. Resultado mais justo.

Pablo ainda não foi o Pablo que conhecemos, mas fez um gol

Com a derrota da Aparecidense para Luverdense por 3 a 1 e o empate do Capital com o Goiânia, 1 a 1, o Ceilândia voltou à liderança do Grupo.

Tárta, sem muito esforço: assistência no gol de Pablo.

No próximo final de semana o Ceilândia vai até Aparecida para enfrentar o time da casa. Será um jogo entre times com pretensões e são esses jogos que solidificam o caráter de um time.